Poemas de Erico Verissimo 1910 a 9
Já dizia em uma série: "O amor e as pessoas são como uma chuva repentina, ela vem do nada, transforma aquele momento e depois desaparece, e te faz pensar 'e se essa chuva nunca tivesse aparecido'?".
Eu sempre ganho, sejam quem forem os oponentes. Eles acham que estão enfrentando uma pessoa, mas estão enfrentando o tigre.
Agora sei como meus animais se sentiam. Tenho vergonha de mim mesmo. Espero ter uma segunda chance, como meus tigres.
Eles acham que a gente vai abaixar a cabeça, mas a gente não vai. Não vão calar a nossa boca. Porque o sangue dos nossos filhos não é barato. Porque nós somos os pais e mães do Brasil.
Entramos e saímos dos tribunais em busca de justiça. Quando essa justiça vier, nossos filhos vão continuar mortos. Nossas vidas vão continuar vazias, mas pelo menos eles vão poder descansar.
Quando os nossos filhos saíram de casa naquela noite, nós, como todos os pais do Brasil, deixamos porque nós confiávamos que eles estávamos indo para um lugar seguro.
Eu preciso criá-lo. Um mundo onde todos se respeitam e riem uns com os outros! Como posso estar errado em querer um mundo assim?
Sabia que só havia agora uma alternativa, ainda que para isso fosse preciso quebrar códigos e renegar promessas há muito tempo empenhadas.
Você e seus amigos são os únicos culpados por seus atos… e pelas consequências que eles lhes trouxeram.
Lembre-se de que nunca bastou apenas ter o dom. Para exercê-lo, além de estudo e conhecimento, é preciso ter o controle sobre nossos atos e responsabilidade.
Meu pai me disse que você achou algo em um trem durante a guerra. Uma relíquia capaz de mudar o curso da história.
