Poemas de Pessoas Fortes

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Responsabilidade Radical


Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.


Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.


Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.


E isso muda completamente o jogo.


Ação do dia:


Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”

amor não busca pessoas
perfeitas pra se amarem, ele
une pessoas imperfeitaspara
se completarem.Quando o
amor é verdadeiro,não existe
limites ou distância,pois nenhum empecilho é maior, nem mais forte
que o amor.
Incrível é amar e ser amado na
mesma intensidade, priorizar
alguém e ser também prioridade.


Viana Filho

DESFAÇATEZ...


O mundo está cheio de hipocrisia,
pessoas que mentem e fingem ser
quem não são.
Se vendem por migalhas, são serpentes com preço e sem valor.
Abraçam falsamente, na presença são gentins e agem como cordeiros, naausência, são lobos, que ferem sem temor.
É uma ilusão acreditar na desfaçatez, dessa gente, "geração" de humanos sem humanização, maldosa e sem pudor.


( ESSA REFLEXÃO NÃO É UMA ALUSÃO, MAS SIM, UMA AUTOANÁLISE DE EXAME DE CONSCIÊNCIA.)

O ser humano condenou o mundo no instante em que surgiu
nele. Pessoas distantes de qualquer pureza; suas mentes são
uma recriação constante do pecado.

Bem poucas pessoas entendem,
que igreja é o corpo humano,
não aquele monte de pedras,
onde pessoas se reúnem por algumas horas,
depois vão embora,
esquecendo o que mais interessa:
DEUS que deseja ser o teu respirar
e não um simples passa tempo,
onde as pessoas vão passear,
deixando DEUS lá,
Mas em construções humanas,
DEUS não pode habitar!

“Alguns carros transportam pessoas.
Outros transportam histórias.”


— Mário Augusto de Castro

As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.


Dói.
Dói fundo.


Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.

Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.

Aprendizado do dia: Pessoas realmente boas são raras. Quando alguém é bom pra você, isso não se explica em palavras, se demonstra. Muitas vezes até assusta, porque a gente não está acostumado a ser bem tratado. Esse cuidado é a forma mais simples e sincera de alguém dizer que se importa. E Deus coloca esse tipo de pessoa na nossa vida uma única vez. Se tiverem a oportunidade, guardem, cativem e cuidem, porque o mundo está cada vez mais sombrio, e uma luz faz diferença.
Gente assim não é perfeita, e nem precisa ser. Carrega uma graça, um tipo de brilho que impulsiona. Não é fácil reconhecer, mas existe uma semelhança divina nisso.
Cultivem o que é bom. Assim como todos passam pela nossa vida, um dia essa pessoa também pode ir, sem deixar rastros. Eu, sinceramente, ainda não encontrei alguém como eu descrevo, mas quando encontrar, não vou deixar ir até Deus levar.
Às vezes, deixamos o que é bom passar porque achamos que não merecemos ou porque perguntamos “por que eu?”. Esqueçam essas perguntas. Vivam o que Deus determinou e não deixem nada estragar isso. Uma luz, no meio da escuridão, salva.


06:52 da manhã de uma quinta-feira, dia 27 de novembro de 2025.

O arrependimento?


Algumas pessoas olham pra trás e sentem peso. Outras transformam tudo em narrativa conveniente pra dormir em paz. Não porque sejam monstros, mas porque encarar o próprio impacto dá trabalho emocional, e muita gente foge desse serviço como foge de imposto.
Você pode virar “uma história” na boca de uma pessoa. Pode virar silêncio. Pode virar culpa. Nada disso está sob seu controle. O que está é isto: você sabe o que viveu. E isso não pode ser reescrito por terceiros, nem diminuído por versões mal contadas.

Quando você começa a gostar de estar só, algo muda de eixo.
As pessoas deixam de ser abrigo e passam a ser escolha.
E isso, goste ou não, é um tipo silencioso de liberdade.

Acontece.
As pessoas mudam.
Os afetos se transformam.
Algumas promessas não sobrevivem ao tempo.
E mesmo assim, certas histórias não se apagam.
Só aprendem a existir de outro jeito.

Eu cansei das pessoas difíceis
não das profundas
das difíceis por ego, por pose, por medo mal disfarçado.
Cansei de provar quem sou
como se afeto fosse currículo
e presença precisasse de carimbo.
Hoje eu escolho o simples
não o raso.
O simples que fica
o simples que não some
o simples que não humilha para se sentir maior.
Se for para andar junto
que seja leve.
Se for para doer
que ao menos valha a verdade.
O resto
eu deixo para quem ainda confunde distância com valor.

As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.

A cidade segue funcionando, as pessoas riem nos lugares errados, o tempo insiste em andar para frente.
Eu não acompanho.
Eu administro a falta. Em silêncio. Em turnos.
Não chamo de saudade porque saudade é doméstica demais para o que ficou.
Isso aqui é permanência forçada.
É carregar alguém mesmo quando a outra pessoa largou o peso.

Eu me procurei nos lugares errados.
Nas pessoas.
Nos olhares que não ficaram.
Nas promessas que não sobreviveram.
E no fim…
eu estava no único lugar onde nunca pensei em olhar:
Dentro de mim.
Me reencontrar não foi bonito.
Não teve trilha sonora.
Teve silêncio.
Teve vergonha do que aceitei.
Teve culpa pelo que calei.
Mas também teve uma verdade crua:
eu nunca estive perdida.
Eu só estava longe de mim.
Fazer as pazes comigo não foi me perdoar por tudo.
Foi entender por que eu fiz.
Foi abraçar a mulher que aguentou o que eu hoje não aceito mais.


Reencontro não é voltar a ser quem eu era.
É finalmente ser quem eu sou.

Muitas pessoas desejam os frutos,
mas quase ninguém aceitaria as raízes,
as tempestades
e o tempo que foi necessário para florescer.

Existem pessoas que passam a vida inteira estando presentes.

São aquelas que respondem, que ajudam, que escutam, que encontram tempo mesmo quando não têm tempo.

Muitas carregam o hábito de cuidar dos outros sem fazer contas, sem esperar recompensas, sem cobrar retorno.

Mas a vida costuma ensinar uma lição curiosa:

Nem sempre quem recebe cuidado sabe oferecer cuidado.

E então chegam os dias difíceis.

Dias em que essas pessoas também precisam de uma palavra, de uma presença, de uma resposta.

É nesses momentos que descobrem quem realmente caminhava ao seu lado e quem apenas se acostumou com aquilo que recebia.

Não se trata de ingratidão de todos. Nem de maldade.

Apenas uma verdade antiga: poucas pessoas conseguem oferecer aos outros a mesma dedicação que gostam de receber.

Talvez por isso algumas presenças silenciosas sejam tão raras.

E tão valiosas.

•Pessoas•


• Há pessoas que são euforia. Chegam e fazem tudo parecer maior, mais intenso, mais vivo.


•Há pessoas que são tempestades. Nunca passam despercebidas e sempre deixam algo transformado.


•Há pessoas que são fogo. Aquecem, iluminam... ou queimam.


•Há pessoas que são mar. Acalmam num dia, engolem no outro.


•Há pessoas que são primavera. Florescem até nos lugares mais secos.


•Há pessoas que são inverno. Silenciosas, frias por fora, profundas por dentro.


•Há pessoas que são faróis. Não caminham por você, mas mostram o caminho.


•Há pessoas que são labirintos. Quanto mais você tenta entendê-las, mais caminhos aparecem.


•Há pessoas que são euforia. Fazem o coração acelerar antes mesmo de dizer uma palavra.


•Há pessoas que são abrigo. Basta a presença delas para o mundo parecer menos pesado.

O Turbilhão


Existe um vendaval morando em mim.


Ninguém o vê.
As pessoas enxergam o meu sorriso,
as minhas palavras,
os meus poemas.
Mas ninguém escuta o barulho dos destroços que carrego por dentro.


Há dias em que tudo o que eu quero
é ir embora.


Ir embora das expectativas,
das decepções,
das promessas quebradas,
das portas fechadas,
das pessoas que só lembram de mim quando precisam.


Quero ir embora da culpa que me veste,
do cansaço que me acorda,
das batalhas que ninguém imagina que luto.


Mas, no fundo,
não quero desaparecer.


Quero encontrar um lugar
onde eu possa respirar sem pedir desculpas por existir.


Quero voltar para mim.


Porque há muito tempo
venho morando na vida dos outros
e esquecendo de cuidar da minha.


Talvez esse turbilhão
não seja um fim.


Talvez seja a tempestade
arrancando tudo aquilo
que nunca foi abrigo.


E quando o vento passar,
se passar,
espero encontrar entre os escombros
a única pessoa
que nunca deveria ter abandonado:


eu.