As palavras da linguagem, tanto escritas quanto faladas, não parecem desempenhar qualquer papel no meu mecanismo de pensamento. Os objetos concretos que parecem servir como elementos do meu pensamento são certos símbolos e imagens mais ou menos nítidos.
"Não compreendo, os teus caminhos, e nem o que tem dado errado, mas eu te prometo confiarei. Por mais que as lutas, as decepções sejam maiores, e a ânsia doa e não ceda em meu peito, dobrarei os meus joelhos e a ti clamarei me socorre meu Deus!"
Como é uma sensação ruim gostar de alguém, e não ter a coragem de dizer. É como se fosse um grito preso na garganta, vendo que a cada dia se passando sabendo que estar, perdendo as últimas esperanças.