Poemas de Olhar
Que sejamos palavra que acolhe.
Abraço sempre presente,
Olhar que jamais julga,
Presença que preenche,
O coração transbordando positividade.
Que possamos transmitir boas energias,
Transformar caminhos,
Escrever nossa história, mas valorizar o caminho que percorremos em nossa vida.
[Verse]
Eu vejo o brilho no seu olhar
Quando meus olhos encontram o seu
Eu lembro daquele primeiro beijo
Tão gostoso que você me deu
[Chorus]
Eu ainda sinto o calor do seu abraço
O seu corpo junto ao meu
É amor ou paixão? Não sei dizer
Mas é tão bom sentir
E posso ousar e crê
O quanto amo você
[Introdução instrumental] [instrumental] [Pré-introdução]
No brilho do olhar, há um mar de informações. Podemos tantas coisas presumir, porém jamais saber o que se passa nos corações.
[Introdução] Sob as luzes do alvorecer, tanta coisa para observar, mas nem tudo a dizer.
[Verso 1] Dia após dia entre tristeza e alegria. Assim segue a vida, cada instante um fato novo, preenchendo a História do nosso viver.
É mesmo assim, entre planos e improvisos, muito difícil compreender.
[Verso 2] Não perca tempo e mergulhe neste mar, nas intensas ondas de emoções, comece a surfar.
Só se vive uma vez. O tempo não espera, faça a sua vida uma primavera. Muitas flores a desabrochar, intensas emoções e corações para amar.
[Coro] Leve leve, seja o seu viver, entre planos e improvisos jamais queira retroceder. A vida é um instante, intensas as emoções, mas só se vive uma vez, e cada instante é importante, no meu no seu, nos nossos corações.
[Coro] Leve leve, seja o seu viver, entre planos e improvisos jamais queira retroceder. A vida é um instante, intensas as emoções, mas só se vive uma vez, e cada instante é importante, no meu no seu, nos nossos corações.
[Construção instrumental]
[Introdução] [saxofone e piano finalizando]
Perdoar não é esquecer o que te feriu.
É lembrar… com o coração em paz.
É olhar para trás sem se prender no que passou.
É ter a chance de dizer:
“Eu honro o que vivi. Mas escolho seguir sem carregar dor.”
Perdoar é libertar-se da prisão do ressentimento interno,
e descobrir que o amor ainda mora aí dentro —
mesmo onde a ferida foi mais funda e colorida.
Quando você se perdoou, talvez nem tenha percebido…
mas algo no mundo ficou mais leve.
Alguém respirou melhor.
Talvez até você.
Perdoar é isso:
Um ato de coragem silenciosa, que transforma passado em aprendizado e dor em liberdade.
E se eu fosse embora? Não me afastar, ir embora mesmo, sabe? Não olhar mais na sua cara, não responder suas mensagens, não esbarrar em você propositalmente pelos corredores, não ir na sua casa, não olhar nos seus olhos, não olhar mais para você, não te seguir mais nas redes sociais, não dar moral aos seus retweets, não ligar para o que você escreve nas notas, não me importo para onde e com você vai, não querer mais receber suas mensagens tarde da noite quando você chegar em casa. Respiro fundo e penso mais um pouquinho, talvez eu devesse ir embora.
Talvez você nem perceba ou note no começo, talvez eu vá embora do nada, no meio de uma tarde de terça qualquer, ou talvez eu esteja indo embora aos poucos, cortando nossas conversas longas, ficando longe, não indo frequentemente a sua casa, não te olhando pela escola, eu estou indo embora e quando você notar, eu já terei ido embora.
Não tente... faça
Não tente olhar, olhe
Não tente gostar goste ..
Não tente abraçar , abrace ...
Não tente ficar , fique ...
Não tente beijar , beije ...
Não tente amar , ame ....
Pois o vento que passa na nossa vida .... não nos devolve o tempo perdido ....
Resgatar quando !!!
Às vezes é necessário olhar em direção ao passado, resgatar o que foi deixado e passar a limpo as coisas que atrapalham.
Em ti
Em ti ,quero pousar
Observar o teu olhar
Despertas em mim
Versos de encantar
Vou declamá-los
Por ti declará-los sem mesmo pensar
Suavemente vou sentir
Seu corpo reagir ao meu toque
Como fossem notas de um piano
Que em minha pele ira dedilhar
Meu sorriso te observar
Meu verso a te declarar
Inexplicavelmente e nem a mim sei explicar
O quanto te desejo no ensejo de te amar
De Relance
Ele ouviu minha voz
e virou para olhar —
como quem sente o vento
e precisa confirmar.
Mas eu, com o coração em tumulto,
fingindo calma, segui o culto
do silêncio e da distração,
com os olhos presos na contramão.
O vi de relance, só por um fio,
como quem toca a borda do frio.
Fingi que não vi, que não doeu,
mas cada passo longe era só meu.
O tempo parou naquele segundo,
tão breve e mudo quanto o mundo.
Ele me olhou com alma e sede,
e eu... fugi dentro da própria rede.
Talvez por orgulho, talvez por medo,
talvez por tudo que ficou em segredo.
Mas meu coração — esse, sem fingir —
ainda queria apenas... o teu sorrir.
Não esqueci teu olhar, nem fugi de você.
Por não viver de lembranças, sonhei com você amando —
sorrindo de felicidade.
Para não sofrer com a ausência de nós,
enfrentei forças desconhecidas só para estar contigo.
Óh! madrugada de ilusões santíssima, que faz com que seu olhar pareça mais um suave mistério amoroso.
Óh! madrugada dos meus ideais sagrados, que faz eu te querer por algo que vicia.
Sob tortura das indecências da paixão, queria eu, aos céus, inverdades jurar.
Mas meu amor é de apego fino e sagrado, que só quer fazer de você, meu anjo profano, meu demo alado.
(Madrugada de Inverno de 2019)
O Peso do Egoísmo
São nas pequenas coisas que o véu se desfaz,
onde o egoísmo pisa sem olhar para trás.
Passa por cima sem medo ou pudor,
fazendo-se vítima, negando o rancor.
Aponta dedos, distorce a verdade,
vira o jogo com falsa bondade.
Na ânsia de sempre levar vantagem,
deixa para trás amor e coragem.
Mas quem só toma e nunca oferta,
segue sozinho, porta entreaberta.
Pois no fim, ao perder sem saber,
é o próprio ego que vai perecer.
O Peso do Egoísmo
No olhar desviado, no gesto apressado,
nas palavras doces de tom calculado.
O egoísmo anda leve, quase invisível,
mas deixa um rastro frio, irreversível.
Faz-se de vítima, veste-se de certo,
muda o enredo, distorce o concreto.
No fim, quem só pensa em se aproveitar
descobre que nada lhe resta a guardar.
Porque quem toma e nunca oferta
um dia se vê de porta aberta,
sozinho, no eco do próprio querer,
sem nada para perder… ou viver.
O Caipira Raiz e o Jacu Enfeitado
Na beira da cerca, com um palito no dente e a paz no olhar,
tá o caipira de verdade, aquele que pensa antes de falar.
Com dois ditado ele desmonta um diploma,
e com um silêncio ele humilha quem faz drama.
Mas não demora muito, chega ele...
O tal do jacu metido, de celular com capinha de strass,
bota brilhando, camisa colada,
parecendo cantor sertanejo... que foi demitido em Goiás.
Chega falando grosso,
palavra em inglês, sotaque de novela,
mas tropeça no português
e chama “cuscuz” de “massa amarela”.
Diz que entende de tudo: agro, clima e até NFT,
mas se perder o sinal do Wi-Fi,
não sabe nem onde fica o pé.
Se acha “moderno da roça”,
fala que é do agro business,
mas confunde adubo com fermento
e acha que boi dá leite com fitness.
Já o caipira de respeito,
coça o queixo e só observa:
“Esse aí é tipo assombração…
aparece, faz barulho e não serve pra reserva.”
O jacu compra trator sem saber dirigir,
grava vídeo colhendo milho de boné pra trás,
e ainda manda:
“Galeraaa, esse é meu lifestyle, sou raiz demais!”
Raiz? De quê? De samambaia de plástico?
Nunca arrancou um mato, nunca levou coice de burro...
Só vive de selfie no campo,
igual criança em zoológico: acha tudo ‘estranho e sujo’.
E o caipira de verdade ri, mas é por dentro.
Porque ele sabe:
quanto mais o jacu fala,
mais o mundo vê que é só vento.
Moral do mato:
Jacu com internet acha que é influenciador,
mas é só um papagaio com 4G,
falando grosso e pensando menor.
A única contemplação que me é permitida incondicionalmente, é olhar para dentro de mim mesmo e vislumbrar o meu autêntico EU.
É conferir meus maiores anseios e desejos, é olhar de frente para o meu âmago e contentar-me com a minha realidade enterrada no recôndito da alma.
Somente lá, eu existo em toda a minha plenitude e ninguém poderá tirar isso de mim. Lá estará a verdadeira essência de quem sou, sem que precise ser adaptável ao mundo que me cerca.
Lá eu existo.
No instante que direciono o meu olhar á você subitamente surgiu uma chama de sentimentos pelo seu ser.
Com o som de sua fala me intensifiquei com a vibração do meu querer com a serenidade de seus carinhos fixei-a em meus pensamentos.
Perplexamente interrogo-me (irei ao teu encontro ou lhe espero o tempo que for necessário?), pois meu coração quer responder por mim.
Sempre fui intenso em tudo que fiz nas palavras, nos versos, no olhar e nas atitudes.
Mas fui surpreendido com a intensidade da frustração que se instalou em mim.
O meu amor foi fraco e perdeu a batalha com um sol na cara monstruoso.
A sentinela atraiu-me para a ilusão, sentindo tristeza em lagrimas de joelho ao chão.
Você pede-me para me olhar tão profundamente com intensidade de um sentimento radiante.
Acaricia meu rosto e toma meus espaços com um beijo demorado, fixando-se em meus pensamentos.
Invadindo meu coração e dominando meus sentidos, atravessando e transpondo todos os meus segredos.
A suavidade do anoitecer chega para completar meus pensamentos de você.
Teu olhar invade meus sentidos e deixa-me louco de prazer de senti-la e tela em meu coração te quero como nunca.
Procuro disfarçar as intenções libidinosas que queima meu coração com desejos sedentos.
Com todo esse sentimento quase incontrolável faz-me pensar mais em você que em sonhos percorro todo o seu corpo descobrindo prazeres que sinto em minha pele.
Situo-me na intensidade dos meus sentimentos com a profundidade do meu olhar.
Que me faz apaixonado pelos versos simples, porem singelos que me fazem fixar sua linda imagem em meus pensamentos.
Sou suscetível quando quero, mas também sou destempero quando preciso.
Tenho amor em meu caminho e esperança no amanhã.
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