Poemas de Mario Quintana Felicidade Realista

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" Toda arma de sedução é válida, covardia é você saber usar tão bem, todas elas...

" Quer contribuir para um amanhã melhor, comece ensinando o que sabe e indicando bons caminhos. Criticar, qualquer "Zéh ruela" critica e o mundo já tem críticos demais.

"Pessoas que recebem esmolas, revoltam-se,
as que recebem amor, de alguma forma transformam-se...

" A ilusão não é um bom lugar para se ficar, por isso é tão bom, voltar para casa...

" O lado razoável do medo é a estranha sensação de proteção, o lado ruim é que ele não deixa a ousadia acontecer...

Com meu querido pai aprendi o verdadeiro valor do abraço. Que amar é um dom, que podemos viver em paz, que a vida vale viver cada segundo. Meu pai, em cada afago, me deva uma lição para a vida.

Gerar a vida é como a alquimia, transformando o chumbo da mortalidade no ouro da presença.

Gerar um filho é dar início a uma contagem regressiva que termina, inevitavelmente, na dor da perda e no silêncio da ausência.

Dar a vida é abrir um crédito de tempo em uma conta que, por natureza, nasce programada para zerar.

Gerar a vida é outorgar uma sentença de morte, mas é justamente a sombra desse fim que ilumina a urgência de transformar cada instante em um tesouro irrepetível.

No canto do espelho quebrado, um peixe com asas azuis engole o som de uma música velha que vem do fundo d'água. Pingos de prata escorrem pelas teclas de um piano invisível, fiapos que não se encostam, mas cochicham coisas no escuro. Por que o relógio amolece nas mãos de outro relógio parado? Uma abelha de vidro voa entre nuvens de algodão doces, levando pó de lembranças que nunca existiram. O vento leva folhas de jornal velhas, letras misturadas como cartas num baralho sem jogo.

Não é a inteligência artificial que vai destruir o ser humano, e sim, um outro ser humano ou melhor um ser desumano!
Raidalva de Castro

O mundo segue cego...
Enquanto em pequenas comunidades de Salvador pessoas de bem são perseguidas!

A direita brasileira é imensamente mais poderosa do que a esquerda, mesmo quando perde a eleição presidencial. O notável é que essa imensa máquina conservadora, criada durante nossa transição para a democracia, seja tão difícil de dirigir.

Não tenho vergonha das cicatrizes que não se veem na pele. Essas marcas quietas, gravadas na alma, não me envergonham, elas gritam a verdade de quem eu sou. As feridas do corpo cicatrizam com tempo e pomada, mas as da alma? Essas sangram em silêncio, teimam em doer nas noites frias, mas é delas que eu me orgulho. Porque cada racha no peito, cada sombra que o medo deixou, prova o quanto eu sou maior. Maior que as quedas que me jogaram no chão, maior que as palavras que tentaram me apagar, maior que os vendavais que arrancaram pedaços de mim. Elas não me definem pela dor, mas pela dança que fiz depois: levantei, costurei o que restou com fios de coragem, e floresci onde antes só havia terra seca. Essas cicatrizes invisíveis são minhas medalhas. Mostram as batalhas que venci sozinho, os abismos que cruzei sem mapa. Quem me olhou de fora viu fraqueza? Enganou-se. Elas revelam a força bruta de quem sobreviveu e cresceu. Sou o carvalho que o raio fez uma fenda, mas não derrubou; a onda que o rochedo partiu, mas seguiu correndo para o mar.

Por que você quer matar o leão do dia, se nem aprendeu a domar a si mesmo? Por isso admiro os que adestram.

O Amanhã ainda vive
Se hoje pesa respira o amanhã ainda vive há sonhos que demoram mas não morrem Há caminhos que se escondem só para te ensinar a confiar⁠

Sabe essa imensidão? É o tamanho dos meus desejos, dos meus sonhos, da minha vontade de vida e de saber. Saber um pouquinho do amor, um pouquinho de amar. Essa imensidão é do tamanho dos meus olhos e vai até onde eu não posso enxergar. Eu sou do tamanho do universo.

Caixinhas. Hoje refleti sobre elas. Geralmente são surpresas, mas também podem ser de recordações, de chocolate, de música (daquelas com bailarina, sabe?! Me encantam) As caixinhas de problemas, essas sim, nem pense que é feita apenas dos problemas, elas são cheias de verdades, sinceridade, cuidado, respeito e crises de riso e choro (ao mesmo tempo, daquelas de ficar com a cara vermelha, vai entender). O que posso dizer da caixinha de problemas? Surpreendente! Quanto aos problemas, esses ainda não consigo ver.

Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.