Poemas de Luto

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MOÇO PRIMAVERA

Tens este rosto de menino tão belo...
A primavera já se insinua por tua pele
Numa sandice que tudo deixa, nada repele
É todo o primor de beleza que anelo!

Na boca rubra o sabor antecipado do beijo
Nos olhos azuis céus e mar se fundem
Por tua causa moço, minhas ideias confundem
Entre ternura, meiguice e desejo...

E quando vens com as flores silvestres
Adereço minhas mãos com rendas e rena
Para afagar tua face de marfim_ serena.

Portanto não há lugar onde eu queira estar
Senão perante tua presença que é todo encanto
No verso pleno de poesia e sem pranto!

Elisa Salles
(Direitos autorais reservados )

Essa dor

Tem ideia do que é querer mudar
E se afogar?

Esse mar de sentimentos
São apenas complemento.

Essa dor
E o meu coração sendo mais uma vez manipulador.

Não entendo essa ansiedade,
Não suporto mais essa sobriedade.

Nesse mundo tão louco,
Onde está a perseverança?
Ela se foi e agora não vejo o mínimo de esperança.

Só sinto que estou afogando,
Nessa dor eu estou cavalgando.

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Ainda não consegui esquecer
A doçura ainda permanece
Não sei se é um sonho ou uma estrela
Estou vagando por esse espaço tempo
Com um único rumo até você

Eu acho que estou tonta
O labirinto que existia entre nós está quebrando
Eu não aguento isso

Tem uma sensação tão doce
Como a primeira e esquisita conversa que tivemos
É muito amargo e dolorido
Vou mantê-lo bem diante aos meus olhos
E te apreciar assim como uma rosa

Eu estou com esse sentimento ardoroso dentro de mim
E já não consigo respirar
Quero conhecer seu coração, garoto

Ainda estou vagando por memórias
Quando fecho meus olhos, só penso em você
Se eu adormecer, me lembro do tempo que passamos juntos

Você é como minha melodia favorita
Estou sonhando acordada
E eu amo o sonho que você faz se tornar realidade
Eu amo esse espaço temo
Eu amo você

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Se eu te contar uma história,
Você irá me achar maluca?

É sobre uma estrelak
Que no 'brão da noite caiu
Ela era pequena e solitária
Mas quando a noite piscou, ela parou de brilhar

Quem diria, esse amor ocorreu derrepente
Com a irônia do destino
É doce como mel

Algo meio louco aconteceu comigo
Como se fosse uma mentira
O que aconteceu?
Você era uma das estrelas brilhantes
E agora está quase em meus braços
Garoto, o que está acontecendo?

Eu não quero acreditar
Mas é amor
Isso se tornou realidade?
Desde quando viramos um clichê de filmes?
É como passar a linha do universo até chegar em você

É tão engraçado
Nós poderíamos estar bem mais separados
Mas nós estamos mais juntos que o saudável
Eu estou tão feliz, não posso evitar sorrir

Acho que me tornei um pouco estranha
Algo estranho realmente aconteceu comigo
Por que meu coração está batendo tão rápido?
Por que minhas mãos estão suando frio?

Você é como minha paixão
Brilhando tanto que não consigo tirar meus olhos
Você é o algo louco que aconteceu comigo
É como estar presa em uma mentira
Você é meu brilho de mentira
Você brilha meu coração
Você é o problema louco que aconteceu
Venha atravessar a linha do meu coração

Sagitariana


Parar
de fazer mil coisas ao mesmo tempo
de bater de encontro às coisas
de encontrar elefantes dentro das lojas

Sou de porcelana

não posso te culpar pelas
expectativas que eu mesma criei
não posso te culpar pela
esperança que só eu alimentei
nem pelas imaginações que a minha
mente sempre tão mirabolante criou

não posso jogar a culpa
no destino ou no momento errado
nem em mais ninguém
não posso lançar a culpa ao
universo como se ele tivesse
alguma coisa a ver com minha
realidade entediante que me faz
escapar para meus mundos paralelos
onde tudo é passível de acontecer

não posso te culpar por misturar o
mundo paralelo com a realidade e
achar que o que acontece lá
poderia -deveria- acontecer aqui

a culpa é minha e dos produtos
dessa minha mente
a culpa é minha e das expectativas
que eu não soube controlar
a culpa é minha e é tão difícil encarar
porque é tão mais fácil
quando se tem alguém para culpar

-Milena Farias

Instagram: aquiloqueeununcafalei

Tudo que sou e tenho

O tempo é uma caminhada, muito pó na estrada, a verdade da direção existe, coberta de um turbante triste, a mulher árabe, a vaca indiana, o buda, a quem bate um papo com Maomé, ui, calafrio, aqui no meu Brasil, arrepio, a livre expressão, seria a bela canção, mas a imagem está comprometida, muita balela envergando o caráter da família, bom, o vento do norte, cheiro forte, o pecado, a morte, ai quem não admira uma princesa de bicicleta, uma Dinamarca discreta, valorização do garí que vence a desigualdade e esse reinado sucumbido, falo que pode ser e não tem sido, o pensar diferente, trafegar na mente de um novo progresso, pois esse imenso universo carente de Salomão e Davi, que ainda possa emergir, quero estar aqui, pelo silêncio que dita, que a arte não minta e possa esculpir, lá do sertão que o canal morreu, a poeira corroeu e ainda que não se reconheça, que a garganta que arrebenta e nada diz, ao que clamo e aguardo, a petição composta, quem sabe se o pensar fugaz e a poesia confere a sensatez impedindo o desdenho por tudo que sou e tenho, a poesia que sente, fala e não mente.

Giovane Silva Santos

Entre nós,
a vida depende de
gente que
entenda a
insegurança de
um coração
que não se faz ouvir.
O Mundo é hipersônico, sem limites...
A ameaça vem
do Mundo
em colapso.
É um mal necessário.

A grande Inteligência é sobreviver.
As tartarugas portanto não são teimosas nem lentas, dominam;
SIM, a ciência.
Toda a tecnologia é quase inútil e estúpida,
porque a artesanal tartaruga,
a espontânea TARTARUGA,
permanece sobre a terra mais anos que o homem.
Portanto,
como a grande inteligência é sobreviver,
a tartaruga é Filósofa e Laboratório,
e o Homem que já foi Rei da criação
não passa, afinal, de um crustáceo FALSO,
um lavagante pedante;
um animal de cabeça dura. Ponto.

MENOS DE VOCÊ
Não bastou me magoar com as tuas calúnias, me denegrindo,
Foi preciso bater-me pra sentir que estava me ferindo.

Não foi pelo que tu fizeste, que eu fiquei assim,
Mas por aquilo que tu não pode mais fazer por mim.

Não foi porque tu mentiste, que eu me decepcionei,
Mas por tudo que tu me disseste, e eu acreditei.

Não foi a tua indiferença, que me deixou com o coração na mão,
Mas a lembrança da tua presença, perdida na recordação.

Não foram as palavras de navalha, que me cortaram o coração,
Mas as belas frases ensaiadas, marcadas pela doçura de uma ilusão.

Não foi o bastante ser o carrasco do meu sofrimento,
Foi preciso me ver chorando e implorando o teu sentimento.

Não foi a força dos teus arroubos, que conseguiram me vencer,
Mas o fato de ter esperado isso de todos, menos de você.
Rodivaldo Brito em 12 de dezembro de 1986

Bom dia, nova aurora, novo dia,
a esperança acorda também,
e assim com o sol renascendo
douramos a pele, o que faz muito bem...

Se esse seu amor camicase
não me exigisse tanto,
eu juro, pro seu espanto,
que eu...
quase.

Não sei se isso é pra você

Sinto falta de alguma “coisa”,
Mas não sei o quê é?
Como se “algo” meu, tivesse ido embora...
E eu soubesse que “isso”
Talvez nunca mais vai voltar...
Mas o que é isso??

Penso, que, mesmo,
Que eu voltasse no tempo,
Não poderia reverter isso,
Mesmo que eu quisesse,
Talvez eu e você
Nunca deveríamos ter nos conhecidos?!

O pior, é que tipo, quero te encontrar,
Quero te ver, mas sem saber, o que dizer,
Por que, penso demais,
Tento adivinhar, o que vai acontecer,
E acabo desistindo,
O que devo fazer.

Se você tem medo de escrever algo,
isso é um bom sinal.
Suponho que você sabe que está
escrevendo a
verdade quando está aterrorizado.

Já perdi a conta de quantas noites em claro passei, em que cada uma delas pensei o quanto você me faz feliz.
E assim ponho-me em meu lugar, lembrando que sou só um mero aprendiz na arte de amar.

Já perdi a conta de quantas folhas
rasguei, rabisquei e reinventei pra descrever meus sentimentos por ti.
Mas a verdade aqui é que,
é um grande dilema escrever um poema, quando só se sabe sonhar.

Natal é linda época de luz,
de fé, renascimento e alegria,
é o aniversário de Jesus
e no céu brilha mais a estrela guia


Feliz Natal a todos, com saúde e paz !

Hoje sinto minha maior sequela
Aquele vazio que você deixo aqui dentro de mim
É uma saudade absurda que carrego comigo.

Ela é daquelas,
Que tem uma alma
Tão gostosa,
Quanto o sedutor som
Da sua risada.

Diga-me quantas correntezas terei que ver para que eu seja outro, ou para que o mundo não seja mais o mesmo? Ou que pelo menos os rios estejam limpos...
Se eu for banhar, que eu não espelhe o ego, se eu mergulhar, que eu não afogue o ar.
Revoltados ordenamos que respeitem nossa terra, pois não cansaremos de lutar.
A natureza nos abraça, se á ela não decaptar.

Dos muitos amigos que tive nesta vida
recordo de alguns, de outros nem tanto,
uns por puro engano perderam encanto,
e outros serão uma eterna guarida...

São esses que conto sempre pelos dedos,
como um santuário nas horas incertas,
deixando aos demais as janelas abertas,
para que se assomem, sem muros nem medos...

Quando me procuram e me chamam de amigo,
já sei o que querem para lá das janelas,
seus olhos emitem distintas parcelas,
que aprendo nas frestas de cada postigo...

A palavra "amigo" quando é bem lavrada,
por uma charrua sem vãs entrelinhas,
não gosta de pragas, nem de ervas daninhas,
botadas à sorte de um tudo e de nada.