Poemas para quem Partiu dessa Vida
Fazer o bem aos outros é condição básica na descoberta do real significado da vida. Caminhar ou alcançar algum objetivo sozinho não parece uma boa estratégia em nossa eterna busca por propósito.
A vida se resume a um conjunto de pequenos momentos que, com o tempo, se tornam fragmentos de memórias.
Descobri que nas incertezas da vida o bom senso pode ser fatal, qualquer erro se justifica na busca do auto-conhecimento, titubear as vezes pode te levar a se perder para sempre.
As oportunidades são únicas; as águas que passam sob as pontes nunca são as mesmas, os rios se renovam. Mesmo em proporções ínfimas diante dos mares sempre estão em posição superior, apesar de sempre doarem suas águas, nunca ficam vazios!!!
As pessoas são muito mais felizes quando podem ser elas mesmas. No fim a vida não tem sentido quando não poder ser você mesma.
O responsável por sua vida, é você. Começa por corrigir e avaliar a si mesmo, e você achará o culpado, em vez de monitorar vidas alheias. Quem sabe você vai desenvolver.
As pessoas têm um pavor do "não faço nada da vida", sendo que é justamente esse "não fazer nada" que você descobre o que de fato ama fazer na vida. Basta não se cobrar, não se pressionar, não se culpar, que com o tempo, naturalmente, vai aparecendo o que ama fazer na vida.
A vida é finita, mas a responsabilidade é infinita: o que fazemos ecoa no mundo que entregamos aos outros.
Niilismo é a masturbação intelectual de quem descobriu que a vida não tem manual de instruções e decidiu que, então, não vale a pena jogar o jogo.
O niilista que cultua o nada é o maior dos hipócritas: ele cospe na vida enquanto usa o oxigênio dela para reclamar.
A normalidade é o cemitério da inteligência. Se a sua vida não tem um toque de estranheza, você está apenas repetindo um roteiro escrito por mentes medíocres.
O ego é um vigia noturno que acredita ser o dono do prédio. Ele passa a vida trancando portas, sem perceber que o que ele mais teme já está do lado de dentro.
Deus tem um plano maravilhoso para sua vida, principalmente se você gosta de sofrimento gratuito, injustiça arbitrária e mortes prematuras.
Niilistas descobriram que a vida não tem sentido cósmico e pararam aí, como eternos adolescentes revoltados. Humanistas descobriram a mesma coisa e perguntaram: "E daí? Vamos construir nosso próprio sentido."
No fim, o niilismo não é vencido por argumentos. É vencido pela vida insistente, teimosa, que continua importando apesar de todas as teorias que dizem o contrário.
A vida pode parecer vazia de propósito, mas é no impacto que deixamos nos outros que a humanidade floresce.
A grande tragédia não é que a vida termine, mas que alguns nunca se permitam amar profundamente enquanto existe.
