Poemas para Desejar um Feliz Aniversario
Nessa vida vamos embora
Mas o amor não morre
Vc faz parte do meu amor
Um dia continuaremos o amor na eternidade!!
Um dia de sol
Um dia de chuva
O nosso amor ao sol
E debaixo da chuva
O amor acontece
Quando os aconchegos
De um olhar
De um sorriso
De um beijo
De um abraço
Se conectam
Encontra-se no amor
Um roteiro ao paraíso
Supremacia é amar
Acontece o amor
Quando os dois se sentem
Um
Respeito a individualidades
Somos um
Estando juntos
Somos um
Estando distante
Somos um
Resquício de alguém. Aconteceu o amor.
Avistar o pôr do sol
Ouvir o barulho da chuva
O cair da noite iluminada
Um abraço apertado
Um sorriso deslumbrado
Na praia sentir a areia nos dedos
O bronzeado
Entre olhares apaixonados
Um beijo suave
De mãos dadas
No caminho entre as flores
O amor no auge
Contempla
Dois enamorados.
Ah O AMOR
Um abraço
Que aperta
Um sorriso
Que deslumbra
Um beijo
Que não se esquece
Um canto
Que encanta
Um vaso
Que enfeita
Um poeta
Que toca
Um beija-flor
Que embeleza
Um luar
Que lindo
Um sol
Que bronzeado
Um amanhecer
Que recomeço
Um por do sol
Que bela vista
Um trabalho
Que transforma
Um chover
Que florido
Um ser
Que ama
Um inicio
Que luz
Um fim
Que saudade
Um Deus
Que início
Sem fim.
Um segundo
Uma oportunidade
Um minuto
Uma saída
Uma hora
Um desfecho
Um dia
Um propósito
Uma semana
Um planejamento
Um mês
Uma estratégia
Um ano
Um ciclo
Uma década
Um sonho
Um seculo
Um tempo
Uma vida
Um fim - REFLEXÃO.
"Viver os outros ou viver eu mesmo
Iludir-se ou buscar a utópica verdade
ser um ignorante feliz ou um pensador frustrado
julgar ou sensibilizar-se”.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
Um sorriso negro, um abraço negro, traz felicidade...
Esse é o sorriso de quem aprendeu a valorizar pequenos momentos como se fosse grandes momentos.
É o sorriso de quem passou reconhecer os verdadeiros familiares e amigos, e fazendo com que às pessoas em volta se sentissem importante.
O tempo voa.
A vida passa muito rápido.
Não podemos deixar de sorrir,
De brincar, de ser amigo dos verdadeiros amigos. Faça questão de está ao lado de quem faz questão da sua presença. Faça essas pessoas sorrirem, e sorriam juntos.
Ame mais. Perdoe mais.
Ai quando você pensar em desistir, você vai perceber que não pode. Pois muitas pessoas se inspiram em você.
E quando eu penso em você
O sentimento é tão intenso
É um grito no silêncio
Um adeus que sempre penso
E eu tenho medo. Medo de não existir um amanhã em que eu possa me refazer.
Medo de me tornar pior do que sou hoje.
Medo de que até esse amanhã, que eu tanto acredito que virá, simplesmente não venha. Um amanhã que nunca vem.
E eu me prendo à possibilidade e, talvez, esqueça de viver o hoje.
Preciso RE-NAS-CER!!!!
🎨 Aquarela do Entardecer
Em um dos encontros da noite com o dia, na chegada de mais um final de tarde, o céu estava azulado.
Parecia uma linda pintura especial de aquarela, admirável sem muitos detalhes.
O vislumbre de algumas nuvens com alguns toques singelos da natureza;
Um pouco da sua cor verde se destacando em meio àquele azul tranquilo tão cativante a olho nu,
Reforçando a ideia de que a simplicidade, de fato, pode ser incrível mesmo diante de algo tão comum.
Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.
Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre
O autocuidado é um ato de amor
Bem-vindas ao Outubro Rosa,
Se ame, se cuide, se toque,
Mostre a força que está em você,
E o amor próprio sempre nos toque.
Que cada gesto seja luz,
Que cada toque seja vida,
A prevenção é quem prolonga a vida,
E a coragem nunca será vencida.
Somos pétalas em flor,
Mesmo quando o medo ecoa,
O autocuidado é puro amor,
E cada mulher tem luz que não se apaga.
Anasantosescritora
Rasgou as velhas roupas do passado como quem corta cordas invisíveis. Cada fio que caía era um sopro de liberdade, uma promessa de si mesmo que não se enrolaria mais em nostalgias fáceis. O prazer momentâneo sussurrava em cada canto — o chamado das mesas cheias, dos abraços sem compromisso, dos consolos rápidos — mas ele fechava os ouvidos.
Escolher o melhor para si é coragem que não se veste de glamour. É se colocar inteiro diante do mundo e dizer: “Não mais me contentarei com migalhas, mesmo que doces.” Há uma dor doce nisso, um aperto nos ombros e no coração, porque renunciar é um rito silencioso que só o próprio corpo entende.
Mas há também poesia no sacrifício. Cada passo para longe do que não serve é um avanço rumo à plenitude que ninguém pode roubar. É o gosto de um vinho guardado, saboreado depois de anos, ou o perfume das flores que crescem em solo inesperado, intenso, solto, sem pressa.
Ser gentil consigo mesmo não é indulgência; é firmeza. É reconhecer que você merece o melhor, ainda que seja caro, ainda que seja solitário, ainda que precise atravessar tempestades interiores. É aceitar que a reconstrução dói, que a vida não se repete nem se empresta, e que a cada manhã há um pedaço de você que renasce.
Reviver é isso: um gesto íntimo, visceral e silencioso. É dançar com suas próprias feridas, abraçar a coragem que faz do abandono do velho uma vitória e da escolha consciente, o maior dos prazeres.
Caminhar lado a lado exige um gesto raro: deixar as ideias descansarem um pouco. As ideias são bonitas, mas traiçoeiras. Nelas, todos somos perfeitos. O filho ideal só existe no pensamento. A mãe ideal também. No mundo das ideias, ninguém falha, ninguém se desespera, ninguém diz a palavra errada na hora errada. É um lugar confortável demais para caber gente viva.
Viver de verdade com alguém é aceitar que o real é meio torto. Que há dias em que a voz falha, a alma murcha, o cansaço transborda. É ter coragem de amar o que existe, não o que imaginamos. E isso é mais difícil do que parece, porque a imaginação é uma costureira habilidosa: ajusta, corta, embeleza. O real, não. O real é áspero, às vezes. Mas é nele que moram os encontros que mudam a vida.
Cada um é o que é. Faz o que dá conta. Ama como aprendeu. E isso não é desculpa: é condição humana. Amar sem tentar caber no molde do outro é um ato de generosidade. Um jeito bonito de dizer: eu te vejo, não pelo que projetei, mas pelo que você realmente é — com suas frestas, suas travessias, suas partes desordenadas.
O amor verdadeiro não exige perfeição. Exige presença. Exige humildade para desfazer fantasias antigas e coragem para ficar, mesmo quando o castelo que imaginamos vira chão. Prosseguir amando, mesmo quando a realidade desmonta o sonho, é um gesto de maturidade que poucos sustentam.
São poucos os amores que suportam a pureza do real. A maioria prefere a maquete. Eu, não. Prefiro a casa habitada, mesmo com as rachaduras. O afeto que existe, mesmo com as falhas. O caminho compartilhado onde dois humanos, imperfeitos e inteiros, aprendem a caminhar juntos — não pela ideia do que deveriam ser, mas pela beleza do que são.
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
Há um ruído antigo em mim — não sei se nasce do peito ou das paredes internas. Um som que pergunta, sem mover a boca, se minha presença é respiro ou incômodo. Não pergunto aos outros; pergunto ao silêncio. E ele sempre responde: depende.
Depende de quê?
Talvez da sombra que ainda carrego — essa que aprendeu a duvidar do que é oferecido com ternura, como se o afeto tivesse validade curta.
E não é por falta de amor; não faltou.
É que, em algum ponto sensível da minha história, aprendi que tudo pode virar silêncio sem aviso. Cresci assim: não desconfiado das pessoas, mas das marés. Meio alerta, meio cético, inteiro faminto do que é seguro.
Há em mim um eco que hesita diante do amor mais evidente — não por falta de provas, mas por excesso de memória. Uma parte minha vigia a porta mesmo quando não há perigo.
E o curioso é que eu sei que sou querido.
Mas há uma porção antiga — leal às dores que sobreviveram — que pergunta: “e se for só gentileza?”
Às vezes imagino que essa dúvida é um animal. Mora em mim. Cheira o amor antes de deixá-lo entrar. Rosna quando alguém chega perto demais — não por recusa, mas por medo de desmanchar.
E a cura?
Talvez seja deixar esse animal cansar.
Permitir que o amor chegue devagar, até o corpo entender que não é ameaça: é colo.
Ou aceitar que essa dúvida é profundidade — alguns de nós amam em camadas, e o afeto precisa atravessar labirintos para chegar ao centro.
E no meu centro existe um lugar que sempre soube que sou amado.
Mas às vezes ele cochila — e o mundo fica estrangeiro.
Basta um olhar verdadeiro para tudo despertar.
E eu lembro, mesmo que por instantes:
não estou sendo tolerado, há morada nos amores que me abraçam.
(“O lugar onde o amor cochila”)
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