Poemas para quem Partiu dessa Vida
A VIDA BOA DO MORTO É QUE ELE NÃO VIVERÁ MAIS SUFOCADO PELA HIPOCRISIA DA SOCIEDADE DO VENENO TÓXICO DO CAPITALISMO.
Tenha muito cuidado com o que você quer, deseja ou fala. Pode trazer para sua vida coisas que jamais quis de fato.
O sentimento de apego e de rejeição oriundos da primeira e segunda infância, tornam a vida de muitas pessoas insuportáveis na vida adulta. São raízes que devem ser arrancadas. Caso persista a dor do significante, todos os dias as ramificações deve ser cortadas na CEPA uma por uma até que se olhe no espelho e se possa dizer a si mesma: eu sou tudo aquilo que eu sempre quis ser.
Emília Bôto
A melhor fase é viver após os sessenta anos. Plena liberdade. É tudo que esperei pela vida toda. Acordo ou durmo até a hora que quero. Pego me carro e vou onde quero. Não preciso dar satisfação. Tenho os amigos que quero e ainda conhecço outros novos. Saio dessa cidade e vou a outra, lá durmo, volto no mesmo dia ou dias depois. Ainda trabalho, mas logo estarei aposentada. Porém, produzindo, estudando, vivendo, criando e seguindo com esse tempo precioso. Esse é meu espaço, meu momento, não cabe ninguém para me tirar a paz e o sossego.
O sucesso de qualquer jornada na vida é construída com determinação, boa consciência, enfrentamento, disciplina e motivação!
Eu acho incrível as pessoas que moram em uma casa com sua família a vida inteira. Criam memórias, lembranças, laços que atravessam anos e décadas. Não tive essa experiência. Vivíamos mudando de casa e de endereço. Éramos como nômades, ciganos. Mesmo constituindo minha própria família, acabei reproduzindo esse padrão. Não tenho essas memórias de forma física. Não tenho uma casa do passado para mostrar que estivemos lá. Também não pude preservar o quarto do meu filho.
O golpe mais cruel e baixo que a vida me deu foi perder o meu filho. Se alguém tinha que partir, eu sentia que deveria ser eu, e não consigo me conformar com essa inversão. Essa dor consegue doer mais do que a ideia da minha própria morte — e olha que eu sou absolutamente apaixonada pela vida.
Eu não acreditava que a vida era tão dura, mesmo ela sendo dura lá atrás. Achei que o mundo era colorido, os problemas possíveis de resolver e que dava para crescer sem grandes danos. Mas a realidade me cobrou caro. Sigo enfrentando batalhas sem trégua desde que nasci. Isso não alterou a minha fé, ainda que a abalasse. Minha esperança é de que, em breve, poderei romper todos os grilhões e cadeias que hoje me prendem e por fim, possa viver o melhor dessa vida ainda com plena saúde e autonomia.
Nos momentos em que a vida sangra, a verdadeira grandeza não está em aparecer, mas em amparar. A dor do outro não é palco; é chamado à humanidade.
Em certos momentos da vida, aprendemos que nem toda dor pode ser dita.
Algumas precisam ser guardadas, e algumas renúncias, aceitas.
"Uma das dores mais silenciosas da vida é descobrir que, para algumas pessoas, você nunca foi um destino, apenas uma ponte. Quando chegam ao outro lado, esquecem quem os sustentou."
Há momentos em que percebemos que o maior presente da vida não é ter um teto, mas encontrar um lar onde somos acolhidos, respeitados e amados de verdade. É nesse lugar que a alma volta a florescer.
"Jesus entregou a própria vida para salvar os filhos adotivos de Deus, mesmo sabendo que seria traído."
A esperança na volta de Jesus não nos convida à espera passiva, mas a uma vida de fé, amor e fidelidade. Quem crê em Sua promessa procura honrá-Lo em cada atitude de hoje.
A volta de Jesus é uma promessa; nossa resposta deve ser uma vida de arrependimento, santidade e amor ao próximo.
