Poemas de Karl Marx sobre I Homem
Um homem pode perder muito dinheiro correndo atrás de uma mulher; mais jamais perderá uma mulher correndo atrás de dinheiro!
O homem inventou os métodos mais sofisticados e engenhosos para proteger-se de seu maior inimigo: ele próprio.
Cada homem é um universo de medos e desejos, sofrimentos e esperanças, alegrias e tristezas. Cada rosto é uma obra de Deus.
A inveja é um dos sentimentos mais desprezíveis do homem. Sendo a porta de entrada para outros males. De um invejoso, pode-se esperar tudo, menos algo bom. É bem melhor ser odiado por aquilo que você é do que "amado" e idolatrado por invejosos e uma cambada de "Judas".
É preciso dissipar todo mal que é lançado pelos invejosos em nossas vidas. Não se tem inveja de quem não brilha, antes, têm-se daqueles que tem luz própria e ofusca aqueles que vivem na escuridão.
O homem mais feliz é aquele que admite seus erros, aprende com eles e passa o seu ensinamento adiante. Errar não é feio, burrice é permanecer na ignorância.
Não sou de esquerda e nem de direita; tão pouco vivo em cima do muro. Eu sou um homem livre , defendo que só a liberdade de pensamento pode trazer o esclarecimento ao homem.
A alma do homem cria sabotagens para que ele sempre fique preso a uma realidade aparentemente confortável, aparentemente estável, feliz e em paz. Grande parte da alma não deseja sair da zona de conforto, mas a mente sim, a mente deseja conhecimento e verdade.
O saber afasta o homem da ignorância e lhe torna inteligível, e em momentos difíceis, mais flexível.
Às vezes sou igual Salomão, homem sábio, porém se perdeu na própria vontade. Assim sou eu, Deus me deste sabedoria, mas não a uso para fazer o querer de Deus!
O que se chama de filósofo, nesses meios [isto é, nos meios acadêmicos de filosofia], não é o homem que luta com os enigmas nucleares da existência: é o 'especialista' nas obras de fulano ou beltrano, conhecidas até os últimos detalhes de análise textual. O 'texto' é tudo; os problemas e a realidade, nada. O culto da futilidade chega, aí, às proporções de um pecado contra o espírito. E ainda se esconde por trás do pretexto nobilitante de uma austeridade disciplinar, que se abstém de tratar dos problemas filosóficos diretamente por zelo de escrupulosidade filológica.
Que autoridade o homem recebeu para julgar os seus? Se todos temos nossos defeitos e somos feitos da mesma matéria? Quanto as questões espirituais, quem poder ver o que só Deus pode ver, para interpretar que alguém está condenado ao inferno sem que isso não venha do próprio Deus? Se julgar de forma irresponsável, o julgo se tornará a sua cruz!
O homem vendo-se nos retalhos da sua existência estagnado em sua angustia, e abraçado por seu vazio percebe algo tão profundo que não pudera ser expresso, o próprio nada de seu ser.
Um homem de poucas palavras entende o poder que elas tem.
Pois aquele que se abdica de falar muito e observa sempre, terá conhecimento maior que os demais.
O trabalho é o presente do conhecimento para a mente do homem e o equilíbrio emocional é o teste para crescer em sabedoria.
O homem sem Deus não tem o manifestar do livre arbítrio, este dom só se manifesta quando somos tomados pelo seu Espírito.
Ai temos a escolha entre o querer ou não.
O maior grito do homem é o silêncio. Quanto mais ele se cala, mais alto e mais forte torna o seu clamor.
Em adversidade, fique em silêncio e deixe que o clamor do silêncio fale por si.
"[...] uma vez o homem declarado "a medida de todas as coisas", não há mais nem Verdade, nem Bem, nem Justiça, mas apenas opiniões iguais em direito, cujo conflito só pode ser decidido pela força política ou militar; e cada força triunfante entroniza, por sua vez, uma Verdade, um Bem e uma Justiça que vão durar tanto quanto ela." Betrand de Jouvenel, O Poder - História Natural de seu crescimento, p. 286
