Poemas para um Amigo Passando por Dificuldades

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MORTE?...


Morremos um pouco a cada dia, quando se perde o sorriso e o doce sabor da alegria.


Então, a morte já não é a separação de alma e corpo; é o prazer da vida que se vai perdendo aos poucos.


A morte é o desprazer que se tem da vida, de observar e descobrir belezas escondidas.


A vida não se resume a andar, falar e respirar.
É o observar contínuo, que me torna homem todos os dias e me mantém menino.


Cícero Marcos

Via crucis

Havia sangue no caminho,
sangue,suor e lágrimas.
na via crucis,
um rei coroado de espinho.

Havia prantos na terra,
silêncio profundo no céus.
na via crucis,
um cordeiro vencendo uma guerra.

O mundo em dor,
Sombras de escuridão permeiam o céus.
Na via crucis,
homens matando o amor.

Ele caminha em dor,
não reprime a quem lhe ofende.
Na via crucis,
a redenção do amor.

o mundo assim escreveu,
Vida e morte na cruz.
Na sepultura,
a morte o conheceu.

O mundo se enche de luz,
numa manhã a romper.
A sepultura explodiu,
a Jesus não pode deter.

Glórias se ouve cantar,
nos portais de Jerusalém.
Arcanjos a receber,
o rei da glória que vem.

Autor. Cícero Marcos

A busca

Há uma procura incessante na vida humana.
Um desejo de encontrar o inexistente,
para preencher o inexplicável.

Uma busca de se ter o que não se pode comprar,
para suprir o que não se sabe explicar.

Trabalha se muito para poder descansar,
num futuro distante,
que não se sabe se chegará.

Eu prefiro viver o presente,
este sabor diferente de se provar.
E já me dou por contente,
se amanhã ao sol nascente eu puder despertar.

Autor Cícero Marcos

O momento presente é mágico,
um tempo onde o passado não importa
e o futuro não existe.

Não te confesso o amor que sinto.
Apenas o deixo viver em mim,
como um perfume
que o vento não leva.

Aqui no meu cantinho, com um teclado à minha frente e pensando…
(…) Bom dia com um (B) bem enorme para você!
Que nós humanos sejamos cada dia mais próximos e troquemos ideias para mudar o que ficaria difícil mudar sozinho, esse é o caminho mais curto para nossa felicidade!

Talvez o que escrevo, seja uma lembrança de um passado que fez-se inconsciente ou mesmo que eu tenha trazido de maneira latente em mim. Talvez o que escrevo, tenha o mesmo significado, a mesma luz, num outro olhar. Talvez o que escrevo, seja somente a tradução do que tua alma ensina-me.

Flávia Abib

De um lado a razão: severa, inflexível, dizendo para o amor não ir, não sofrer, não ver. Do outro lado a emoção: doce, insana, feiticeira, ela diz: vá coração, enfrenta a razão que nada entende de amor, vá que eu asseguro-te...naquele coração mora o amor mais lindo.

Flávia Abib

Bastaria apenas um repelão e jogaria tudo para o chão, para o alto, longe do caos que causou teu olhar em mim. Mas é tão verdadeiro, o sentimento, envolvimento, encantamento, que nada me fará desfazer o laço, que ficou forte como aço...dentro.

Flávia Abib

“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira

Opinião limita o entendimento
Opinião limita a compreensão
Opinião define um sentimento
Mas ela não nos define não

⁠Um sábio disse certa vez que o nosso mundo é um palco e que nós não passamos de meros atores.

(Lady Whistledown)

Bridgerton (série)
4ª temporada, episódio 4.

O Hóspede das sombras


Desperta em mim um timbre industrial,
Gosto de ferro, nota aguda e fria,
Uma versão de traço não causal
Que ignora o sol e a própria luz do dia.
Tem o olhar cruzado, o norte em desatino,
Sabores amargos que a alma não traduz,
Habita o fosso, o avesso do destino,
E foge sempre que o afeto faz seu fluxo de luz.
À margem de tudo o que tento cultivar,
Ele se nutre do que eu quis esconder.
Sorri com o mal, sem medo de errar,
Pois não tem outro centro além do próprio ser.
Não guarda o peso da dor alheia no peito,
Não carrega a afeição, o laço ou o dever.
É gelo puro, instinto, um vácuo perfeito,
Um espelho cego que só quer se ver.
Eu sei, com clareza, que esse não sou eu,
Mas no cansaço de ser quem o mundo quer,
Invejo esse monstro que o abismo deu:
O lado de dentro que faz o que bem entender.

Dou ouvidos ao que desalinha o mundo,
e deixo um verso
decidir se vira riso ou lágrima.
Escrevo no improviso
bilhetes de poesia
que escorrem por frestas,
até cair nas mãos certas.
Às vezes me embaralho
e viro silêncio.
Faço do texto um abrigo,
e entre uma frase e outra
sussurro uma oração,
pedindo clareza para o coração
que insiste em cantar.
E mesmo torto,
mesmo simples,
sigo rabiscando.

Estás tentando esconder
o que eu já sei.
Vou te dizer:


não forçarei um relacionamento
onde o sentimento se esconde
atrás de silêncios.


Se desejas continuar assim,
guardando verdades
como quem fecha janelas,
eu não irei à guerra
para confrontar quem prefere esconder na sombra.


Mulher,
a decisão não pode ser apenas tua —
mas também não serei eu
a implorar permanência.


Só não demores demais…
porque até o mais paciente
cansa de esperar.


por quem nunca decide ficar.
O amor não esconde pra se proteger.
Ele é a liberdade de escolha.

Em um cesto, um único fruto, saudável, atraente, delicioso, agradável, desejável aos olhos de quem o vê. Ele está sempre ali, ao seu alcance, no entanto, o fruto cobiçado passou a ser aquele que está fora do cesto, doentio, contaminado, estragado, sem aparência viçosa ou de um agradável paladar, porém tentador.

Tudo porque o que é proibido é mais gostoso.

E isso não é sobre frutos.

Um ciclódromo local onde correm bicicletas.
Um velódromo local onde correm as motos.
Um autódromo local onde correm os carros.
Um kartódromo local onde correm os karts.
Um ferródromo local onde correm os trens.
Um metódromo local onde correm os metrôs.

O que acontece com um peixe se tirarmos da água?
Logicamente ele vai morrer, mas até que ele morra ele tem um tempo curto.
Nesse curto tempo ele tenta respirar encontrar água, salta desesperadamente para qualquer direção, sendo inútil ele ainda tenta se adaptar respirar lentamente, economizando esforço físico.
Agora ele sonha!

A poesia desce em cascata para o âmago da alma,

um sussurro divino que acalma e incendia o espírito.

É uma salada de letras,

tempestade suave,

banhada na essência pura da flor que desabrocha no silêncio do jardim,

no abraço etéreo da brisa que dança sobre o mar,

na luz solitária e prateada do luar que vigia os sonhos esquecidos.

Ela acaricia a mente como um toque celestial,

pintando com tintas invisíveis as paredes secretas do ser,

onde o infinito se revela em cada suspiro.

É necessário entender o mais rápido possivel que um sonho que você tinha já deixou de ser um sonho. Às vezes, a gente persiste nalgum plano porque aquele plano, um dia, foi o nosso objetivo.


Depois de um tempo, a gente continua no plano não porque ainda queremos aquilo, mas sim porque nos habituamos a desejar aquilo. Aquilo que a gente faz deixa de ser uma vontade, e passa a ser um costume.


Quando a gente percebe e muda isso, a liberdade e a felicidade vêm juntas.