Poemas de Mario Quintana Felicidade Realista
Todo fim é recomeço
Mas é preciso despedir-se do passado...
é preciso por uma pedra...
fechar os buracos...
costurar os rasgos...
doar as roupas velhas...
zerar a contabilidade
e recomeçar...
Quero ser seu querubim...
Para passear pelo seu jardim
verde capim
Que arvora dentro de mim
Como uma imensidão sem fim
"Ó música que me deleitastes
Emana-me em seus tons
A maciez dos teus ritmos
Pulsa meu coração
Ó doce melodia
Que em harmonia embala minha vida
Como pequenina rosa em botão
Tu és o compasso
Descompassado da emoção
O acorde sincero da canção
Embala-me em seus sons
Em noites de sonhos
Com notas apuradas
De uma delicada Sonata..."
Incertezas
Não sei se me entrego às ilusões
Ou deixo ir o coração
Sinto que a vida é tão fulgás
Cada dia mais rápido a passar
Somente Deus a nos guiar
E você o que dirá?
Tu és a petula!
Tu és a petula da Rosa,
que caiu no meu jardim.
Tu és flor mais linda, que o Senhor,
criou para mim.
Te amo de verdade, no fundo do meu coração, pois tu és filha:
minha fonte de inspiração
Tu és a petula.
Tu és a petula da Rosa, que caiu no meu jardim.
És a flor mais linda, que o Senhor criou para mim.
Te amo de verdade, filha do meu coração.
Pois quero saibas: Que és a fonte, da minha inspiração.
Tomara que dê !
Tomara que dê, estou certo que que vai dar ! Pois serei um capoerista, da Tribo de Judá.
Tomara que dê, estou que vai dar! Pois serei um capoerista, da Tribo de Judá.
Ser um capoeristra, eu sempre sonhei !!
Mas, na Tribo de Judá, meu sonho realizei.
Obrigado mestre, Tadeu é o seu nome ,
Que Deus abençoe, a vida desse grande homem.
Ser capoeirista é ter um sonho realizado, agradeço a Deus e aos nossos, atenpassados.
" O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra... "
O Moinho de Vicq-sur-Nahon”, publicado na Revista Espírita 1867, mês de abril:
[…] estamos longe de conhecer todas as leis que regem o mundo invisível, todas as forças que este mundo encerra, todas as aplicações das leis que conhecemos. O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra, muito longe disto, não mais sobre as coisas físicas do que sobre as coisas espirituais.
*** Em águas límpidas canta o mar
entre acordes de sal e sol
a sua imensurável força
que o tempo não poderá levar ***
**Acordes de sal e sol **é metáfora criada pela escritora Neusa Marilda Mucci e já registrada.
Bom dia
Desejo paz e calma nos momentos de turbulência,
cada um cultivando em si um pouco mais de esperança,
tudo de ruim há de passar quando cessar a violência
e voltarão nossos sorrisos em novo tempo de bonança
A tarde se vai,
e que não tarde !
mas enquanto ela cai
a nostalgia nos invade,
vem a noite sussurrando
nos ermos de sua escuridão,
todo tipo de saudade,
que sabe, temos no coração
Saudade de todo tipo,
do tempo bom ou de anseio,
dos que se foram para o céu,
lugares, passeios, amores,
de tudo que já vivemos
e até do que não veio
Se eu não chorar de alegria,
de tristeza é que não vou chorar,
não deixo que se nuble o meu dia,
Deus há de me abençoar !
Você sabe onde fica o lugar mais longe do mundo?
Ele fica bem atrás de você e para ir longe e alcançar os nossos objetivos as vezes precisamos apenas dar um passo atrás, parar e refletir sobre os próximos passos para o futuro.
Deus não se afasta de nós e sim somos nós que se afastamos dele.
Ele sempre esteve de braços abertos para nos resgatar da escuridão em que nós mesmos optamos em estar.
Confesso que não é uma situação agradável e não recomendo a ninguém.
Errar é humano, assumir o erro é caráter.
Seria capaz de te amar com tanta doçura
Num canto voraz de minha própria loucura
Serei verso cantado, amado.
Quando em teu colo, findar a procura
Ah!! teu amor que me dá acalanto
Transforma meu mundo, num apaixonado manto.
Até chegar a tarde com aquela euforia
E pintar o amor ... Por mais um dia
Por todo o belo que exuberantemente és
Me cativas com tua graça e beleza
Deixando em meu mundo a grata certeza
Que sigo assim, com a vida cheia de encanto.
Toda vez que em ti me faço tanto.
Nesse encontro do sonho com nossa paixão.
(...)As lembranças, que chegam sempre em noites tão vazias... Que mexem tanto com minha cabeça e quando o sono vem o dia ja nasceu...
A distancia que tira pouco a pouca a esperança de ter você comigo novamente e reviver aquele nosso grande
amor(...)
Nordestinos saíram de sua terra ;
Porque só seca era.
Ao chegar em São Paulo,viam que arranjar emprego era difícil.
Exigia sacrifício!
Foram na rua pedir esmola.
Mas muitos voltaram pra sua terra com somente uma sacola
CANÇÃO DO EXÉRCITO
Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados.
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança.
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.
Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe.
E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial.
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.
Retirado do Livro Hinos e Canções Militares, Edição de 1976.
- Eu quero, Franz. Pode escrever uma peça só pra mim.
Era Ottla, a caçulinha, quem falava. Franz pegou-a no colo com muito carinho. Ele amava aquela irmãzinha.
- Então você quer uma peça só pra você? Por que não? Vou escrever uma em que você vai fazer um papel muito bonito.
- De princesa? - perguntou Ottla.
- Não, querida. De sapo.
E todos começaram a rir da cara desapontada que Ottla fez
Aquele móvel velho, empoeirado, que apesar de tudo tinha um coração que batia, manteve-se ali deitado, perguntando para sua alma:
-Sossegue! Por que não morres logo? Por que me castiga me fazendo criar forças pra cair outra vez? Vá embora...
E assim manteve-se: tremia, doía, aguava, gemia...
Em meio a minhocas roxas e desenhos desbotados um coração novo em um móvel velho...
