Poemas de Pai para Filha
Queria meu pai!
De todas as formas;
De qualquer jeito.
Queria meu pai!
Ele me deu momentos
Ouviu minhas dores e meus lamentos;
Me carregou no colo,
Quando era difícil andar.
Queria meu pai!
Eu sei que em alguma dimensão
estaremos juntos.
Até breve
"PAI"
Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.
Cura, Senhor, as feridas, cicatriza as magóas, opera, ó Pai, todo ódio.
Anestesia dores da alma, hidrata com o soro da fé.
Injeta Tua força e unção pra levantar os caídos e sarar toda enfermidade do espírito.
Porque a melhor medicação para todos os doentes vem diretamente do Trono.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
(João 14:6)
"Se você colocar Deus primeiramente em tudo na sua vida. Não tem como percorrer caminho errado."
─By Coelhinha
"Todas as vezes que um filho larga as mãos de um pai, ele se perde. Não largue as mãos de Deus."
—By Coelhinha
"Tudo é possível àquele que crer no amor do Pai.
Se nada mudar, mantenha a fé, e quando mudar, entenda: Se ficar difícil, aprenda a não saltar as etapas do ensino(Deus sempre terá algo pra nos edificar e nos tornar maduros nEle). Quando ficar fácil, aprenda a romper muralhas. Se a tristeza rondar, alegre-se em Cristo, e quando estiver alegre, contagie teu próximo. Quando recomeçar, toma ánimo, acredite; Você pode tudo, porque Deus renovará suas forças. Tudo é possível pelo amor, e pela fé que você tem em Deus! E mesmo assim se você não conseguir! Lembre-se de ficar debaixo das asas do Abba, até que você aprenda a caminhar maturidade de Deus."
—By Coelhinha
Sombra e Espelho
Olho no espelho e vejo o rosto do meu pai,
E neles, os olhos de quem veio antes.
É uma história que não morre, que não sai,
Narrada em traumas e gritos distantes.
A pobreza não é só o prato vazio,
É o medo constante de nunca chegar.
O abuso é um nó, um emaranhado fio,
Que as mãos da criança tentam desatar.
Somos prisioneiros de um ciclo invisível,
Moldados por sombras que não são as nossas.
Onde a alegria parece algo impossível,
E as raízes da dor são fundas e grossas.
Porém, o "Eco das Gerações" pode mudar de tom.
Se a consciência desperta e a ferida se trata,
O que era castigo torna-se um dom:
A força de quem a própria sombra resgata.
Meu Pai:
Senhor Jesus,
já me ajudaste muito…
já me ensinaste coisas espetaculares…
já me concedeste dádivas incríveis…
já alcancei graças intensas com a tua ajuda…
já me perdoaste milhares de vezes…
já me fizeste sorrir por centenas de dias…
Hoje te peço:
faz-me lembrar, sempre, de te agradecer.
A hombridade de Jesus Cristo
deve ser espelho para todos nós.
Agradeça sempre ao Pai Celestial
por tudo; seja um constante
expoente da fé em Deus
e creia firmemente
na Palavra de nosso Criador.
Onde há fé, há caminho
Que o nosso dia seja de gratidão ao Pai Celestial;
que, a cada amanhecer, a nossa fé se renove;
que a Tua luz guie os nossos passos;
que o Teu amor se revele em tudo;
e que os nossos caminhos sejam conduzidos à prosperidade.
"Agradeço Senhor, por me dar coragem para enfrentar as dificuldades e por me fortalecer Pai em cada batalha."
—By Coelhinha
Pai, em Teus braços quero estar,
Na dor encontro Teu amor a me guardar,
Cada dia, um novo renascer,
Caminhando em Ti, sem me perder.
Pai
Abençoa-me para que eu possa
Te encontrar no templo de cada pensamento e de cada atividade.
Encontrando-Te dentro de mim, eu Te encontrarei fora,
em todas as pessoas e em todas as condições.
Diante da dor, que parece insuportável, muitos perguntam como irão prosseguir?
E o Pai responde que a fé é a luz que irá cicatrizar todas as feridas e nos mostrar um novo caminho.
Diante do desafio que destrói muitos sonhos, muitos perguntam como resistir à tentação de abandonar a jornada?
E o Pai responde que a prece é o remédio que sempre renova nossas forças nos momentos de maior provação.
Diante da tristeza, muito perguntam como reencontrar o prazer de viver?
E o Pai responde que a alegria é uma semente que está dentro de cada um de nós e só quando cuidarmos do nosso terreno íntimo, ela poderá germinar.
Diante da queda, muitos perguntam como irão se reerguer e continuar?
E o Pai responde que a perseverança e a confiança são as ferramentas que nos ajudarão a atravessar qualquer tempestade.
Diante dos espinhos, muitos perguntam como suportar o sofrimento?
E o Pai responde que o mesmo espinho que hoje nos fere, amanhã será a flor a perfumar nossa vida.
Diante do erro, muitos perguntam como não se entregar ao desespero?
E o Pai responde que somos Espíritos eternos, em constante evolução e que a cada dia progredimos rumo ao Alto e com fé, lá chegaremos, independente dos desatinos já cometidos.
Diante da perda, muitos perguntam como não temer a morte?
E o Pai responde que a morte é apenas a porta para um novo caminho, que o fim não existe e sim a chance de um novo recomeço.
Por isso, sigamos nosso caminho, vencendo nossos melindres, perseverantes em nossa reforma íntima, acreditando em nós e na Providência Divina e continuando a perguntar, porque o Pai jamais nos deixará sem resposta...
Meu Pai só permitiu a Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido os Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos que se acham infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.
Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.
Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.
O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.
Tudo era caos!
Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.
Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.
Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.
Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.
Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.
Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.
É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.
É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.
Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.
Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.
E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.
Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
