Poemas de Jesus
O racista é um analfabeto funcional, que olha para um povo; tão lindo, rico em cultura e história: que são os negros, e ainda ignora!
Há uma mulher linda por detrás dos óculos; Que guarda um brilho nos olhos, da cor da noite. E um sorriso exótico!!! Onde achará tal mulher?
Um poeta não pode ser um político partidário.
Porque o poeta escreve as dores do povo, denuncia o ódio, a miséria e declama o amor.
Não espere um sinal do céu se suas raízes ainda não tocaram a terra. Toda grande mudança começa onde os pés pisam com coragem.
Alguns vivem para sobreviver. Outros sobrevivem para viver. Mas os que sonham... esses vivem duas vezes: no agora e no que ainda vão conquistar.
Há silêncio que cura mais que mil palavras. Às vezes, o que você precisa não é de barulho, mas de paz para ouvir a sua própria alma
Tudo que é verdadeiro encontra caminho, mesmo que o mundo tente apagar. Fé é plantar luz onde todos enxergam escuridão
A prioridade do verdadeiro artista é o seu ofício, frisando que o bom profissional não deve permitir que coisa alguma atrapalhe o exercício da sua arte.
O abraço carinhoso de um filho ou uma filha é uma das coisas mais gostosas e gratificantes da vida...
Não chores porque o amor acabou, apenas sorria porque um dia ele irá voltar e sabe porque, se ele te pertence ele voltará
Fastio: ofereceram um cozido ao guloso, após comer um peru assado, dois pratos de feijoada e uma bacia de salada. Ele respondeu: faz, tio, que eu como.
Sabe aquele dia que você está querendo falar com qualquer pessoa na rua, na madrugada fria, escura e perigosa? Qualquer copo de cachaça é conforto, qualquer trago de cigarro é aconchego...
São Paulo, 15 de agosto de 2013
O amor nunca acaba, ele adormece e, às vezes renasce pela mesma pessoa ou por outra. Enquanto isso, só resta um vazio.
Um porto... O velho porto com o seu barco a deriva. Ele saiu a navegar e consigo levou a sua velha âncora. O barco quer atracar em um porto seguro, mas a âncora ficou solta impedindo para que isso aconteça, talvez fosse melhor apagar da história o dia que esse barco saiu à deriva ou então colocar a âncora no lugar para que ele tenha uma navegação tranquila, segura e quem sabe... Os ventos não soprem a favor?
"É durante o deserto que fazemos uma retrospectiva das nossas ações para que possamos compreender tal situação."
Certo tempo, em outra estação, para os grãos de areia que acompanharam a evolução e a passagem da tempestade de areia no deserto – o eu lírico – andara sem destino nestas terras áridas. A tempestade de areia passou e a estação mudou. As miragens deste deserto me fez lembrar o jardim que eu cultivava, da flor que, por um momento, pensei que fosse a minha rosa, mas, era um girassol que eu regava. Neste jardim de belas flores tinha uma abelha rainha pousada em um girassol a espera do seu tão sonhado zangão, ela estava sentindo o aroma que borrifava em seu rosto através do néctar. Pousei bem entusiasta no girassol, bailando para mostrar os meus talentos de zangão para a pequena abelha rainha. No fim, os nossos pólens não se conectaram, estávamos em estações diferentes, ainda não era tempo de colheita. Talvez esta não conexão viesse para dá mais vida ao zangão, mais momentos para voar. Desse amor, só se troca pólen uma única vez com a abelha rainha, depois disso, somos ceifados para outra estação, morremos. Como zangão, imagino que tive a oportunidade de me reinventar e bater asas para um novo jardim, de ser ceifado em um momento em que a conexão de pólens ocorrerá de forma plena e intensa com o néctar da vida. A estação não chegou, porém tudo mudou quando o zangão voou.
