Poemas de quem Deu um Fora

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Mediante uma autoanálise honesta, na qual se dispensam o elogio, a condenação e a justificação, o indivíduo deve permitir-se a identificação do erro, do problema, e sem consciência de culpa digerir o acontecimento, buscando os meios para reparação e a libertação do sentimento perturbador.
(Divaldo Franco, Autodescobrimento, uma busca interior, p. 38)

Liberdade é uma questão de autonomia... É como a dignidade. Você não precisa e nem deve abrir mão por conta de ninguém.

Não acredito que Deus tenha uma nova história para nós, explico: Deus planejou nossas vidas desde o ventre das nossas mães, portanto, nós é que temos que nos ajustar na vida que Ele já sonhou e planejou, não Ele que tem que refazer o plano inicial. Que possamos nos adequar e viver os sonhos e planejamentos de Deus. (PLDD)

Por que o medo das ações e das reações se são elas que fazem a química rolar?

Educação brasileira é uma inversão de valores: princípios marxistas em uma sociedade capitalista, travou o meio campo e fez desaparecer o ataque.

Não podemos esperar a felicidade. Não a merecemos. A felicidade é uma dádiva inesperada.

Memórias de uma gueixa
Filme “Memórias de uma Gueixa” (2005).

Cada dia, cada manhã Deus prepara sempre algo de novo para nós, então fique atento, não se distraia da presença do Senhor.

Eu sou escravo de tudo aquilo que eu não sei. Tudo que desconheço tende a ser soberano sobre mim.

Não tenha medo do que os outros fizeram a você. Tenha medo do que você faz a si mesmo.

Louca, apaixonada, insegura, chorona, neurótica, impulsiva e sempre se perguntando" esse é o caminho certo?

Felicidade alheia te incomoda? Que pena, pois ficar feliz com a felicidade dos outros traz felicidade. Tente! (PLDD)

" A sinceridade nada mais é que as suas palavras em sintonia com as suas atitudes".

Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos.Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.
Segundos podem ser eternidades… ou não. Depende da ocasião

Infelizmente, muita gente vive num plano bem diferente da águia. São, portanto, como urubu. Você já prestou atenção como o urubu voa? O seu voo não é em linha reta, mas sinuoso. Ele voa para lugar algum. Ele voa sem avançar para frente, sem desenvolver. Além do mais, vive sempre de olho nas imundícies do mundo. É assim que você está voando?

Há almas sujas, amassadas com lama e sujidade, tomadas pelo desejo de ganho e interesse, como as belas almas o são pelo da glória e da virtude: capazes de uma única volúpia, que é a de adquirir ou de não perder; ansiosas e ávidas pela décima prestação, a baixa dos preços, a queda do curso das moedas, mergulhadas e como que submersas nos contratos, títulos, pergaminhos. Gente dessa marca não é parente, nem amigo, nem concidadão, nem cristão, nem pode ser homem: é feita de dinheiro.

Se comparo as duas condições mais opostas dos homens, quero dizer, os nobres e o povo, este último parece-me contente com o necessário e os outros inquietos e pobres com o supérfluo. Um homem do povo não saberia fazer nenhum mal; um nobre não quer nenhum bem e é capaz de grandes malefícios; um, só se forma e se exerce nas coisas úteis; o outro, acrescenta as perniciosas: ali, mostram-se ingenuamente a grosseria e a franqueza; aqui, esconde-se uma seiva maligna e corrompida sob a casca da polidez: o povo não tem espírito e os nobres não têm alma; aquele tem bom fundo e não tem boa aparência; estes só têm aparências e uma simples superfície. Será preciso optar? Não hesito: quero ser povo.

A vida é curta e tediosa: passa-se inteira no desejar. Adiam-se para o futuro o repouso e as alegrias, muitas vezes até à idade em que os melhores bens, a saúde e a juventude, já desapareceram. Essa época chega e ainda nos surpreende em meio a desejos; estamos nesse ponto quando a febre nos arrebata e extingue: caso nos curássemos, seria apenas para desejarmos por mais tempo.

Às vezes é mais simples e mais útil adaptar-se aos outros do que fazer os outros se adaptarem a nós.

Os homens têm tanta dificuldade para se aproximar quando tratam de negócios, são tão espinhosos quanto aos menores interesses, tão eriçados de dificuldades, querem tanto enganar e tão pouco ser enganados, dão tanto valor ao que lhes pertence e tão pouco valor ao que pertence aos outros, que confesso que não sei por onde e como conseguem concluir casamentos, contratos, aquisições, a paz, a trégua, os tratados, as alianças.

Numa relação deve existir, antes de mais nada, individualidade, respeito, alegria e prazer em estar junto.