Poemas de Karl Marx sobre I Homem
A liberdade não é um presente do Estado. É uma conquista diária do homem que se recusa a ser escravo.
O sistema odeia o homem livre, porque ele não se ajoelha, não se cala, e ainda inspira outros a levantar.
O homem que busca ser amado por todos, se curva a todos, e no fim, perde a si mesmo para agradar quem nunca o respeitou.
O homem que rasga a própria palavra já jogou sua honra na lama. E sem honra, não há nada que valha a pena ser defendido.
O Kamorra é um homem firme. A sua personalidade transmite uma aura confiável, que faz as pessoas se sentirem seguras, sentirem que estão ao lado de alguém real e tangível.
O socialismo, comunismo, deseja exatamente fazer com que o homem perca o raciocínio lógico e seja dominado como um animal e fique a seus domínios, ao ponto do estado pensar e ditar seu pensamento.
A régua da masculinidade não está na aparência, mas no compromisso. Se você conhece um homem que cumpre os seus deveres, está diante de algo essencial: a base sólida da verdadeira masculinidade.
Kamocêntrico é o homem que não se desvia por afeto barato, nem por aplausos vazios. Ele gira em torno dos seus princípios, não das vontades dos outros.
O homem que aprende a caminhar sozinho sem sentir falta de plateia… se torna perigoso, porque nada mais o controla.
Se o homem chorar, é fraco, imaturo e inseguro. Se não chorar é frio, insensível e sem empatia. De qualquer forma o homem é errado sempre.
O homem certo não te promete o mundo… ele ergue um abrigo ao teu lado, feito de afeto sólido e lealdade inquebrável, onde nem a tempestade ousa entrar.
Há uma grande diferença entre inteligência e sabedoria, o homem que é inteligente, mas não goza de sabedoria, por certo tem como seus amos o orgulho e a vaidade.
“O homem virtuoso quando sente um desejo, antes de satisfazê-lo, ele o avalia para ter a garantia de que, em cedendo ao mesmo, não haverá risco de ser subjugado por ele”
Ney Paula B.
“Para o homem prudente suas convicções são como os pesos de uma antiga balança, jamais dessa o fiel”
Ney Paula B.
“A ganância torna indigno o homem, o oposto disso, a abnegação, é uma virtude que o aproxima das coisas reais.”
Ney Paula B.
Um dos grandes equívocos do homem é enxergar algumas coisas como fins quando na verdade elas são meios - dinheiro, conhecimento, posição profissional, etc.
Ney Paula B.
“Rico é o homem pobre, que sabe que doar… só o deixa mais rico. Todavia, pobre é o homem rico que acredita que doar… só significa perder.”
Ney Paula B.
