Poemas de Mario Quintana Felicidade Realista

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Ela nunca foi dada a proclastinação. Tudo em sua vida era urgente. Os sonhos, a felicidade sempre foram sua prioridade. E assim vivia o hoje sem pressa, só com a intensidade do momento e a esperança de um amanhã incerto, mas pleno de possibilidades.

Os jogos são máquinas de felicidade, quem não gosta de passar de uma fase ou superar um desafio?

Voltei a mãe, trouxe-me felicidade. Família, escola, trabalho e igreja são portos.

Falho a facada e o pão chora lágrimas de felicidade, mas o seu rosto está implorando para eu não procurar outra forma de eu cortar ele ao meio, feliz é ele por eu falhar a facada, mas a faca atingiu a mesa de madeira tão resistente que partiu a faca e está triste e preocupado sobre como fazer o seu interro.

Plenitude assemelha-se⁠ à felicidade. Ela é constituída pelo dom da Sabedoria, pelo ato de coragem. Frutos da temperança, moderação e harmonia com a natureza.

A felicidade é uma escolha interna, o mundo é apenas o cenário onde se exerce a soberania da paz.

Deus honra mais a humildade crua da sua dor do que a engenharia hipócrita da sua felicidade encenada.

A felicidade digital é um empréstimo com juros altíssimos: o custo final é a hipoteca da sua verdade interior.

A velhice hoje me invade e a felicidade para trás ficou, provando que a alegria não é um destino, mas a forma como se viaja.

A felicidade emprestada não serve, ela sempre terá o formato e o tamanho da expectativa de quem a ofereceu.

De todas as fórmulas que tentei calcular para a felicidade, a mais simples era a única que funcionava: você. Minha razão silencia quando o meu coração te chama, e essa é a prova mais científica de que o nosso amor transcende qualquer lógica. Eu não quero mais desvendar enigmas, só quero me perder na certeza de que você me ama.

A felicidade é um estado de espírito que não se compra nem se vende, só se vive.

A felicidade não é um pico a ser atingido, mas a maneira como você caminha. Ela está nos seus passos, na sua razão, não no seu destino.

A inveja é a arte de estragar a própria felicidade ao contar as bênçãos dos outros. Concentre-se no seu campo, o do vizinho não lhe dá frutos.

O leme da sua jornada está em suas mãos. Cada passo consciente esculpe o mapa da felicidade que você merece.

A felicidade é um visitante que nunca traz malas, fica apenas o tempo de um café e sai sem se despedir, deixando apenas a louça suja da saudade. Já a tristeza é aquela visita que chega com caminhão de mudança e decide que o sofá agora é o seu lugar permanente.

A tristeza me ensinou padrões que a felicidade nunca revelou, como se cada queda deixasse um registro interno, e cada erro fosse analisado em silêncio, mas ainda assim, algo permanece imprevisível: a esperança.

A dor me ensinou a enxergar profundidades que a felicidade jamais ousaria mostrar.

A dor me ensinou verdades que a felicidade jamais revelaria. Mostrou-me profundidades que eu preferia não conhecer. Ainda assim, foi ali que aprendi a enxergar o invisível. Talvez por isso eu veja beleza onde antes só havia superfície e distração.

A felicidade não repousa no término da estrada, mas pulsa em cada passo da jornada.