Poemas de Perdoar o Amor
"Tinha suspirado
Tinha beijado o papel devotamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas
sentimentalidades
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que
saía
delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho
lépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim uma existência
superiormente interessante
Onde cada hora tinha o seu intuito diferente
Cada passo conduzia um êxtase
E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações."
EU APRENDI...
Eu aprendi,.. amar, perdoar, acreditar,
Eu aprendi,.. crescer, não ter pressa,
Eu aprendi,.. ser livre, sonhador, romântico, aventureiro,
Eu aprendi,.. ser amigo, companheiro, parceiro,
Eu aprendi,.. fazer o bem,
Eu aprendi,.. que nada sou sem o Sr. meu PAI...
Com poucos erros, aprendi muitos acertos....
Aprendi perdir perdão e perdoar...
Aprendi pedir desculpas e desculpar...
Aprendi compreender e ser compreendido...
Aprendi dar valor para ser valorizado...
Aprendi que só é feliz quem ama a vida,
e sabe vivê-la....
Ninguém é perfeito nesse mundo, por isso temos que saber o que é perdoar. O que é isso mesmo?
Minha opinião: quando erramos muito feio mesmo a primeira palavra que tem que estar em nosso vocabulário sempre é PERDÃO. Não podemos usar sempre como uma vírgula pra qualquer motivo, temos que saber usar na hora certa e no motivo certo.
Por isso que usamos DESCULPAS para qualquer motivo e já virou vírgula essa palavra em nosso vocabulário, infelizmente.
A SANIDADE DO AMOR
São poemas...
Nossas juras de amor,
feitas no silêncio pelo olhar...
São dilemas!
As páginas ternas e eternas,
marcados de um livro milenar.
São poemas!
A pena que desliza no papel,
tentando compreender a saudade
que paira no teu céu quando procuras
nas estrelas, o meu olhar.
São poemas...
Essa insanidade das noites de insônias
buscando a sanidade do amor.
ESCREVI-LHE POEMAS
Escrevi-lhe poemas de amor
E eram como recém-colhida flor a te oferecer...
Mas sem cuidado para reviver,
Murchou ao sol por.
Também, aos ventos,
Rasgou-se a fina folha de papel
onde todo meu sentimento escrevi,
E assim, esses olhos, à noite, cerrou-se
sob um véu de tristeza coberto,
tal qual o rosto de quem findou-se.
Meu poema foi tudo que te dei:
A pérola que recriei: Essência da alma
que a ti guardava, ofereci-te nas palavras
toda minha pena com tinta dourada!
Mas tal qual a flor e o amor,
os poemas também fenecem
na telúrica raiz das pétalas recém colhidas.
Depois de horas de amor, escrever poemas de juras finitas, sem esquecer dos palmos e toque de mão no corpo a corpo a se contar, faço para você uma pausa ao tempo de não poder vê-la. Fico inquieto, e termino de escrever essa singela alucinação, que sei que irá gostar, você sempre disse que gostava das alucinações e saudades que escrevi para você.
Quanta saudade. Não conto.
Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.
As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.
Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.
Há opiniões que nascem e morrem como as folhas das árvores, outras, porém, que têm a duração dos mármores e do mundo.
Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos.
