Poemas de Shakespeare o Menestrel

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Comecei a me sentir abandonada. Estou rodeada por um vazio muito grande. Eu não costumava pensar muito nele, já que tinha a mente cheia de meus amigos e de diversão. Agora penso sobre coisas infelizes ou sobre mim mesma.

É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."

Acreditar no próximo é a forma mais eficaz de cultivar a amargura facultada pela decepção.

Não me encaixo no perfil de pessoa perdida e confusa. De alguma forma, sempre me encontro na minha confusão e me entendo na minha desordem.

Sofrimento pra alguns é ser feliz, pra quem nunca teve nada um sonho é tudo que sempre quis...

Às vezes eu falo com a vida, às vezes é ela quem diz: qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz?

O Rappa

Nota: Trecho da canção Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero).

Em algum lugar pra relaxar eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé a vida nunca tem fim...

A tristeza valora a felicidade, yin e yang, ela traz o equilíbrio sentimental. É feliz apenas aquele que um dia já foi triste.

Te mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo
Pra te provar e mostrar que a vida é linda...

Quem é mau-caráter, sempre vai achar uma desculpa para tornar legítimas suas ações.

A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

Todos os homens são bestas; os príncipes são bestas que não estão atreladas.

O rosto de uma mulher, seja qual for a sua discrição ou a importância daquilo em que se ocupa, é sempre um obstáculo ou uma razão na história da sua vida.

Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos.

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

O orgulho pode parecer algumas vezes nobre e respeitável, a vaidade é sempre vulgar e desprezível.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Os homens de pouca inteligência não sabem encarecer a própria capacidade sem rebaixar a dos outros.

Pouca ou nenhuma vez se realiza com a ambição coisa que não prejudique terceiros.