Poemas de Felicidade

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O pessimismo é um veneno que mata lentamente, o maior antidoto é saber que tudo é perfeito no amago e nada está fora do lugar...

Inserida por agustjonros

Moro Na selva de Concreto e Aço, já Faz um Tempo Que Estou Querendo Um Abraço, De Um Amor Que Seja verdadeiro, Machuquei Meu coração por Ser Aventureiro"

Inserida por Blacksaullo10

viva os positivos, foda se os negativos, vida é uma grande escola, nem tudo tem um preço, mais sempre tem um troco, pode me chamar de loco pois vivo como quero, chamo minha trap house de castelo, minha Gang está comigo verão ou inverno, cheio de amor, Com os pente carregado, respeito sem força
esse meu legado GANG

Inserida por Blacksaullo10

Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...

Inserida por AlessandroLoBianco

Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.

Inserida por AlessandroLoBianco

Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.

Inserida por AlessandroLoBianco

As vezes o ônibus passa antes de você chegar no ponto só para você ter que correr e se sentir ainda mais pobre. Aí você entra e encontra um lugar pra sentar e se sente feliz; fica com aquela cara de pão doce até ver um idoso, levantar para dar o lugar, e ir em pé até Vargem Grande pra lembrar novamente quem você é.

Inserida por AlessandroLoBianco

Não destrua a casa, mas examine cada tijolo, e substitua aqueles que parecem quebrados, que não suportam mais a estrutura.

Inserida por AlessandroLoBianco

O que se compreende da vida até o momento é que evoluímos por meio das dificuldades. O que coloca a felicidade como pequenos momentos de resolução de problemas.

Inserida por AlessandroLoBianco

Para cada favor parece que as pessoas cobram um crédito, uma nota promissória que nunca será esquecida. Juros sob juros nas contas da felicidade

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Nossos sentimentos emitem ondas reais que irradiam dos nossos cérebros, formando uma atmosfera mental e que será peculiar a nós, a cada pessoa. De acordo com o seu pensamento, você atrai uma solução, mesmo que sofra agora com as consequências disso. Mas saiba que qualquer consequência sofrida por uma atitude sua de auto-amor será válida.

Inserida por AlessandroLoBianco

A bola passou quicando... e um guri correndo atrás. Deu um chute com a direita. A bola subiu, voou, pela janela adentou. A velha apanhou a bola, pra rua a bola atirou. "Na próxima não dou mais" (foi assim que ameaçou). A bola saiu quicando... e o guri correndo atrás. Deu um chute com a canhota. A bola subiu de novo... e pela janela reentrou. A velha pegou a bola enraivecida, a furou, e pra rua arremessou. Bola furada não quica. Caiu no chão e parou. O menino a foi buscar... abaixou-se pra apanhar... e veio um carro e o matou. A velha a tudo assistiu e jamais se perdoou. Agora, quando algum moleque quer uma bola, fica embaixo da janela daquela velha demente. Que o maior prazer que sente e o que mais lhe satisfaz... é atirar bolas pra rua, vê-las depois quicando, e um guri correndo atrás...

Inserida por AlessandroLoBianco

Vem-me, às vezes, um sonho fugitivo e estranho ao pensamento perturbado; Sonho sem medo as sombras do passado, e o futuro me torna pensativo. Por que me faço ao riso alheio esquivo? De onde me vem este ar desalentado? Este fundo pesar inexplicado, esta grande tristeza sem motivo? Não sei... A mágoa obscura que me invade talvez seja somente uma saudade que o mundo vil não pode compreender... Saudade de outra gente e de outra vida, que inda vibra e palpita, dolorida, na imperfeição do meu ser

Inserida por AlessandroLoBianco

Pode um poeta ao peso de uma dor compor versos de amor e alegria? Pode outro vate festejando o amor cantar em verso a dor e a nostalgia? Eu sei que a história do palhaço existe; o grande artista e mestre no fingir; que ao peso de uma dor pungente e triste, ainda sim faz a plateia rir. Mas o palhaço sim, o poeta não.. Não creio que um poeta de verdade seja capaz de tanta falsidade dizer em verso o que não está sentindo. Deixar de lado a pura inspiração, narrar em verso a falsa sensação, embora ciente de que está mentindo...

Inserida por AlessandroLoBianco

Se eu tirasse de uma estrela sua luz de chama inquieta e em mim pudesse contê-la, diria, então, sou poeta...

Inserida por AlessandroLoBianco

Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...

Inserida por AlessandroLoBianco

Este sorriso carrega uma história que já foi chamada de sofrimento e de superação. É a história de alguém que não teve medo de encarar os obstáculos em seu caminho, que um dia descobriu que podia vencer todos eles - e venceu –, e hoje essa história se chama felicidade.

Inserida por EdilsonACosta

Ela não tinha percebido que o amor poderia machucá-la tanto: demorou demais para descobrir a medida certa de amar. Toda vez que olhava para trás, recordava de si mesma magoada. E, quando olhava para frente, só se via sem esperanças. Já tinha tentado tantas vezes segurar por muito tempo um sorriso, e nunca tinha ido bem. Ela sempre se perguntava se algum dia tudo seria diferente daquilo e se existia mesmo felicidade longe dali. Dizia que, depois da segunda decepção, ninguém mais acredita; que estava sendo difícil demais para ela e que não precisava de um motivo a mais para desistir de vez, de tudo. Mas desistiu. E um dia, quando menos esperava, ela avistou sua resposta dentro dos olhos de alguém e a escreveu dentro de um coração... E o seu sorriso nunca mais foi embora.

Inserida por EdilsonACosta

⁠A alma, uma partícula divina, encontra sua plenitude ao seguir os princípios de Deus, sua configuração padrão original. O afastamento desses princípios resulta em uma sensação de vazio em diversos momentos.

Inserida por iptdv

⁠Se fosse de outro autor talvez passaria direto, mas sendo quem escreveu, parei, li e não entendi. Só após incorporar a sensibilidade do veterano que sou, caiu a ficha, me tocou e emocionou: "Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons. Carlos Drummond de Andrade"

Inserida por giuliocesare