Poemas de Luto
Primeira coisa se encontre nas pessoas e depois veja como elas se saem com isso, veja a forma que elas resolvem os problemas parecidos com os seus e tire proveito
Os loucos. Sempre os loucos. Os bêbados e os amantes. Eles negam. E meu receio agora é que estou negando. Louco, bêbado e furiosamente apaixonado.
Senta aqui Senhor, quero conversar. Sabe? O seu agir as vezes me deixa confusa, mas eu sei que tudo que o Senhor faz é para o meu bem. Chega mais perto Senhor, e escuta o silêncio que faz o barulho dos meus pensamentos. E; olha, se em algum momento as coisas não estiverem do seu gosto, muda! Faça do seu jeito e não do meu.
A beleza, está nos olhos, de quem enxerga com a alma.
A alma,são como flores, que perfumam e alegram o jardim da caminhada chamada Vida.
Engana-se quem acha que a lua volta amanhã. Cada vez ela é única. Toda noite nasce uma lua. Morre uma lua toda manhã. Cada dia, a vida é uma.
Tamanho nunca foi documento. A prova disto é o buraco que deixa os simples detalhes, como a falta que faz uma mensagem tua...
Sobre: " fazer amor", amor não se faz! Amor acontece, se vive e se sente. Amor não se toca, mas nos toca por dentro. Amor não é tato, é alma. Não se faz amor, mas podemos faze-lo acontecer.
A gente complica, o que simplifica a vida é o amor. Que leva a culpa das nossas desculpas que causam tanta dor. Há quem não saiba amar nem ao menos ser amado, inverte os valores por fúteis sabores e troca o certo pelo errado. E o "culpado é o amor". Que deixa a gente vulnerável...
Você é mais que inspiração, você é mais que perfeição pois és o sem-igual, o mais perfeito e sem explicação, és o que aquece meu coração e o que dá vida ao meu poema... Tu és a minha musa, a mais bela e perfeita!
Só me ligue quando quiser falar do que sente, só me ligue se for dizer que me ama, só me ligue se puder ser honesta consigo mesmo!
Invadiu-me a casa, o pensamento, a vida e lá fez sua morada...Invadiu-me o quarto, o canto, minhas cores e transbordou tudo.Invadiu-me o tom, o tato, o dorso, a pele, virou-me o mundo ao contrário. Invadiu-me sem hora e nem lugar, entrou pela janela, tomou-me de assalto. Deitou-se no meu destino, riu-se do meu espanto... Foi assim sem tempo, num segundo de desatenção
Que desembarcaste em mim paixão.
Se quiseres pinto a escada de outra cor, Arranjo outros vasos para as flores, Visto o vestido azul que quiseres, sendo azul, qualquer um deles, amor. Se quiseres, não te esqueço assim que amanhecer o dia. Caso queira, apago as luzes, te arrepio em pelo, mudo a cor do acaso, o curso da vida, a rima de um verso, te beijo... Se quiseres pinto a escada de outra cor...
Pareceu ser... E fora quimera. Esvaiu-se num breve revés. Era de mentira a moldura. Amor retinto, sucinto, adverso. Não sentia, não queimava, nem doía!
hoje não quero falar da saudade ou da minha solidão, de nada que dói, porque isso sempre está aqui presente, no cheiro da pele, no peito e no sal dos olhos. e porque eu também sou feita de dias quentes, dias que lembro-me que não vivi e sobrevivi até hoje sozinha. Dias que na inconsequência de uma boa gargalhada, por alguns segundos, nada doía.
