Poemas para a Minha Mãe

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"Eu sempre ouvia que 'Mãe não tem rima'. Isso desde meu tempo de menino na escola. Por anos e anos foi assim, até que... Até que alguém falou e mostrou que um único sujeito (gênio, por sinal) conseguiu rima para a palavra Mãe. Só ele chegou a isso e é impressionante. O sujeito que conseguiu é mesmo gênio!"

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"Já esta atribuíram a Kung Fu Tsé: 'O Homem sem dinheiro só a Mãe o ama!' Se é verdade? Não sei... Nem conheci Minha Mãe!"

0511 "Alguns 'humoristas' só sabem fazer o tipo de 'humor' que esculhamba os outros, a mãe dos outros, os filhos dos outros... Nunca eles proprios!"

Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).

Ser mãe solteira é um ato de coragem e amor incondicional. Eu enfrento desafios diários, mas também experimento uma conexão profunda e única com meus filhos. Sou forte, capaz e amada, não apenas pelos meus filhos, mas por mim mesma. Eu sou um exemplo de resiliência e determinação. Continuarei sendo eu mesma. Não preciso de ninguém para validar minha existência ou minha capacidade de amar.

⁠“Na mãe habita a mais profunda metáfora do cosmos: dar existência, sustento e sentido, mesmo quando a si mesma nega. Nela, a vida manifesta seu propósito mais alto: criar, proteger e amar.”

O poder de uma mãe é tão influente quanto um rio que corre em direção ao mar, até tornar-se um só com ele.

Mãe é o lugar onde o amor de Deus resolveu morar para que a gente nunca se sentisse sozinho.

No coração de uma mãe, Deus acende luzes que nem o tempo consegue apagar… ela ora em silêncio, ama sem medida e transforma pequenos gestos em eternos abrigos de amor.

O amor de mãe é imenso, é um amor que acolhe, protege e permanece, independentemente do tempo ou das circunstâncias.

Ela é menina quando quer, mulher quando precisa ser, mãe sem folga, amiga para toda hora... Mas de todas as suas versões, a que ela mais ama é a que é despertada quando ela recebe atos de reciprocidade, como os de amor. 🥰💞❤️

Se o seu pai ou a sua mãe tem saudades de quando você era mais novo só quando perde uma discussão, é porque eles têm saudade da época que você era burro e controlável.

Você pode ficar bravo que a sua mãe te disse que ia comprar na volta, mas ela não quis te desapontar ou jogar na sua cara.

Não adianta repetir por osmose o mandamento de honrar pai e mãe se você vive ofendendo e irritando o próprio filho.

Nem todo pai ou mãe aprendeu a amar do jeito que você sonhava… e, muitas vezes, nem do jeito que eles mesmos gostariam. Muitos carregam marcas da própria infância, silêncios que gritam, carências que nunca foram preenchidas. Mas alguns, mesmo com todas as feridas, escolhem se reinventar, quebrar padrões, reaprender o que nunca lhes foi ensinado. É um ato de coragem que nem sempre os filhos compreendem, porque crescemos esperando que eles já soubessem tudo.

⁠A Natureza é uma mãe que foi violentada pelos homens por causa de Ambição e poder.

"Ser mãe é ser raiz e asa ao mesmo tempo. É honrar o passado enquanto a gente constrói o futuro com as próprias mãos. Hoje o meu coração transborda por tudo o que vivemos e por tudo o que ainda vamos criar. Feliz dia para todas nós que transformamos amor em força todos os dias!
-------- Eliana Angel Wolf⁠

"A gente muda, o mundo gira, mas o papel de mãe é o que nos mantém firmes. É na doação diária que a gente se encontra e se renova. Um brinde às pequenas alegrias e aos grandes desafios que só a gente entende. Feliz Dia das Mães!
------ Eliana Angel Wolf⁠

A primeira nota musical que ouvimos foi no ventre de nossa mãe. O tum...tum...tum...do coração dela era a canção especial com que a vida nos brindava naquele momento.

Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.