Poemas para Desejar um Feliz Aniversario
Em um mundo tão vasto, você apareceu,
Com seu sorriso radiante, meu coração acendeu.
Teus olhos são estrelas que brilham na noite,
E ao seu lado, tudo se torna mais doce.
Sua risada é música que embala minha alma,
Uma melodia suave que traz tanta calma.
Sapekinha travessa, cheia de encantos,
Com você, cada momento é repleto de prantos.
Nós dançamos juntos na chuva da vida,
Cada passo com você é pura alegria sentida.
Teus sonhos são flores que quero cultivar,
E em cada pétala, meu amor vou deixar.
Você é a luz que ilumina meu caminho,
A razão do meu riso, o motivo do carinho.
Juntos somos versos de uma linda canção,
Uma história de amor escrita com o coração.
Então venha comigo, vamos juntos sonhar,
Na dança da vida, sempre a nos amar.
Sapekinha adorada, você é meu lar,
E neste poema, meu amor vai ficar.
Aquele perfume em meu carro,
verde também é a cor do amor!
— um laço de vento,
um riso no ar.
Cheiro que invade,
cor que não sai.
Leve mistério que eu quero abraçar.
" PERDIDO "
Nem sempre falarei, aqui, de amor
por meio de um soneto me inspirado!
Às vezes é melhor ficar calado
pra não colher encrenca e dissabor!
Contraditório, o amor! É bom de um lado
e, de outro, a mais completa confusão
que se perfaz, num tempo, de paixão
e nos remete, após, a triste estado.
Mas a poesia é feita dele e, assim,
eu tenho aqui por conta que ele, enfim,
precisa ser, melhor, é compreendido…
Não falarei de amor nalgum soneto,
se é ruim, se é bom, se branco ou preto,
mas se dele calar-me, estou perdido!
" ESQUEÇA "
Passou, jogou-me o olhar feito em malícia
acompanhado de um sorriso ao rosto
e ali se fez o curso, então, proposto
de que, lhe ter, seria uma delícia!
Vontade de provar-lhe a carne, o gosto,
mas isso se faria uma estultícia..
Teria, ao fim, história é pra polícia
e assunto, de luxúrias mil, composto.
Sorri de volta, a lhe guardar segredo
de qual seria o rumo desse enredo
que já não tinha nem pé nem cabeça…
Não sou mercadoria de vitrine
e antes que isso, em vendaval, culmine
melhor deixar prá lá. É fato. Esqueça!
Estás sempre bela como as cores da aquarela
Um dia depois do teu abraço meu peito clama teu espaço.
Teus olhos cor de castanhas
E o seu beijo me deixa mais alto que mil montanhas.
Amo seu jeito meigo de me abraçar
Meu amor sempre clama tua presença
O seu beijo faz-me despedaçar curando quaisquer doenças.
" PEREGRINO "
O tempo é um caminhante, um peregrino,
que não olha pra trás; só segue adiante
deixando, o que passou, longe, distante
sem se importar se é cura ou desatino!
Da vida, ele é parceiro, fiel amante
que lhe concede o mais precioso ensino
selando, pra com todos, seu destino
a caminhar em passo, enfim, constante.
Há quem lhe vai atrás à todo custo
e quem se senta à espera achando justo
que ele não pare o curso de passagem…
É um peregrino, o tempo! Não tem pressa!
Ninguém nem mesmo sabe onde começa
nem onde irá parar a sua viagem!
A Jornada do Peregrino
Um peregrino trilhava um caminho sinuoso, guiado por seus princípios. Ao longo da jornada, encontrou companheiros que o desviaram do caminho, seduzindo-o com vícios e distrações.
O Chamado da Consciência
Mas o peregrino, fiel à sua essência, ouviu o chamado da consciência, que o fez lembrar do seu início e do propósito da sua jornada. Com determinação, abandonou os vícios e retomou o caminho.
A Transformação
Ao longo da jornada, o peregrino passou por uma transformação profunda. Seus princípios se fortaleceram, e sua consciência se expandiu. Ele se tornou um guia para outros, compartilhando sua sabedoria e experiência.
A Batalha Interior
Um guerreiro sábio sabia que precisava vencer três inimigos internos para alcançar a verdadeira vitória: a Ganância, a Ambição Desmedida e a Ignorância.
A Estratégia
Ele decidiu enfrentá-los um a um, começando pela Ganância. Com a espada da moderação, ele cortou as correntes que o prendiam à busca excessiva por riqueza e poder.
A Vitória sobre a Ambição
Em seguida, ele enfrentou a Ambição Desmedida, usando a armadura da humildade e a espada da sabedoria. Ele percebeu que a verdadeira grandeza vem da virtude e da compaixão, não da busca por poder e reconhecimento.
A Iluminação
Finalmente, ele enfrentou a Ignorância, iluminando sua mente com a luz do conhecimento e da sabedoria. Ele percebeu que a verdadeira sabedoria vem do autoconhecimento e da compreensão.
A Vitória
Ao matar os três vícios, o guerreiro sábio alcançou a verdadeira vitória: a paz interior, a sabedoria e a liberdade. Ele havia conquistado a si mesmo e estava pronto para enfrentar os desafios do mundo.
As lágrimas da melodia
O choro da meia-noite,
um ar de melancolia;
A melodia é aguda,
mais escura que a própria noite.
Meu fone é alto,
tentando me fazer sair desse mundo;
alimentar meu pensamento;
me fazer esquecer tudo.
Nada pode substituir,
minha música melancólica,
que me faz me esvair,
e apenas o som fica.
Emoções em Estações
Assim como a primavera,
É florido e quente,
sempre se espera,
é um conforto contente.
Também é como o inverno,
tudo fica deserto,
o tempo passa devagar,
dói até cansar.
Massacrador como o verão,
uma sede sedenta sem comparação.
Que pode alegrar,
mas muito vai machucar.
Vejo no amor um véu de silêncio e incerteza... figura que se insinua entre o sensível e o inteligível, como a sombra nas paredes da caverna: ora abrigo que consola, ora ilusão que se desfaz ao se voltar para a luz.
E, paradoxalmente, reconhecer esse véu é, por si, uma forma de clareza... como se a própria dúvida fosse um indício de profundidade, e o enigma, uma morada possível para aquilo que não se deixa capturar por inteiro.
O que já passou...
Quando eu era criança,
Via o mundo como um caleidoscópio,
O sol refletia alegria,
tinha um olhar de esperança.
Com o passar dos anos,
tudo se tornou uma memória borrada,
via apenas os danos,
virei uma alma condenada.
Como queria voltar a ser criança,
que não tinha uma memória criada,
nem uma mente arranhada,
apenas vivia de alegria e graça.
Animal de um dia
Tenho um corpo
e ele sangra o tempo.
Tenho um nome,
mas o vento já não lembra.
A vida -
essa prostituta divina -
me beija com dentes,
e ri.
Sou só um bicho
que sonha
com a eternidade.
Você
Você, que dita o caminho
Do seu grande destino.
Você roda, roda, perdido, igual a um moinho.
Você fala, fala como se fosse mais um amigo,
Mas, no fundo, você só quer
Mais um abrigo qualquer.
Todos temos nossos demônios,
E, com isso, não temos nada a fazer.
Temos, sim — mas não sei...
Quando o dia nascer, cor ancestral,
Você vai ver que nada é real.
Essa semana não posso andar demais,
Não posso amar, porque sempre ando.
Sempre que puder, vou tentar escrever
Algo assim, só pra você ter.
Somos todos irmãos, não importa a religião,
Mas há algumas que não têm respeito:
Quase sempre buscam defeito onde não há,
Vivem achando que estão sãs.
Mas é noite, e Deus ama a todos.
Está a assistir seu episódio novo,
Assinando sua vida
Em seu sofá,
Nada para falar,
Com sua pipoca ao lado,
Talvez já estamos condenados.
Instantes
A vida é boa, de fato.
Mas a felicidade
é um enigma sem tradução,
uma chama que dança
no vento do acaso,
iluminando breves instantes
antes de se perder
como areia escorrendo
pelos dedos distraídos
de quem tenta aprisioná-la.
Não há palavras
que a definam,
nem mapa que revele
onde repousa.
Ela surge sem aviso,
num sorriso que rompe
a monotonia dos dias,
num abraço que se prolonga
além da urgência
e da insegurança.
É indescritível,
porque não se fixa
no intervalo de uma frase
nem se dobra
ao tempo de uma vida.
Quando nos toca,
é silêncio e pulsar,
uma vertigem de ser
sem o peso da identidade,
um vislumbre de essência
quando esquecemos
de existir.
Noite vazia/cheia
O silêncio da noite
Um show estrelado por estrelas
Interpretam um silêncio
Um silêncio tranquilo
E tão inquieto, perturbador,
Assustador… como entender?
Depois de um dia cansativo
Chega por fim a noite vazia
Em que tudo e nada acontece
Onde pessoas e animais descansam
Ou uma invasão e roubo de algum humano
Onde animais acordam e vão viver a vida
Ou melhor pessoas com uma tal insônia
Algo que faz não conseguirem dormir
Por muitos motivos isso pode acontecer
Em cada olhar, um universo se revela,
Teus olhos são estrelas que enfeitam minha tela.
Teu sorriso, um sol que ilumina meu ser,
Com você ao meu lado, aprendi a viver.
Teus abraços são lares onde quero ficar,
Um refúgio seguro, onde posso sonhar.
Cada palavra sua é música para mim,
Uma doce melodia que não tem fim.
Nos caminhos da vida, juntos vamos andar,
De mãos dadas, prontos para nos aventurar.
Nos momentos de riso e também de dor,
Estarei sempre aqui, te cercando de amor.
Amo cada detalhe do seu jeito de ser,
Teus sonhos e medos, quero conhecer.
Você é a razão do meu coração pulsar,
A musa da minha vida, meu eterno lar.
Então venha comigo, vamos juntos sonhar,
Na dança do amor, sempre a nos amar.
Pois o que sinto por você é puro e profundo,
Um amor infinito que transcende o mundo.
Poesia sem título.
Mais do que um belo olhar
mais do que um belo sorriso
Sua energia me faz bem
E transmite paz ,quando estou perto de ti ou até mesmo longe consigo sentir algo
Muito bom vindo do seu espírito
Você me faz acreditar que ainda existe algo bom no mundo
Num mundo onde quase tudo é cinza ,você chegou pra ser as cores que faltam
E quanto mais eu gosto de você,mais eu gosto de mim ,e isso faz você diferente de todas as outras pessoas , oque te torna única.
Sei que é difícil arriscar ,pois você sabe que talvez não tenha volta porque você começa a se sentir insegura, mesmo sabendo de si. Tem medo do desconhecido.
Eu sou o desconhecido
Início do Fim
A morte
não é um golpe final,
nem o apagar abrupto
de uma chama que ardeu em vão.
Ela começa
no primeiro sopro de vida,
como um murmúrio ancestral
gravado na espinha dorsal do tempo,
uma promessa silenciosa
de que tudo que nasce
traz em si
o prenúncio de partir.
Somos nós
quem tenta adiá-la
ou apressar sua chegada,
como se a permanência
fosse um direito herdado,
como se o fôlego
fosse posse
de quem o exala,
esquecendo que o ar
é só um empréstimo
da eternidade.
Entre o nascer
e o desfolhar da última pétala,
somos intérpretes falhos
de um roteiro
traçado pelas mãos do acaso,
dançando na corda bamba
do existir,
prolongando cada passo
como se a terra
não estivesse sempre
a um deslize
de nos tragar.
A morte
não é antítese da vida,
mas sua sombra inseparável,
um vulto paciente
que nos acompanha
até o instante
em que já não há mais corpo
para projetá-la,
quando o vazio,
enfim,
reivindica o espaço
que sempre lhe pertenceu,
e nós,
como poeira,
nos dissolvemos
no ventre do universo.
