Poemas de Erico Verissimo 1910 a 8

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A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.

Chega de loucura, deixa eu dormir! Ou você vai embora de uma vez ou eu vou morar em uma clínica psiquiátrica...

Os meus pensamentos estão em expansão como a grandeza do universo indo em direção a você.

Minhas lágrimas hoje pertencem a você, amanhã espero que o meu coração pertença a você de novo.

Simbolicamente ainda posso dizer que você mora comigo, verdadeiramente sonho com isso todos os dias…

Medo de lembrar porque a memória não avisa ela chega traz seu nome seu riso o que fomos lembrar é abrir o que tentei fechar
porque algumas lembranças não querem ser lembradas querem ser sentindas

Me disse que acabou, mas algo em mim não entendeu por que o amor era tanto e se perdeu. Fiquei com ausência no peito e um adeus que não aconteceu.

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

Coração Acelerado
Basta um olhar teu passar e o peito começa a gritar sem toque sem aviso você já é meu paraíso

Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!

⁠Existem produtos impróprios para o consumo e pessoas impróprias para o convívio. Leia os rótulos antes de consumir e os olhos antes de conviver.

Quem um dia soube admirar um brinquedo na vitrine, mesmo sabendo que ele nunca poderia ser seu, teve uma experiência primária de Deus, a quem amamos sem possuir.

Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.

⁠É inútil tentar saber onde o caminho leva. Pense apenas no primeiro passo, o resto virá.

"Quando olhamos para uma árvore, vemos apenas à árvore. Não vemos os átomos que formam a árvore. Quando todas as centelhas se juntarem; Deus aparecerá".

“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.

A prepotência te faz forte por um dia, mais a humildade te faz forte para sempre!

Inserida por felipewatter

O mundo através do tempo e espaço, fica cada vez menor, mas hoje estou feliz, porque tivemos a oportunidade de vivermos mais um dia...
Amanhã, com certeza o mundo estará ainda menor, mas teremos um novo dia para crescermos e transformarmos esse mundo pequeno num mundo melhor.

Inserida por Waldetes

O bom humor tem o tempero caseiro, espanta tristeza e os anjos dizem amém.
Seja bem humorado você também.

Inserida por Waldetes

Todo início de semana é mais difícil, requer um gesto ou um desafio.
Que tal termos o desafio de um gesto de humildade e altivez, transformando as possíveis derrotas em verdadeiros vitórias?

Inserida por Waldetes