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Poemas Espirituais

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Não quero explodir a sua dimensão como se fosse bola de soprar, mas tocá-la suavemente e sonhar que lhe vejo nos campos elísios.

Inserida por Valdirdomiciano

"Deus não criou o mal. Estabeleceu leis e estas são sempre boas, porque Ele é soberanamente bom. Aquele que as observasse fielmente seria perfeitamente feliz; mas, dotados do livre-arbítrio, os Espíritos nem sempre as observam, sendo o mal o resultado de sua desobediência. Pode, pois, dizer-se que o bem é tudo o que é conforme à lei de Deus e o mal tudo o que é contrário a essa mesma lei."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Sendo soberanamente justo e bom, Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por faltas temporárias; a todos sempre oferece os meios de progredirem e repararem o mal que fizeram. Deus perdoa, mas exige o arrependimento, a reparação e o retorno ao bem, de sorte que a duração do castigo é proporcionada à persistência do Espírito no mal. Por conseguinte, o castigo só seria eterno para aquele que eternamente permanecesse no mau caminho; desde, porém, que um lampejo de arrependimento penetre o coração do culpado, Deus estende sobre ele a sua misericórdia. A eternidade das penas deve, pois, entender-se num sentido relativo e não em sentido absoluto."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"O esquecimento das existências anteriores é um benefício concedido por Deus que, em sua bondade, quis poupar ao homem recordações quase sempre penosas. Em cada nova existência, o homem é o que ele mesmo se fez: para ele cada uma delas é um novo ponto de partida; conhece seus efeitos atuais, sabe que esses defeitos são a conseqüência dos que tinha antes e daí conclui o mal que possa ter cometido. Isto é suficiente para que trabalhe por se corrigir. Se outrora teve defeitos de que já se livrou, não tem mais que se preocupar com eles; bastam as suas imperfeições presentes."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Se a alma não viveu antes, é que foi criada ao mesmo tempo que o corpo. Nessa hipótese, nenhuma relação pode haver entre ela e as que a precederam. Pergunta-se, então, como é que Deus, que é soberanamente justo e bom, a tenha responsabilizado pela falta do pai do gênero humano, maculando-a com um pecado original que ela não cometeu. Dizendo-se, ao contrário, que traz ao renascer o gérmen das imperfeições de suas existências inferiores, que sofre, na existência atual, as conseqüências de suas faltas passadas, dá-se do pecado original uma explicação lógica, que todos podem compreender e admitir, porque a alma só é responsável por suas próprias obras."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"A diversidade das aptidões inatas, morais e intelectuais, é a prova de que a alma já viveu. Se houvesse sido criada ao mesmo tempo que o seu corpo atual, não estaria conforme a bondade de Deus o tê-las feito umas mais adiantadas do que outras. Por que selvagens e homens civilizados, bons e maus, tolos e inteligentes? Dizendo-se que uns têm vivido mais do que outros e adquiriram mais do que estes, tudo se explica."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Se a existência atual fosse única e só ela devesse decidir do futuro da alma na eternidade, qual seria a sorte das crianças que morrem em tenra idade? Não tendo feito bem, nem mal, não merecem recompensas, nem punições. Sendo cada um recompensado segundo suas obras, conforme palavras do Cristo, elas não têm direito à perfeita felicidade dos anjos, nem merecem ficar privadas dessa felicidade. Dizei que poderão, noutra existência, realizar o que não puderam fazer na que foi abreviada e não mais haverá exceções."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Pelo mesmo motivo, qual seria a sorte dos cretinos e dos idiotas? Não tendo nenhuma consciência do bem e do mal, também não têm nenhuma responsabilidade de seus atos. Deus seria justo e bom se tivesse criado almas estúpidas para votá-las a uma existência miserável e sem compensação? Admiti, ao contrário, que a alma do cretino e do idiota é um Espírito em punição num corpo impróprio a transmitir o seu pensamento, no qual se acha como um homem comprimido por fortes laços, e nada aí tereis que não seja conforme à justiça de Deus."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

“O grande problema é que as pessoas estão predispostas a SENTIR, quando na verdade deveriam estar predispostas a ouvir a Palavra; O anjo do senhor apareceu a Cornélio e disse, vai procurar Pedro e ao encontrar-lo vocês vão aprender sobre a palavra! Enquanto Esperam o espiritual, o mesmo se manifesta e diz vai ouvir a palavra”.

Inserida por Andymorais

"Os males que afligem os homens na Terra têm por causa o orgulho, o egoísmo e todas as más paixões. Pelo contato de seus vícios, os homens se tornam reciprocamente desgraçados e se punem uns aos outros. Se a caridade e a humildade substituírem o egoísmo e o orgulho, eles não mais buscarão prejudicar-se mutuamente. Respeitarão os direitos de cada um e farão que reinem entre si a concórdia e a justiça."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Mas, como destruir o egoísmo e o orgulho, que parecem inatos no coração do homem? - O egoísmo e o orgulho existem no coração do homem, porque estes são Espíritos que desde o princípio seguiram o caminho do mal e foram exilados para a Terra, punidos por aqueles mesmos vícios; é esse ainda o pecado original de que muitos ainda não se despojaram. Pelo Espiritismo, Deus vem fazer um último apelo à prática da lei ensinada pelo Cristo: a lei de amor e de caridade."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Ao passo que a geração proscrita vai desaparecer rapidamente, uma nova geração surge, cujas crenças se fundarão no Espiritismo cristão. Assistimos à transição que se opera, prelúdio da renovação moral, cujo advento o do Espiritismo marca."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"A importância que o homem liga aos bens temporais está em razão inversa da sua fé na vida espiritual. É a dúvida quanto ao futuro que o leva a procurar suas alegrias neste mundo, satisfazendo às suas paixões, ainda que à custa de seu próximo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Muitas vezes o homem é o artífice de sua própria desgraça neste mundo. Que remonte à fonte de seus infortúnios e verá que estes, em sua maior parte, resultam da sua imprevidência, do seu orgulho e da sua avidez e, por conseguinte, das suas infrações às leis de Deus."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Deus fez os homens fortes e poderosos para serem o amparo dos fracos. O forte que oprime o fraco é maldito de Deus. Muitas vezes recebe o seu castigo nesta vida, sem prejuízo dos reservados ao futuro."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"O ambicioso que triunfa e o rico que se compraz nos gozos materiais são mais passíveis de compaixão do que de inveja, pois é preciso levar em conta o reverso. O Espiritismo, pelos terríveis exemplos dos que viveram e que vêm revelar sua sorte, mostra a verdade destas palavras do Cristo: "Aquele que se elevar será humilhado e aquele que se humilhar será exaltado"."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"A caridade não consiste apenas na esmola. Há caridade por pensamentos, palavras e obras. É caridoso por pensamentos aquele que é indulgente para as faltas do seu próximo; caridoso por palavras o que nada diz que possa prejudicar ao seu próximo; caridoso por obras quem, na medida de suas forças, assiste o seu próximo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"Com o egoísmo, os homens vivem em luta perpétua; com a caridade viverão em paz. Só a caridade, servindo de base às suas instituições, lhes assegurará a felicidade neste mundo. Segundo as palavras do Cristo, só ela também lhes pode assegurar a felicidade, porque encerra implicitamente todas as virtudes que os podem conduzir à perfeição. Com a verdadeira caridade, tal como a ensinou e praticou Jesus, nem ciúme, nem maledicência, nem apego exagerado aos bens deste mundo. Eis por que o Espiritismo cristão tem por máxima: "Fora da caridade não há salvação"."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

"O fluido que compõe o perispírito penetra todos os corpos e os atravessa, como a luz atravessa os corpos transparentes; nenhuma matéria lhe constitui obstáculo. É por isso que os Espíritos penetram em toda parte, nos lugares mais hermeticamente fechados. É uma idéia ridícula crer que eles entrem por uma pequena abertura, como o buraco de uma fechadura ou o tubo da chaminé."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

Vestimos uma roupa a qualquer momento, mas, por enquanto, só podemos vestir um corpo a cada existência.

Inserida por Valdirdomiciano