Poemas para Desejar um Feliz Aniversario
Amigo, um elo entre eu Deus.
Como e bom saber que Deus é meu melhor amigo.
Que através de você ele demonstra todo o carinho, respeito, dedicação, empatia e todo o amor que tem por mim.
Obrigado por ser este canal.
Sei que através de você nunca irei me sentir sozinho.
Como maquiar um coração sedento de atenção e isento de vaidades?
Atenção composta por um sentimento puro e de entrega, sem interesses.
Como reanimar um coração sofrido com caprichos alheios?
Desanimado por confiar de mais.
Como?
Certo dia em meus pensamentos tive uma epifania, de que razão nada mais é do que, um instinto humano de proteção ao próximo.
Ja hoje me ocorre que, razão também nos priva de desfrutar algo bom, por zelarmos de mais desse próximo.
De forma que, razão se torna um paradoxo entre, viver sem preocupações, ou viver aprisionado por cuidar de mais.
Precisa-se de um mundo novo.
Um mundo onde possa ser sincero, gentil e caridoso.
Que não aja interesses egoístas e sim um interesse para o bem comum, onde o amor possa ser livre isento de quaisquer barreiras.
Um mundo onde os pudicos e puros de coração sejam predominantes e que não sejam julgados por suas inocências.
Um mundo ande não precisaremos pagar pedágios para podermos sonhar acordados.
Que o instinto do ser predominante seja o instinto humanitário.
Precisa-se daquele pedaço de paraíso criado por Deus .
A procura da metade.
Houve um tempo que não passava de um sonhador iludido com minhas vaidades, acreditava que era capaz de completar uma pessoa com minhas inúmeras qualidades.
Mas o que não contava era que eu que tinha a necessidade de ser completado, pois minhas inúmeras qualidades não passava de pura vaidade de um orgulho fútil.
Hoje sonho com aquela que me completara, a peça chave que fará do meu orgulho um sentimento puro sem espaço para vaidade, que essa metade poça me transformar em um ser perfeito sem futilidades.
Que seja parte de minha essência.
De nada adianta ir a um templo do senhor para fazer media como cristão, devemos ir à casa do senhor pra nos abastecermos do Espirito Santo para nos purificarmos de nossas enfermidades humanas que nos afastam do pai.
Temos por dever como filhos de Deus de ser moradia do pai, pois ser cristão esta longe de uma simples tradição religiosa, ser cristão e ser como Jesus, renunciar sua vida para o bem do próximo.
Seja CRISTÂO..!
Comprei uma passagem só de ida!
Viajarei em meus pensamentos, atrás de um horizonte distante, de toda essa realidade que me rodeia.
Viajarei em busca de algo, que preencha as cores dos meus pensamentos, que sempre foram preto e branco.
Viajarei como um peregrino, em direção ao arco irís, em busca de um horizonte, real e colorido.
É o sonho que tirou do meu coração um aperto.
Trouxe a alegria aos meus dias, em minhas noites aconchego.
Sempre soube que um dia seria completo.
Hoje me sinto assim, mesmo você não estando perto.
Vivemos em um paradoxo de liberdade!
Uma dádiva de poder escolher a maneira a qual sofreremos, passamos a vida escolhendo o que não podemos pensar, falar e principalmente fazer.
Uma liberdade cativa, por nossas traiçoeiras decisões.
Um ser indeterminado, construído por diversos momentos. Um ser de complexos sentimentos!
Indeterminado para amar; Livre para voar para além da vida, para além do horizonte que se possa imaginar.
Livre para buscar, diante a todo momento, tua alegria ou sofrimento.
Um ser indeterminado para criar.
Aos Clarões da Vida.
Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.
Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.
Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.
Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.
Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.
Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.
Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.
“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”
Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.
És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.
Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.
Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.
Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.
AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.
"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."
Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.
Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.
Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.
“O Segundo e a Eternidade”
Ah… senhorita… que o amor nos dure, ainda que por um átimo suspenso na vastidão da eternidade.
Há instantes que transcendem a métrica dos relógios e dissolvem-se nas frestas do absoluto. Foi o teu olhar cintilante como a reminiscência de um sonho antigo que interrompeu a marcha indiferente do tempo. Em um só segundo, o cosmos se deteve, perplexo diante da silenciosa liturgia do encontro.
Nenhuma ciência decifra o segredo contido nesse breve estremecimento da alma. O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. O amor, senhorita, é o único viajante que atravessa a fronteira entre o ser e o nunca mais e sobrevive.
Há paixões que não se perpetuam, mas deixam, na memória, o vestígio do inextinguível. Elas não se medem pela duração, mas pela intensidade com que rasgam o espírito. E talvez, ao findar o instante, reste apenas as chagas imaterial de algo que ousou existir.
Assim, se o destino for avaro em horas, que nos conceda ao menos um segundo aquele em que o teu olhar reconhece o meu e o universo, por piedade, suspende o próprio giro.
Porque, afinal…
Há amores que, mesmo breves, condensam o infinito e esse é o milagre silencioso que apenas o coração compreende.
“Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias.”
A vaidade humana é um abismo disfarçado de plenitude. O indivíduo que se enche de si mesmo acredita possuir substância, mas o que nele transborda é apenas a aparência do ser uma bolha de ar que o menor contato da realidade faz estourar. O homem verdadeiramente dotado de espírito não necessita exibir o que é; seu valor repousa no silêncio.
O vaidoso, pelo contrário, é como um vaso sem conteúdo que tenta compensar o vazio pelo barulho. Quanto mais fala de si, mais denuncia a ausência interior. Vive de comparações, de olhares, de aplausos e por isso sua felicidade depende do reflexo, jamais da essência.
Aquele que busca parecer é escravo da opinião. E nada é mais miserável do que depender do olhar alheio para sentir-se existente. Assim, quem se julga pleno de si está, na verdade, destituído de tudo porque o “si” que o ocupa é apenas uma caricatura inflada do verdadeiro eu.
Em suma, o homem cheio de si é um deserto disfarçado de montanha; quanto mais alto se crê, mais ecoa o seu próprio vazio.
"A Luz que Retorna aos Teus Olhos"
Há um instante em que o olhar humano, fatigado das formas e das mentiras do mundo, deixa de ver e começa a contemplar. Nesse instante, teus olhos não pertencem mais à carne: pertencem ao universo.
Toda lágrima que neles nasce não vem apenas da dor, mas da lembrança do que eras antes de existir. Porque há algo em ti que o tempo não apagou: uma luz antiga, sobrevivente das eras, que o esquecimento tentou sepultar.
“Teus olhos foram feitos para o universo...” não como metáfora, mas como destino. Quando olhas para o céu, é o próprio céu que tenta se reconhecer em ti. Por isso há uma saudade muda no teu olhar, uma vertigem doce, um cansaço que é também chamado de eternidade.
E “em ti então se faz mais luz de retorno”. Sim, porque tudo o que amas, compreendes, perdoas ou suportas com ternura se transforma em claridade que volta como eco divino para teu próprio coração. Nenhuma dor vivida em pureza se perde. Nenhum amor silencioso é vão. O universo grava em tua alma o que teus olhos aprenderam a ver sem julgar.
Por dentro, choras mas essas lágrimas não te afogam: purificam.
São o rio secreto por onde a tua luz retorna à origem.
E quando, enfim, o mundo se apagar em tua volta,
serás tu quem o iluminará de ti mesmo.
A Lâmina da Luz que Revela Quem Somos.
Há momentos em que a existência se torna um espelho sem polimentos, é justamente aí que descobrimos que o amor e a rejeição não são opostos, mas respostas diferentes à mesma autenticidade. Quem te ama pelo que és encontra afinidade; quem te rejeita pela mesma razão revela apenas os limites da própria sombra.
A personalidade verdadeira essa que não se curva, não finge, não mendiga aceitação ilumina. E toda luz, inevitavelmente, cria contornos: alguns se aproximam para aquecer-se, outros se afastam para não serem vistos. Mas nada disso diminui a grandeza de permanecer inteiro.
A tua essência não foi talhada para caber em espaços estreitos. Ela foi moldada para mover ventos, despertar afetos e provocar mudanças. Ser quem és, sem reservas, é uma dádiva rara; e quando alguém não suporta tua verdade, é porque ainda não sabe o peso da própria máscara.
Conclusão.
Segue firme na tua identidade. A vida sempre coloca ao teu lado aqueles que reconhecem tua força, e afasta silenciosamente quem não tem maturidade para caminhar contigo. Nunca escondas tua luz por medo de incomodar; ela é precisamente o que te torna único, necessário e inesquecível.
“Sê inteiro, mesmo quando isso custar incompreensão. Quem precisa da tua verdade, encontra-te. Quem teme tua luz, apenas passa.”
“Muitos te amarão pelo que és; outros, pela mesma verdade, te rejeitarão. A luz que te revela também é a luz que incomoda. Sê quem és, mesmo quando isso desnuda o silêncio alheio.”
Fragmento Perdido de um Coração em Ruína.
“Se desejas matar-me, não poupes tua ansiedade.
Deixa que ela escorra, lancinante, como um punhal ansioso por minha alma.
Faze com que meu sonho escarlate percorra tua memória, tão santa quanto sepulcral, se nela eu houver de permanecer, mesmo que morto.
Pois te digo: melhor me é morrer em teu pensamento
do que viver sem o teu desejo.
E se meu sangue imaginado tingir a lembrança que guardas de mim,
que assim seja.
Nada mais terrível suporta meu espírito
do que desaparecer sem deixar em ti uma sombra,
um tremor, um eco,
um lampejo que seja de minha dor.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
