Poemas de quem Deu um Fora
Quem tá na tua vida não vem por acaso,
é laço que fica, não é só abraço.
Uns chegam de leve, outros chegam com cor,
uns deixam saudade, outros deixam amor.
Tem gente que ensina, tem gente que some,
mas tudo que passa na vida tem nome.
E quem permanece é raiz, não é vento,
é porto seguro em qualquer momento.
Você não precisa estar “bem” agora. Precisa só não se abandonar.
Porque quem já se entregou tanto a alguém,
merece aprender a se entregar a si também.
"As Desventuras do tempo"
Quem escolhe o tempo como aliado,
paga o preço alto, amargurado.
O tempo afasta, dilui a presença,
tira a intimidade, adia a essência.
Nada se cria, só se adia,
ficam só lembranças na agonia.
O que podia ser, se perde no ar,
quem espera demais, aprende a esperar… sem amar.
"Há quem prefira o calor da ilusão
ao frio da verdade.
Deixa-se enganar não por falta de visão,
mas por medo de enxergar demais.
Só que a mentira é chama frágil:
ilumina por instantes,
mas cedo ou tarde apaga,
e a escuridão cobra a conta."
Tenta me derrubar, mas é você quem cai,
Me lança teu veneno, mas quem se envenena é quem trai.
Joga pedra na estrada, mas tropeça no teu chão,
Eu sigo no meu passo, firme, livre, coração.
Quer ser minha prisão, mas é você quem se acorrenta,
Quer apagar meu sol, mas é teu mundo que escureça.
Grita meu nome em raiva, mas sou eu quem se liberta,
Você se perde no ódio, eu encontro a porta aberta.
Às vezes a ausência fala mais alto que mil mensagens.
Quem estava, mas não estava de verdade, mostrou seu lugar: O vazio.
Quem troca presença por conveniência, cedo ou tarde, sente o peso do que perdeu.
E eu sigo inteira, quem quiser me encontrar, que venha.
O resto… aprende na falta.
Talvez quem precise de tempo agora seja eu.
Mesmo sabendo que ele é traiçoeiro,
aceito sua mão,
pois o que ele pode me dar agora
foi o que ninguém conseguiu me oferecer em nove meses ,.. silêncio que cura,
distância que clareia,
a paciência de reconstruir sem pressa.
No silêncio do abandono, existe também uma oportunidade de clareza.
Você percebe quem realmente se importa, quem respeita o espaço que você ocupa, e começa a aprender que vínculo verdadeiro não se compra com proximidade constante, mas com reciprocidade real.
É aí que a dor se transforma em força: ao invés de tentar recuperar alguém que escolheu outro caminho, você passa a se fortalecer na própria presença, na própria verdade.
Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.
Ela mente com cuidado,
como quem planta espinho no lado ensolarado.
Afasta quem traz calor,
por medo de sentir amor.
Carrega um abismo sem fim,
cada mentira fecha mais um jardim.
Ama em segredo, destrói no olhar,
porque se entregar é arriscar se queimar.
No peito a verdade quer soar,
mas o medo insiste em comandar.
Pra quem nunca ficou
Você não ficou quando doeu,
nem perguntou se a noite me cabia.
Silenciou quando o mundo caiu,
e apareceu só quando eu fingia.
Disse “felicidades”, mas era medo,
não afeto, nem saudade.
Foi o susto de me ver inteira,
de eu seguir sem tua metade.
Eu esperei no eco do tempo,
no som do que não voltou.
Agora entendo: eu não te perdi,
foi você quem não me encontrou.
Eu
Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.
Acontece.
E a vida não pede permissão.
Só segue.
Quem sente aprende a andar diferente.
Quem foge repete.
Quem some nem sempre esquece.
Quem troca nem sempre está em paz com a escolha.
e arrependimento não é coisa que aparece rápido
nem faz barulho.
Hoje me perguntaram
quando eu ia cobrir.
Como se verdade incomodasse
quem nunca soube sentir.
Eu respondi sem desviar:
não vou cobrir,
vai ficar onde está,
porque não fui eu quem quis fugir.
Ali vive um olhar inteiro,
antes do ruído, da versão distorcida.
Não houve perda da minha parte,
houve escolha do outro lado da vida.
Não é luto, nem falta, nem dor exposta,
é memória que se mantém de pé.
Ela escolheu me perder.
Eu escolhi não me perder de mim.
Há quem olhe de longe
não por saudade,
mas por inquietação.
Curiosidade não é cuidado.
É a pergunta que se faz
sem coragem de escutar a resposta.
Quem observa em silêncio
costuma carregar dúvidas
que não sustenta em voz alta.
Espia para confirmar
se a escolha feita
ainda se justifica.
Mas olhar não é presença.
E visitar não é permanecer.
Há histórias que não aceitam plateia
de quem escolheu não ficar.
Algumas portas seguem visíveis
não por convite,
mas por transparência.
Outras jamais se reabrem,
mesmo quando vistas.
E se alguém entende ao ler,
entende porque sabe.
Curiosidade reconhece
aquilo que não foi resolvido.
Palavra não é enfeite. Palavra é semente. Algumas dormem anos. Outras esperam a pessoa virar quem aguenta viver o que disse.
Eu aguentei..
E o mundo, meio contrariado, obedeceu.
Você sempre soube quem eu sou, não é possível, mesmo com tudo contra mim, eu lembrei, por você, e nada gritava meu nome, o seu nome está em tudo, Diana, Diana, Diana, Diana, diane, em tudo, não tá nem em código, literalmente
Diana deusa lunar - leona deusa solar, ruiva, escanor em Ascensão
Em tudo está você, e você continua ou dormindo, ou fingindo que não lembra quem eu sou, por que não me quer mais, e eu juro se for isso tudo bem. Meu amor por você é maior do que te obrigar a ficar, mas, me liberte desse submundo, diga nos meus olhos que se lembra de mim e que mesmo assim, não me quer por perto, ou, desperte e volte para casa, não tem ideia do que é viver sem você, minha esposa cósmica.
Família.
Não é quem divide sangue. É quem divide silêncio sem constrangimento.
Quem fica quando não sobra nada bonito pra oferecer.
Quem te chama à razão sem te diminuir.
Quem segura a barra quando você já largou tudo por dentro.
Família não é perfeita, é funcional.
Se dói o tempo todo, não é laço, é peso.
Se exige que você se apague, não é amor, é controle.
O resto é discurso pra enfeitar abandono.
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