Poemas famosos de Silêncio
Há um silêncio que não cala — entre o sopro do mundo e a carne da dúvida, é lá que o ser se inventa.
Pra semana que começa, que Deus nos surpreenda em silêncio: no detalhe, no cuidado invisível, na resposta que chega sem aviso. Que a fé sustente e o coração reconheça cada bênção.
Uns mostram alegrias, outros tristezas, durante o silêncio e a perseverança das obras empreendedoras de Jesus.
Eu não confronto a dor deles; eu a envolvo em silêncio luminoso, confiando que o amor maior sabe o momento exato de transformar sofrimento em sabedoria.
Desabafar em silêncio não é fraqueza, é um escudo, muito melhor do que expor sua vida a ouvidos e bocas que desejam o seu mal.
A vida segue com suas voltas e caminhos, e há instantes em que o silêncio nos encontra, seja como merecimento, seja como escolha.
Que os sorrisos sejam meus melhores amigos, que o meu andar em silêncio seja traduzido em versos, que as minhas referências sejam sempre bons compartilhamentos de alegrias.
O silêncio ritual não é ausência de som, é alinhamento; nele, o espírito encontra espaço para reorganizar aquilo que estava em desordem.
Há amores que nascem no silêncio e há outros que chegam como uma ventania, bagunçando tudo o que parecia certo.
Talvez seja esse o tipo de amor de que Deus mais gosta: o que desafia o previsível, o que não cabe nas expectativas do mundo, mas encontra repouso na vontade d’Ele.
O urbano, o vento, o silêncio e um olhar observador sobre o espaço à sua frente, pronto! A arte se impõe.
A censura, a mentira, o barulho e um olhar intolerante sobre o fato à sua frente, pronto! A cizânia se impõe.
Há quem se esconda em mágoas, quem se abrigue em culpas, quem construa refúgios de silêncio e dor. Mas há também quem encontre refúgio em Deus, em um abraço, em um café quente, em uma esperança que insiste em não morrer.
Confie nos momentos de silêncio.
É neles que a fé se fortalece e que Deus nos ajuda a descobrir uma força interior que só o Seu amor desperta.
Meu silêncio me assistiu e com certa descrição grita pelo acalento que se perdeu entre a paixão;
Meu olhar se faz sincero, mas sei que ninguém me percebe o quanto sou humano com valor mais que incerto;
Não interprete erradamente o meu silêncio, pois o mesmo pode estar analisando uma forma mais adequada de acalentar as tuas aflições, que tanto os seus olhos falam a mim que invadiu o teu ser;
Deixe que te julguem, te aponte ou desdenhe a sua capacidade, pois o silêncio alimenta a sabedoria de quem tem a razão;
Se eu sofrer será no meu silêncio, gritando em meus versos mais intensos sobrepondo certezas ao meu coração;
Quando a razão quer o silêncio da noite e a inspiração o barulho do dia, as palavras borbulham como ácido no coração;
O silêncio, não é o dito pelo não dito... É a variação de quem não tem o que dizer e falar o que não é preciso;
É a circustância de se guardar pela máxima do covicto... Porque eu falo o que é necessário, eu digo e repito!
