Poemas de Shakespeare o Menestrel
Ligo o chuveiro e deixo a água cair sobre minha cabeça, isso me traz uma sensação de paz e renovação. Dez segundos depois, me sento no chão e coloco minhas mãos em volta dos meus ombros, como uma forma de consolo. O choro vem e com ele diversas lembranças do que foi bom e não vai voltar, nunca mais. E enquanto chove e faz frio lá fora, dentro de mim tudo é quente, tudo arde, tudo transborda. Coloco meu pijama, me enrolo em um cobertor e faço um café. Deito na cama e espero a noite chegar para poder pensar, no silêncio da casa. No dia seguinte, me levanto com um sorriso no rosto, tentando disfarçar qualquer tipo de olhar que me entregue. Tá tudo bem. Vai ficar tudo bem. Eu repito em pensamento. Mas dói. E eu odeio doer tanto.
Quando estou com ele, tenho alguém comigo no meu luto. Alguém que conhece a arquitetura dele como eu, que anda comigo em cada sala melancólica, fazendo toda a estrutura incoerente de vento e vazio não ser tão assustadora e solitária como era antes.
O luto é uma casa que explode no ar com a menor das rajadas. O luto é uma casa cujas cadeiras se esqueceram de nos segurar, os espelhos, de nos refletir. O luto é uma casa que desaparece a cada vez em que alguém bate na porta, que se enterra no chão enquanto todos estão dormindo.
Antes de começar um truque, ele sempre olha nos olhos da pessoa e pergunta: “Você acredita em magia?”
Existem dois tipos de magia. A que parece real, mas é falsa. E a que parece falsa, mas é real. Então que tipo de magia acha que eu faço?
Parece que só temos memórias ridículas, mas foi divertido. Fico feliz por ter tido essa aventura com vocês.
(Himmel)
Viajamos por muitos lugares, não é mesmo? Tudo brilhou aos meus olhos como se fosse algo novo. E vocês sempre estiveram presentes nessas memórias.
(Himmel)
Não estou pedindo por imortalidade, é só que eu gostaria de ter um pouco mais de tempo.
(Heiter)
Se eu morrer desse jeito, tudo o que eu aprendi com ele sobre coragem, determinação e companheirismo, todas essas memórias preciosas também não desapareceriam deste mundo?
(Heiter)
Precisamos fazer panelinhas para sobreviver. Panelinhas resistem ao fogo, podem fazer comida boa e alimentam. Mas, são apenas um ítem dentro da cozinha enorme chamada Mundo, que, por sua vez, é uma poeirinha no universo. E, nós, só conseguimos fazer pequenas panelinhas. Às vezes, nem isso.
No futuro ideal, de convivência digna inteligente, todo sujeito socialmente vulnerável, (ao invés de *ALVO*), estará a *SALVO* de toda e qualquer agressão ou humilhação.
Podem me chamar de doido e de maluco em breve vcs verão o resultado e se me sabotarem aqui eu vou pra outra cidade e se me sabotarem na outra, eu vou para outro estado, vcs vão ver a sabedoria para abrir um negócio multe-cidade e mais 2 negócios milionários em 4 meses! Depois disso vou ter estabilidade financeira e se for pra competir com alguém eu vou competir.
O epitáfio que desejamos não deve ser apenas uma representação de como os outros nos veem, mas também uma manifestação de quem realmente somos e de nossos valores mais profundos. É sobre viver em alinhamento com nossos princípios e crenças, sobre ser fiel a nós mesmos
Uns mortos, jazem no além, mas sobretudo, debaixo de sete palmos de terra. Outros mortos em vida, jazem em vida, os mais desgraçados.
