Poemas Infantis sobre a Paz
O dever de cada um dos angolanos face a Independência é preservar o sonho daqueles que tombaram para ver esta terra em paz e em glória.
Felicidade é descobrir o que te faz bem, sem precisar ter o que os outros possuem para serem felizes.
Ninguém peca de todas os jeitos mas todos pecam de algum jeito.
Não julgue o próximo só porque ele comete um pecado diferente do seu.
O Passado liberta quando nele só ficou o bem a ser lembrado e não há culpa por ter errado, e sim a consciência tranquila por ter somente ajudado e orgulho por ter caído e levantado .
Normalmente quem gosta de ler, não comete erros de português, leitores não são assassinos da gramática!
Eu não estou aqui para agradar e tão pouco desagradar, eu estou aqui para viver.
E principalmente, não ter a vergonha de ser feliz.
Que a gente saiba valorizar os detalhes de cada dia...
Que junho venha carregando Fé e alegria e por onde eu passar que eu deixe boas energias.🐞
O verdadeiro sábio é aquele que conhece o seu próprio eu e domina as suas emoções; do contrário, é um mero espectador fora de si.
Quando te julgarem sem saber da sua história, lembre-se: sua verdade não precisa de plateia. Precisa de paz.
Dentre todos os sorrisos, o mais belo não é o da Felicidade, mas o da Serenidade, que é quando você olha para baixo e sorri para si mesmo.
A entropia naturalmente nos conduz da infância à velhice. Todavia, a maturidade só é alcançada perante a ascensão da serenidade.
Queres ser lembrado? Seja então visto, de má forma ou de bem! Sendo o assunto do momento, você sempre terá seu nome nos comentários. Pague o preço da sua paz com o seu anonimato e quem te procurar é quem sabes quem tu és.
Na vida você terá dois pesos e duas medidas.
Mas a cara e a coroa tem o mesmo valor, basta você escolher o melhor para si.
O que diferencia um monge de um homem comum, não é a quantidade de ira que é possível suportar, mas a quantidade de paz que é possível oferecer
Não se engane, não se torna mais pacífico aquele que carrega uma adaga ao invés de pedras nas mãos
No final de tudo, todas as trincheiras, bombas, armas e vidas perdidas, de uma guerra perfeitamente evitável, tornar-se-ão amuletos banais de uma paz frágil e insustentável
