Poemas de quem Deu um Fora

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Vamos repensar?

Heidegger — “O homem é um ser para a morte.”

“A consciência da morte não deve gerar medo, mas despertar. Quem entende que o tempo é finito deixa de sobreviver automaticamente e começa a existir intencionalmente.”

Carlos Eduardo Balcarse

Vamos repensar?

Albert Camus:

“No meio do inverno, descobri que havia dentro de mim um verão invencível.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“O homem que encontra sua força interior deixa de depender das estações externas da vida. Existem pessoas cercadas de abundância vivendo em uma eterna tempestade, enquanto outras atravessam desertos carregando dentro de si uma fonte. O verdadeiro clima da existência não está fora; está na consciência.”

Vamos repensar?

Baltasar Gracián:

“Mais vale uma gota de essência do que um oceano de aparência.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“Vivemos uma época em que a embalagem ganhou mais valor que o conteúdo. O mundo aprendeu a admirar vitrines e esqueceu de procurar essências. Uma sociedade que mede pessoas pelo que elas exibem revela o quanto desaprendeu a enxergar aquilo que elas carregam.”

Insaciável,
olha a fera!
O teu cupido
lhe fertou;
Foi preciso
um copo d'água doce,
deve ser nostalgia
ou ouro de tolo,
a minha vez
com menos por quês
mantendo-se sóbrio
mas se teu coração dilata
tenho gigantesca certeza:
Tô morto
de novo!

Á contragosto⁠
da oposição,
um opositor
louco,
dispara,
mata,
envenena;
Enterra,
tua tese de segurança
já não pode
mais nada,
não anda,
não manda,
não sente,
pra tocar o terror
sempre aparece alguém
mas quem te estende
a mão,
fala sério!
Francamente!

Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.⁠

⁠Um querer mórbido:
"A couve flor dos fatos,
nada mais
causa embaraço
e é minha
toda minha
a maneira
de pontuar-te,
ponderar-te
ensaiar-te:
"Teatro de loucura,
solidão sem encarte!

Vista-se
de amor
e o resto
"mande pro ralo",
é um tal
de bem-me-quer
que consulta
o caso raro;
Eu te digo:
Tem coisas que deixam
"⁠em linha de frente"
um romance
pouco divulgado.

Um sujeito
humanoide,
com seus trejeitos;
Pronto á se esquivar
há de causar
mui grande influência...

O que é
o decoro
perto de minhas caretas.
Um homem feito
sem acabamento;
Vou fazer
de tudo
pra conseguir
sair ileso,
e as vezes
sei que
é preciso
ter firmeza
pra tirar
os pés do chão,
como também
as vezes
o ancorar
de fato
torna-se algo
muito melhor.

“Entre pensar e acreditar deveria existir um espaço chamado discernimento.”

Carlos Eduardo Balcarse

Eu nunca comprei um barco
Eu nunca comprei uma lancha
Eu nunca comprei um jetski
Eu nunca comprei um iPhone
Eu nuca comprei um jatinho
Eu nunca comprei um helicóptero
Eu nunca comprei um carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém
Que orgulho eu tenho de mim!

" Há palavras que chegam como flores.
Outras, como estrelas.
A tua chegou como um jardim inteiro com um universo a disposição,
lembrando-me que a gentileza é uma das mais raras formas de beleza. "

ANJO DE DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Sinopse.


Um romance sobre as marcas do passado, os reencontros da alma e os caminhos silenciosos da redenção.


Em Anjo de Dor, a existência humana é apresentada como uma grande jornada de aprendizado, onde lágrimas e esperanças se entrelaçam diante dos mistérios da vida. Através de personagens marcados por escolhas difíceis, sentimentos profundos e lembranças que atravessam o tempo, a narrativa revela que nenhuma experiência é perdida quando conduz ao crescimento interior.


Entre amores interrompidos, despedidas dolorosas e reencontros inesperados, surge a compreensão de que a renúncia pode ser uma das mais elevadas expressões do amor. A alma, em sua caminhada evolutiva, encontra nas provas e nos sacrifícios oportunidades de transformação, reparação e amadurecimento.


Inspirado na reflexão sobre a reencarnação e a continuidade da vida espiritual, o romance conduz o leitor a contemplar os vínculos que permanecem além da existência física, mostrando que antigos compromissos da alma podem ressurgir em novas experiências, convidando ao perdão, à humildade e à renovação.


Anjo de Dor é uma história sobre aqueles que carregam feridas invisíveis, mas descobrem que a dor, quando compreendida sob a luz do amor e da esperança, pode tornar-se uma ponte para a libertação e para a verdadeira paz interior.
08 de Outubro de 2024.
Manhumirim - MG
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Link do autor:
https://a.co/d/01DUdpML

23 DE OUTUBRO DE 1918.
- Desencarnação de:
PEDRO RICHARD, um dos fundadores do Grupo Ismael.
Pedro Richard nasceu, no dia 09 de Setembro de 1853, na cidade de Macaé (RJ), filho de Pedro Richard e D. Felismina Richard. Família modesta, mas de honorabilidade a toda prova.
Orfão de pai aos nove anos de idade, tornou-se arrimo de sua mãe e de seus irmãos menores. Tinha adoração por sua progenitora, que era de costumes austeros e de sentimentos elevados; era, aliás, carinhoso para a família.
Pedro Richard contraiu núpcias com D. Mariana Campos Richard, e tiveram seis filhos: Mário (desencarnado aos dois anos), Felismina, Pedro, Mário (2º), Isaura e Marta. Houve uma época em que D. Mariana teve que costurar para fora, e ajudar na manutenção do lar. Foram dias de muitas preocupações, porém não perderam a esperança de melhores dias. E isso não impediu de adoptarem uma criança necessitada: Francisco António de Carvalho, que era parente longe de D. Mariana.
A desencarnação de Mário, seu filho, levou-os ao Espiritismo. O casal não compreendia como, diante da bondade imensurável de Deus, uma criança pudesse sofrer tanto.
Nesse tempo, conheceu um homem chamado Nascimento, pessoa caridosa e simples, médium. Por seu intermédio recebeu noções de como age a Justiça Divina, através da reencarnação, dando-nos oportunidade de quitar faltas passadas.
Indalício Mendes chamou-o de “Peregrino do Evangelho”. A sua admiração por Dr. Bezerra de Menezes, “O Kardec Brasileiro”, era ilimitada. Fê-lo fervoroso adepto do Evangelho, onde encontrava a bússola para os caminhos a palmilhar na Terra.
Pedro Richard tinha na prece o seu maior ponto de apoio. Desenvolveu a sua mediunidade de cura, que fez dele instrumento dos Espíritos Superiores, no trabalho incansável na Seara do Cristo, para socorrer sofredores.

QUANDO O SILÊNCIO APRENDE A RESPIRAR.
Há um instante oculto entre o que fomos e o que ainda não ousamos ser.
Um intervalo quase imperceptível onde o mundo silencia.
E é ali, precisamente ali, que a alma se revela sem máscaras.
Tu carregas universos não explorados sob a pele.
Catedrais invisíveis erguidas com lágrimas que ninguém viu.
E mesmo assim, caminhas, como se fosses apenas mais um corpo na multidão.
Mas não és.
Há dentro de ti uma centelha que não aceita o esquecimento.
Uma força antiga, anterior ao medo, anterior à própria dor.
Ela sussurra, mesmo quando tudo em volta grita desistência.
Escuta.
Não é o fracasso que te define.
É a insistência silenciosa de continuar mesmo sem aplausos.
É o gesto invisível de reerguer-se quando ninguém está olhando.
Porque a verdadeira grandeza não nasce do êxito.
Nasce do abismo atravessado em silêncio.
E cada noite que te visitou não foi abandono.
Foi lapidação.
Cada perda não foi ausência.
Foi espaço aberto para algo maior que a própria ausência ainda que não compreendas.
Há uma arquitetura divina no caos que te molda.
Uma ordem que teus olhos ainda não decifraram.
Mas que teu espírito já reconhece.
Por isso, não te apresses em fugir da dor.
Há ensinamentos que só florescem no escuro.
E quando finalmente compreenderes,
não serás mais o mesmo que buscava respostas.
Serás a própria resposta.
Ergue-te, mesmo que em fragmentos.
Avança, mesmo que em silêncio.
E confia, ainda que tudo em ti vacile.
Porque existe um momento, inevitável e sagrado,
em que aquilo que te quebrou
será exatamente aquilo que te fez inteiro.
E nesse dia, sem alarde, sem testemunhas,
tu olharás para trás e entenderás:
Nunca foste fraco.
Apenas estavas aprendendo a tornar-te vasto.

DESENCARNAÇÃO DE ALLAN KARDEC.
Em 31 de março de 1869, vítima de um aneurisma, o gigante tombou na Terra para ser abraçado no Plano Espiritual. Sua missão estava cumprida. As obras que pretendia publicar viriam pela psicografia de Fernando de Lacerda, em Portugal, Amália Domingos Sóler, na Espanha, Wera Krijanoswski, na Rússia e, principalmente, no Brasil, por intermédio da pena iluminada de uma Zilda Gama, Yvonne Pereira, Francisco Cândido Xavier e, ainda entre nós, Divaldo Pereira Franco, entre outros médiuns não menos extraordinários da materialização, como Ana Prado, do Pará e Peixotinho (Francisco Peixoto Lins), do Ceará, entre outros. Desde então, o Espiritismo vem desmontando o Materialismo, que tantos prejuízos tem causado à Humanidade, mas que tem seus dias contados.
OBS. DEMASIADO EXTENSO, LEIAMOS:
LIVRO: OBRAS PÓSTUMAS.

ENIGMA DA VIDA.


"Olhe, me empreste aqui um pouco da tua atenção,
a vida é um leva e trás até mesmo um mundo de alienação,
mas nunca se desespere não,
porque mesmo que isso aconteça,
e toda rogação que por mais santa te pereça,
ignore e não procure fugir de nada,
deveras vezes nesta infinita grande jornada,
nem uma vírgula há quem bem mexa,
pois do tudo que a vida leva um pouco desse tudo ela sempre deixa."


Marcelo Caetano Monteiro.

SOBRE: JOANA D'ÁGUA ARC - DE HEREGE À SANTA.
#HojeNaHistória Em um dia como hoje, em 1920, a Igreja Católica canonizava Joana d'Arc, transformando-a oficialmente em santa e padroeira da França. A cerimônia, conduzida pelo Papa Bento XV, aconteceu quase 500 anos após sua morte trágica na fogueira, em 1431, acusada de heresia e bruxaria. A jovem camponesa, que dizia ouvir vozes divinas, liderou tropas francesas durante a Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra, tornando-se um símbolo de coragem, fé e resistência nacional.​


Joana nasceu em 1412, no vilarejo de Domrémy, e começou a se destacar aos 17 anos, quando convenceu o delfim Carlos VII a deixá-la comandar o exército francês. Sua liderança foi decisiva na vitória da França em diversas batalhas, incluindo o cerco de Orléans. Mesmo capturada, julgada injustamente e executada aos 19 anos, seu legado resistiu aos séculos. Em 1456, a Igreja reverteu sua condenação e, séculos depois, reconheceu sua santidade. Hoje, Joana d'Arc é símbolo de fé inabalável e heroísmo.​


#JoanaDArc #HistóriaDaFrança #santoscatólicos

Após dias, cansado e sedento
⁠Num deserto de solidão
de um clima seco de sentimentos,
pude avistar a minha salvação,
meu momento de refrigério,
até poderia ser uma ilusão,
mas não, era uma ninfa de vermelho
que tinha vindo buscar-me
pra um oásis eterno.