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Poemas de Shakespeare o Menestrel

Cerca de 99328 frases e pensamentos: Poemas de Shakespeare o Menestrel

Não queria sentir como você se sente.
Ter o que queria bem em suas mãos mas ao mesmo tempo está a quilômetros de distância.

⁠Tudo parece mais real e vívido quando você está morrendo. Você quer sentir, saborear e amar. Mas, ao mesmo tempo, a intensidade é insuportável.

Existe apenas um pecado, um só. E esse pecado é roubar. Qualquer outro é simplesmente a variação do roubo. Quando você mata um homem, está roubando uma vida, está roubando da esposa o direito de ter um marido, roubando dos filhos o direito de ter um pai. Quando você mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando você trapaceia, está roubando o direito à justiça. Entende? Não há ato mais infame que roubar.

Nosso legado não é a quantia na conta bancária. É quem faz parte de nossas vidas e o que vamos deixar para eles.

O amor que sentimos por um filho é maior de todos os amores que encontramos durante a vida a fora, é maior que tudo.

“E ela sentia falta dele todos os dias.Mas ainda assim escolhia o silêncio.”

Existe apenas um pecado, um só. E esse pecado é roubar. Qualquer outro é simplesmente a variação do roubo. Quando você mata um homem, está roubando uma vida. Está roubando da esposa, o direito de ter um marido, roubando dos filhos um pai. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça […]

Verdade de minha alma.

A melhor maneira de viver,
É viver em Ti.
Que é a fonte do amor,
E que me faz prosseguir.

É a verdade de minha alma.
Essência do meu existir.
Criaste-me por amor,
Para eu amar em Ti.

Se vivo é porque
vives em mim.
E hoje vejo que
meu maior desejo
é repousar em ti.

Folha Morta

A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.

Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.

Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.

Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.

Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.

Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.


Autor
Ademir de O. Lima

O que é o amor ?

É se queimar sem fogo...
Chorar sem lágrimas...
Sofrer sem dor...
Sangrar sem feridas...
Sorrir sem motivos...
Desejar sem vontade...
Perder sem ganhar....
Ganhar sem perder...
Enxergar sem ver...
Sonhar sem dormir...
Buscar sem compreender...
Morrer sem viver...

O coração procura-Te

O coração angustiado está,
em desespero a te procurar
Procura-Te em todo lugar,
com esperança de te encontrar.

Choras querendo retornar,
ao seu legítimo lugar.
De ondes podes repousar
e para todo o sempre Te amar.

Vives a mendigar, a qualquer
sentimento que te faz lembrar.
Quer te contemplar e,
por ti deixar-se amar.

Eis que o vento sopra em meu rosto, em meu corpo.
Vindo de frente, refresca minha fronte, massageia meus cabelos.
E eis que me fragmento num sem-número de sementes de dente-de-leão, sopradas pelo vento.
De minha essência nada resta, pois me espalho por onde ando, por onde as sementes voam.
Quisera ser flora para te encantar, e o fora, fora um dente-de-leão. Leão manso, de altivo passo, retumbante rugido e suave respiração.
Meus cabelos, ora juba, ora inflorescência, balançam ao vento e espalham sementes de dente-de-leão pelos campos ondeantes onde ando.
Outrora rugi, outrora rosnei, outrora agarrei, mas não aguentei. Outrora, eu era. Agora, deixo de ser.
Nada detém o vento, que num redemoinho me envolve, meus fragmentos revolve, num rodamoinho me dissolve. Sou capítulo soprado.
Me fragmento num sem-número de sementes, que voam pelo vento. E na terra, em minhas pegadas de leão, nascem dentes-de-leão.

(Epitáfio anemocórico, no livro O Bruxo de Curitiba)

Água fria, que do céu cai,
revigora o verde, faz brotar.
Água quente, do mate extrai
suave amargo, faz trovar.

Tamborilando da cinza abóbada celeste, serenamente pousa nas folhas.
Verdes copas, ao balanço de uma dança, fresco sabor do ar que se enevoa.
Vento frio, de suave toque, em torvelinhos e espirais escoa.
Como é bela a canção do vento na floresta com garoa.

Deus chama a cada um para viver em sua verdade de natureza e essência, a verdade da qual Santo Agostinho mais procurava entender que no nosso interior tem Deus.

A verdade desse mistério é revelada pela nossa consciência que nos acusa diante do erro.

Deus em seu divino e eterno amor nos criou a Tua imagem e semelhança para amar, e só amando poderemos viver essa verdade.

Inserida por Ueriques

Como viver, se não viver e Ti?
Como amar, se não amar em Ti?
Como ser feliz, se não ser feliz em Ti?
Tu que és ó Senhor a Vida e o Amor.

Inserida por Ueriques

Presença real de Ti.


Quando estou a rezar,
Tua suave voz vem ressoar.
E no mais intimo de mim
vejo uma presença real de Ti.

Na oração vejo a dureza em meu coração,
que logo se quebra ao sentir Tua consolação.

Quando de joelhos a chorar,
Tua presença forte a me embriagar,
com Teu divino amor a me salutar.

Inserida por Ueriques

Eras tarde quando te encontrei,
porém cedo eu estarei
na eternidade em teus braços,
consolo infinito receberei...

Contemplo Tua face,
no refugio da aflição,
agora repouso delicadamente
na eterna paixão...

Vivo do Amado, e sou a amada...
Vivo no amor sou como uma flor,
recebo luz e produzo odor...
Sei brilhar, e sei alegrar...

Sou como abelha,
que voa perto das roseiras...
Sou raio de luz vindo do meu Jesus.

Inserida por Ueriques

Catador De Letrinhas


Dizem que sou poeta, mas acho que não, sou um catador de letrinhas, junto umas aqui, outras ali, também as que caíram no chão.

Nessa brincadeira, com elas todas juntinhas, vagueio entre os amores, as paixões, pinto sete, uno e separo corações.

Mergulho na alegria, me afogo na dor, no bailar das letrinhas, levo emoção, as vezes solidão, das lagrimas faço esperança, da tristeza canção.

Nessa magia louca, abro caminhos, fecho portas, escrevo por linhas tortas, sou catador de letrinhas, brincalhão, levo magia pra todos os lados, não esqueço do seu coração.

Seja lá onde for, sem elas, letrinhas danadas, nada faz sentido, é a menina sem laço de chita, o inverno sem cobertor, o poeta sem um amor.

Dizem que sou poeta, sou então, entre rimas, versos e prosas, deixo uma flor, no perfume, a paixão, no olhar da mulher amada, toda minha inspiração.


Autor
Ademir de O. Lima.

Inserida por Adeolima

Amar Assim

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Te amar é pouco eu sei, mas é tudo que tenho pra te dar, me faça todo seu, guarde esse pouquinho no teu olhar, é meu, não deixe o tempo levar.
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Abri caminhos, teu coração toquei, semeei o melhor de mim, sem medo me entreguei, é pouco eu sei, pra sempre te amarei.
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A cada dia um pouco mais colherá, continuarei a semear, não posso parar, o que sinto por você, me faz mais e mais te amar.
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Vem a primavera, o verão daqui a pouco vai chegar, outono é promessa, no inverno te aquecerei com o pouco que te dei.
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Amar, amor, uma flor, é pouco eu sei, se preciso, minha vida te darei, é assim que aprendi amar, é assim o meu amor.
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Aos pouquinhos, sem perceber, cresceu, já não cabe mais em nós, não vou parar de semear, amor é tudo que tenho, guarde esse pouquinho no teu olhar.
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Autor
Ademir de O. Lima.

Inserida por Adeolima