Poemas de quem Deu um Fora

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São os livros que nos causam os maiores prazeres e os homens quem nos causa as maiores dores.

Questionar quem deve ser o patrão, é como discutir quem deve ser o saxofonista num quarteto: evidentemente, quem o sabe tocar.

O conselho raramente é bem recebido e quem mais necessita dele é quem menos o aprecia.

A prudência é uma rica rapariga que não casou, a quem a incapacidade faz a corte.

Entender o que deve ser feito é fácil. Levantar da cadeira e fazer... isso é o que separa quem meramente deseja de quem realiza desejos.

Para fazer boas coisas no mundo, primeiro você precisa saber quem é você e o que dá sentido à sua vida.

Até mesmo para quem passou toda uma vida no mar, chega uma idade em que se deixa a embarcação.

Geralmente erra mais quem decide cedo do que quem decide tarde; mas, depois de tomada a decisão, é necessário recuperar o atraso da sua execução.

Quem tem pressa demonstra que aquilo que está a fazer é demasiado grande para si.

Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes.

O amor civiliza o homem mais embrutecido, faz falar com elegância quem antes era mudo, faz do covarde um atrevido, transforma o preguiçoso em lesto e ativo.

Quem não se sentir ofendido com a ofensa feita a outros homens, quem não sentir na face a queimadura da bofetada dada noutra face, seja qual for a sua cor, não é digno de ser homem.

Quem tem seis asas e voa só com duas, sempre voa e canta. Quem tem duas asas e quer voar com seis, cansará logo e chorará.

Quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de se ter poupado: serve o partido dominante.

Há muito mais dinheiro para quem faz o marketing dos produtos do que para quem fica só na produção. A Nestlé, uma companhia da Suíça, já ganhou muito mais dinheiro com café do que todos os brasileiros que plantam café juntos.

Não há quem seja mais desprezível do que aquele que cobiça, pois até a sua alma vende.

O homem não é nem anjo nem animal, e a infelicidade exige que quem pretende fazer de anjo faça de besta.

Louco é quem espera que a nossa razão / possa percorrer a infinita via / que tem uma substância em três pessoas.

Nunca ninguém se torna mestre num domínio em que não conheceu a impotência, e, quem aceita esta ideia, saberá também que tal impotência não se encontra nem no começo nem antes do esforço empreendido, mas sim no seu centro.

Em leito de penas / não se alcança a fama nem sobre as cobertas; / Quem a vida consome sem a fama, / não deixa de si nenhum vestígio sobre a terra, / qual fumo no ar e espuma na água.