Poemas de Erico Verissimo 1910 a 9
Saudade de um amor antigo, não é somente uma lembrança boa, mas sim um lembrete de que não soubemos valorizar alguém muito, muito especial. Que a saudade não seja um castigo...
Às vezes, a vida exige de nós um tipo de confiança que nos faz questionar se estamos prontos. Mas Deus nunca pede mais do que podemos suportar. Se Ele nos conduz, Ele também nos fortalece. A fé verdadeira não se apaga quando as dificuldades chegam, ela se fortalece. No fundo, é esse o segredo: confiar. Confiar que, por mais turvo que o caminho pareça, Deus sabe exatamente onde nos quer.
A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.
Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.
O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.
Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".
"Quantas vezes ainda vou amanhecer? Não sei. Já vi o sol nascer milhares de vezes sem contar nenhuma delas. Hoje penso que talvez o tempo não passe; talvez ele fique parado, silencioso, esperando que nós passemos por ele. E enquanto passamos, colecionamos amanheceres que um dia se tornam lembranças."
O insensato mata a alma com as suas próprias armas. Suas palavras são como balas ricocheteadas que atingem o seu coração.
O ser patético sempre se apresenta com uma alegoria para chamar a atenção. Enquanto o brilho do ser sublime reluz da sua própria essência
Amor, amar e ser amado. No amor surge o amar à alguém que se torna amado. O amar só existe se há amor por um amado. Mas nem sempre o amado sente amor e sabe amar.
No fim das contas, o seu nome tem mais serventia para os outros do que para você mesmo. Embora seja algo profundamente pessoal, inicialmente você não o escolheu, sequer você tinha essa capacidade, foi uma palavra dada por quem sequer tinha noção do que aquele ser viria a se tornar, nem você tinha. O seu nome é uma cicatriz, uma das primeiras. Uma palavra cujo significado, se é que existe algum relacionado a alguma outra coisa ou alguém, jamais representará quem você realmente é. O nome carimba a abstração de uma pessoa no mundo. Enquanto estivermos em sociedade, inclusive em sua lápide, um nome estará relacionado a você. O nome pode não ser aquele do seu nascimento, pode ser um apelido, que aliás pode ser mais sensato, já que pelo menos normalmente é uma tentativa, ainda que rasa e por terceiros, de representar algo visto posteriormente.
Ontem posso ter saído pra a rotina com sentimento de ira no coração. Ainda na parada de ônibus o amor do palhaço quebrou meus sentimentos. Que amor é esse? Me coloquei no lugar do palhaço. Toda minha revolta se foi.
Na rotina após ir ao banheiro encontrei um amigo. Me fez perceber e entender o peso de algumas rotinas. Acredite... Nem sempre é tão simples quanto parece. Mas respire, beba água... Se alimente e tente descansar um pouco. No final... Apenas Deus precisa saber os detalhes e ele se encarrega de colocar as pessoas certas nos momentos certos.
Você estava lá para decidir a caçada…Ninguém se importa se você ficou sem almoçar… muito menos se contava com aquele momento para descansar e passou batido. O que realmente importa é que você falhou no tempo de pegar a presa. Aos olhos de quem não estava lá, era algo simples. Mas você viveu aquela caçada… você esteve com os leões e as hienas. E, mesmo assim, os urubus te chamaram de burro por entregar carne fresca no lugar de carniça.
Só lembre sempre por quais motivos você continua lutando, orando e buscando .
Mesmo que em dias tristes você sinta falta daquele moleque sonhador, que é como um dia de chuva com há ausência do sol.
