Poemas de Luto

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A dor d'alma dilacera em silêncio.
Vem em gotas de frustrações diárias.
Surpreende num surto em pleno ócio.
Veneno lento que esgana várias esperanças. Sem piedade, assiste ao desmoronar interno, tijolo a tijolo. Sufoca com mãos pequenas. Triste ver o corpo murchar, perder o viço, desencantar junto às rugas profundas que marcam a vida. Uma flor esquecida, sem regas. A beleza dessa dor pungente não transparece fácil, é urdida pelas mãos do poeta dormente.

Deus me livre do vicio do álcool
eu bebo apenas água
cerveja
ice
vinho
cachaça
Whisky
e outros foguetes que aparecerem...

Que Deus me abençoe com esse meu coração por mais uns tempos, para que mesmo se sentindo pequeno em relação ao oceano...
Ele continue.
sempre abrindo as portas para receber, dar, e emprestar amor e alegria a quem precisar...

...

E quem sabe um dia você se da conta de que a vida não exigia tanto de ti..
Tanto sacrifício,
Tanto cansaço,
Tanto esforço,
Tanta persisténcia,
Quem sabe a vida somente te pedia para ser feliz!

..

As palavras não tem nada a ver com o dizer...
com os buscar..
Você sente?
não se explique!


..

O amor quando se alberga
no peito do rico ou pobre
se torna logo um guerreio
com capacete de cobre
e só obedece a honra
porque a honra é mais nobre.

Se o amor é soberano
a honra é sua coroa,
portanto, um amor sem honra
é como um barco sem proa,
é como um rei destronado
no mundo vagando à toa.

EU SOU...

EU sou...
Feliz porque fui abençoada
Por um DEUS
Maravilhoso que rege minha VIDA, meus PASSOS
E minha mente.


Que me FORTIFICA, nas horas
De AFLIÇÕES
E me protege do mal e da inveja
Alheia.

E envia anjos serenos, revestidos
De amigos
Que me acalentam à alma
E o coração.

Quando me sinto entristecido (a):

E assim ...
Meus dias se tornam lindos
Suaves como plumas ao vento

Trazendo
Para mim, uma ternura plena
Numa canção alegre que mal cabe dentro
De mim.

Sempre tem um verso que não se encaixa
Um objeto da mudança que não cabe na caixa
O bicho de estimação perdido na mudança
Uma música improvável que toca e a gente dança
Tem aquele sol que não brilha tanto
O tanto que parece pouco
E o pouco que parece nada
Tem dia parecendo madrugada
Dá saudade, chora, chora, e não tem consolo
Eis o pão de cada de dia
Que infelizmente não foi me dado hoje
Não tive no café poesia
Nem um versinho na hora do almoço
Declarar minha fome ou me acostumar?
Desse tipo de fome eu não devo morrer
Mas se é pra viver do jeito que está
Uma passagem pro inferno
Cansei de viver!

Lixo de vida.
Lixo de humanos.
Lixo de sol.
Lixo de luz.
Lixo de ar.
Lixo de dia.
E assim acaba minha poesia.
Que é um lixo, todavia.

A um carneiro morto

Misericordiosíssimo carneiro
Esquartejado, a maldição de Pio
Décimo caia em teu algoz sombrio
E em todo aquele que for seu herdeiro!

Maldito seja o mercado vadio
Que te vender as carnes por dinheiro,
Pois tua lã aquece o mundo inteiro
E guardas as carnes dos que estão com frio!

Quando a faca rangeu no teu pescoço,
Ao monstro que espremeu teu sangue grosso
Teus olhos - fontes de perdão - perdoaram!

Oh! tu que no perdão eu simbolizo,
Se fosse Deus, no Dia do Juízo,
Talvez perdoasses os que te mataram!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Pensei
que a liberdade vinha com a idade
depois pensei
que a liberdade vinha com o tempo
depois pensei
que a liberdade vinha com o dinheiro
depois pensei
que a liberdade vinha com o poder
depois percebi
que a liberdade não vem
não é coisa que lhe aconteça
terei sempre de ir eu.

A pior luta é contra o amor.
A maior vitória é contra o desejo.
A a maior insanidade é a paixão.

Boa noite! Good night! Bonsoir!
Ohayō! Καλησπέρα!
Uma boa diversidade a todos!

Queria me amar
Queria lhe mostrar
Como é te amar
Mas não encontro mais

Não encontro o que falta
O que me fará completo
Sinto um vazio enorme
Mesmo com você por perto

Talvez falte eu mesmo
Talvez não me encontre
Talvez seja por isso
Que eu seja incapaz

Incapaz de te amar
Incapaz de te mostrar
Como é te amar

DO CONVITE À DESPEDIDA

Uma tarde.
Um convite.
Um aceite.
Ansiedade.

Uma noite.
Um encontro.
Um olhar.
Felicidade.

Um momento.
Um desejo.
Um amor.
Necessidade.

Um beijo.
Um abraço.
Um carinho.
Restou saudade.

EMERGÊNCIA DE AMOR


Era para ser só um beijo
Mas, virou urgência
Emergência de amor
Você até tentava conter minhas mãos inquietantes
Mas, eu tentava te envolver em mais beijos excitantes
Você me queria agora!
Já estava pronto para eu te invadir
Para o amor não tem hora
Só é preciso se permitir
Te penetrei tão profundo
Nossa que excitante explosão
Quem diria que o proibido
Nos deixaria extasiados, nas nuvens
E loucos de paixão...

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DESEJO INCONTROLÁVEL

Quando fecho os meus olhos
E seu cheiro se derrama no meu corpo
Meu coração bate mais forte
Penso em fugir desse desejo louco
Eu preciso de você
Quero sentir seu calor
Sentir o gosto da sua pele
Ter na boca o teu sabor
Eu quero que me possua
Loucamente apaixonado
Com furor descontrolado
Nesta louca sedução
Luxúria em teus braços quero viver
Arder em febre, me entregar
Ser a tua fonte de prazer
E esconder a dor que me impede de sonhar...

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AAH ... AONDE VAMOS PARAR?

Aaah como eu queria! O calor da tua boca na minha
Como eu queria!!! Teu corpo no meu a deslizar...
Sua pele que no toque arrepia
Minha mão se instiga a continuar.. Ah.... Aonde vamos parar?! Preciso do teu corpo aqui comigo...
Teu corpo, teu peito, meu abrigo
Sua pele na minha a transpirar...
Nossos corpos se amando sem parar
Uma mistura de sentimentos
Que ao longo do tempo
Não tem pressa de acabar...
Valorizando cada instante
Seu corpo como um diamante
Aproveitando cada segundo
Te eternizando em meu mundo
Admirando o seu corpo
A cada parte fico delirando
Numa mistura de sentimentos e me pego te amando!

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JANTAR A LUZ DE VELAS

Eu te chamei para jantar
Será que você vem?
Já separei os vinhos
E os queijos também
Coloquei velas na mesa
Quem sabe você chega
Já preparei o jantar
E também a sobremesa
Oh meu Deus você chegou
É como se realizasse todos os meus versos de amor
Falamos sobre o dia a dia
E depois nos entreolhamos
A mão pairou sobre o vestido e foi deslizando
Depois encontrou um rio e entradas secretas
Ardentes de amor e loucas pra serem descobertas
Sem hesitar eu fui
E pulei sobre a mesa
Te mostrei que depois do jantar
Eu era a sobremesa

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DELEITE

Hoje eu só queria mapear teu corpo com minhas mãos
Hoje eu só queria seu hálito quente no meu pescoço
Me desejando, me possuindo
Hoje eu só queria me perder do céu da sua boca
E me encontrar nos teus olhos
Hoje eu só queria me perder de paixão
E me achar no seu coração
Hoje eu só queria a constelação das tuas pintas tracejar
Me molhar na tua pele, delirar
Hoje eu quero ver o seu ápice
Me lambuzar numa banheira de leite
Mas, com tua essência sagrada
Teu prazer é meu deleite
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