Poemas de Humor
Não tem nada que mexa mais com o psicológico de um pobre. Não é: “Ah, será que existe vida após a morte? Será que Deus existe?” Nada dessas perguntas mexe mais com a cabeça de um pobre do que num dia frio, 6h30 da manhã, ele ir num varal, pegar uma roupa e pensar: “Tá molhado ou tá gelado?”
Reflita um segundo sobre o que você tá falando, porque se você fizer isso tenho certeza de que vai mudar de opinião sozinho.
(Renan)
Hoje o jovem não vai mais numa boate. Só quer ficar em casa assistindo seriezinha de terror.
(Rogerinho)
Todo equívoco humano é satirizável. Enquanto houver ser humano com suas carências, inseguranças e dúvidas, haverá sátira.
Bem-vindo ao Burger King. Grelhados desde 1964. Aceita um Whooper? Pode levar pra viagem, se quiser ir comer no carro e chorar.
(Atendente do Burger King)
Diga à Jenny que gostei do entusiasmo dela. Não da linguiça, nem do pó de maca misturado ao ketchup, mas da energia dela, do chi, do Yin, do Yang, de tudo.
(Sasha)
Os ricos não usam mais roupa chique. Agora só usam camisetas de mil dólares que parecem de mendigo.
(Sasha)
Cuidado com amores fast food e humores instáveis.
Quem diz que ama agora pode facilmente odiar daqui a pouco!
"Na eutrapelia em que me encontro não há pranto que me tire o riso. Hoje acordei e disse a mim mesma, o bom humor será meu guia"
Se eu podia acreditar em mim mesmo, por que não dar o benefício da dúvida a outras improbabilidades?
Não tenho a menor ideia de como mudar as pessoas, mas ainda mantenho uma longa lista de potenciais candidatos, no caso de algum dia descobrir.
A maioria das pessoas teria achado grotesco, mas quando você está apaixonado nada é tão abstrato ou horrível que não possa ser considerado fofo.
Parecia que a vida não tinha só passado por ele, tinha feito uma pausa no caminho para cuspir em seu rosto.
Não sei ao certo o que faz de um livro um "clássico", para começar, mas acho que ele deve ter pelo menos cinquenta anos e alguma pessoa ou animal terá que morrer no final.
Nos anos de chumbo, nós, cartunistas, trabalhávamos numa fronteira delicada. Um traço era a linha tênue que dividia a censura da liberdade.
