Poemas de Karl Marx sobre I Homem
Poder, dinheiro e bens não deixam um homem mais poderoso ou rico. Acabam por deixá-lo inquieto e preocupado.
O tempo para responder insultos, fuxicos e desaforos é usado pelo homem sábio para orar, assentar mais tijolos e semear mais sementes.
Quem se vangloria de seu saber não sabe o que é o saber; o homem não é nada quando pensa ser alguma coisa; quando se exalta engana a si próprio.
Se um filósofo não é um homem, ele é tudo menos um filósofo, ele é, acima de tudo, um pedante, isto é, uma imitação de homem.
O homem que conseguir domar seus instintos e equacionar suas inquietações terá para si o império que desejar. Não há fortaleza maior do que o excelso domínio interior.
Dinheiro é apenas um objeto criado pelas mãos do homem para dar soberania e autoridade para um punhado de seres soberbos, arrogantes e prepotentes, que precisam ostentar uma posição maior que os outros para serem felizes e realizados. Em outras palavras, é uma espécie de corte absoluta na Terra que recebeu poder para determinar como o mundo será gerenciado e controlado, não dando espaço algum para a democracia e para os universos da justiça e da equidade social, escravizando o povo menos favorecido em prol de seus sórdidos, repugnantes e abjetos desejos.
Se o mundo é de enganos, se a vida é de ilusões, se na terra a felicidade do homem está nas ilusões dos sentidos, e nos enganos da alma, eu quero iludir-me e enganar-me para ser feliz.
Diante de si, o homem encontra a Natureza, tem possibilidade de dominá-la e tenta apropriar-se dela. Mas ela não pode satisfazê-lo. (...) Ele só a possui, consumindo-a, isto é, destruindo-a. Nesses dois casos, ele continua só.
Por hora o homem cabe na palma de uma mão ao dominar o Smartphone como extensão da sua mente, corpo e presença.
A relação dos dois sexos não é a das duas eletricidades, de dois pólos. O homem representa a um tempo o positivo e o neutro, a ponto de dizermos 'os homens' para designar os seres humanos ... A mulher aparece como o negativo, de modo que toda determinação lhe é imputada como limitação, sem reciprocidade.
Sobretudo, o homem capaz de viver a experiência profunda do amor, é capaz de conduzir-se na solidão.
O homem fez de seu deus sua bengala... seu suporte, seu motivo, sua ação! O que é o homem então? Um fantoche do medo? Ou um prisioneiro da necessidade?
Um homem pode amar várias mulheres, ou uma mulher vários homens? Se é amor natural apenas, pode. Isso acontece o tempo todo. Nem por isso deixa de ser amor verdadeiro, apenas limitado pela fraqueza humana, já que lhe falta o suporte sacramental.
Um homem de valor não é aquele que usufrui de várias donzelas, mas é aquele que busca a felicidade em apenas uma, com essa conquista ele abrange o mundo, e sabe que não está sozinho.
Pois mais nobre é o homem sábio e pobre que o rico e TOLO, o inglório mais que o glorioso e o enfermo mais que o saudável. Pois quem quer que esteja com a sabedoria é completamente NOBRE, independente e IMPERIOSO. Mas quem quer que esteja com a TOLICE é um ESCRAVO e débil.
