Poemas de quem Deu um Fora
JOVEM GUARDA: era um tempo "divino": cantávamos com alegria e colocávamos um sentimento verdadeiro nas músicas...
"Houve um tempo em que o céu era mais azul... o mar também... e havia mais paz no mundo e nos corações! Por que será!?"
Otávio ABernardes
Goiânia, 14/09/'24
"Existem músicas... canções... que são um verdadeiro bálsamo
para a nossa alma!"
Otávio ABernardes
Goiânia, 29 de junho de 2025.
"Muitas vezes, um pensamento positivo pode e deve mudar a sua vida amanhã!"
Otávio ABernardes
Goiânia, 12 de abril de 2026.
BENDITA A MÃE!
(Autoria: Otávio Abadio Bernardes)
Bendita seja, mãe querida,
que, um dia, me ensinou
o significado da vida!
Sua força e seu amor me guiaram
para o caminho do bem...
procurando sempre enfatizar
sem nunca olhar a quem!
E ainda devo dizer
sem nunca desmerecer
ensinou-me a voar também...
Seus braços sempre se abriam
pra mim e pros seus...
quando eu só queria um abraço
só meu!!
Seu coração compreendia
tanto de noite como de dia
quando necessitava de um amigo...
para estar sempre comigo!
Seus olhos ternos se endureciam,
mesmo com semblante divino...
cada vez mais me deixava menino!
Ao precisar de uma lição,
sempre tinha muito amor e confiança
na sua bendita mão!
Receba, mãe, os cumprimentos
da sua família inteiro,
que teve sempre com afeto
a beleza do amor, primeiro!
Vejo no amor um véu de silêncio e incerteza... figura que se insinua entre o sensível e o inteligível, como a sombra nas paredes da caverna: ora abrigo que consola, ora ilusão que se desfaz ao se voltar para a luz.
E, paradoxalmente, reconhecer esse véu é, por si, uma forma de clareza... como se a própria dúvida fosse um indício de profundidade, e o enigma, uma morada possível para aquilo que não se deixa capturar por inteiro.
Meu coração bate de forma distinta,
Um ritmo novo, mais ofegante.
Ele me deixou pulsando,
Uma vibração que há muito não sentia.
Vivemos em mundos que não se tocam,
E, no entanto, encontro-me envolvida,
Sentindo algo por alguém
Que desafia o meu conforto.
Como é possível, pergunto-me,
Que a diferença possa gerar tal atração?
Que a alteridade possa despertar
Essas profundezas em mim?
Talvez seja na divergência que reside,
Onde a alma encontra um espelho
Em um reflexo inesperado.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Menti em expurgo coração devastado ainda resta penas um para lutar ao meu lado menino desgraça perdido no passado mente entupida de palavras não ditadas mais disparadas por aquele que está ao seu lado, sua mente quer amarrá-lo mais não consegue segura lo vazio inexplicável que nunca dito e nem falo.
screams in the dark of my past
"Seja uma pessoa boa. Ajude no que for possível, seja um (a) amigo (a) leal."
Agora...
"O que os outros farão com isso, é problema deles."
"Esforça-se tanto para cultivar a máscara da bondade, onde, na verdade, oculta-se um narcisista manipulador."
Hahh! A autenticidade...
Essa, passou longe. Muito longe!
" No tempo...
Em qualquer momento...
Um sentimento...
Um alento...
Um toque...
Um pensamento...
Sofrimento."🥀💕
" O amor não têm idade...
Nasce todos os dias...
No coração daqueles...
Que um dia vão se apaixonar...
Sou na vida o amor...
Amor da vida."💕
" A vida nada mais é do que...
um suspiro,
um alívio,
uma dor.💕
A vida nada mais é do que...
uma alegria,
uma tristeza,
uma partida.💕
A vida nada mais é do que...
uma esperança,
uma estrela,
uma flor.🥀
A vida nada mais é do que...
um sorriso,
uma lágrima,
um amor.💕
A vida nada mais é do que a própria vida."
💕✨🌟
O tempo do amor...
Um segundo para ver...
Um minuto para sorrir...
Uma hora para sentir...
Um dia para querer...
Uma vida para jamais esquecer...
Uma eternidade para amar.💕
"Por onde
andei
pessoa como você
jamais encontrei,
por todo
lugar
que um dia
caminhei...
mulher como você
jamais eu cruzei...
Quando o dia chega
eu começo a pensar
e só tenho
pensamento
para você,
quando a noite
chega e
eu vou dormir
queria somente
dormir com você.
Em cada sonho
que no sono
profundo da madrugada chega...
só sonho com você...
felicidade
só sei encontrar
com você...
alegria só
quando estou
ao seu lado...Enfim,
o amor se fez em mim
ao te encontrar e
jamais irá se acabar."🌈🌈♥️♥️
" Num momento
Além do tempo
No silêncio
De um pulsar...
Dois corpos
Numa so emoção...
Num so coração.♥️"
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas de amor
