Poemas de Erico Verissimo 1910 a 8
A dor da saudade em mim, ordena-me silêncio, reflexão e as luzes apagadas.
Tudo no escuro...
Carlos De Castro
Altíssimo, Onipotente, bom Senhor, teus são o louvor, a glória, a honra e toda bênção. (...)
Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a morte corporal, da qual homem algum pode escapar. (…)
Felizes os que ela achar conformes à tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes fará mal!
Interpretando os sinais
Navegando entre folhas rasgadas boiando num rio de lágrimas vi de um lado passar várias páginas escritas, algumas estavam com todas as suas linhas completas, outras vagavam com espaços em aberto, já do outro lado do barco vi apenas folhas em branco passar e a cada remada eu via mais e mais folhas em branco passar e então foi ai que eu entendi...
Eu sou libélula.
Diferente da borboleta, eu não renasço, eu transformo (me transformo) e mudo.
Me liberto, eu voo, eu mudo.
Eu deveria voar, mas minhas asas estão molhadas, eu pus secar.
Eu deveria voar, mas as minhas asas molharam na chuva, então eu pus pra secar, para amanhã voar.
Eu sou a libélula.
Sem asas.
Asas provisórias ou à procura de asas.
Ou eu deixei no varal.
Eu sou libélula — quase liberta
Falta,
Pouco.
Atenção!
Críticas construtivas aos seus erros normalmente vêm daqueles que elogiam seus acertos.
(2021)
E por falar em paixão
Em razão de viver
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares
Na noite, nos bares,
Onde anda você?
Não me macem, por amor de Deus!
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja de companhia!
(...) Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...
E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!
O fim
Indo e vindo, desgastando e abandonando displicentemente mas sem querer abandonar por completo,
coração vadio, carente das sombras, mesmo sem ser notado na rotação certa buscava o consolo insignificante naquele amor vazio,
na história contada do irrelevante, o invisível é a estrela protagonista,
coração doente, soberba em exposição, correria da razão, fuga dos sentimentos,
morre mais um amor inocente.
É uma arte muito difícil a de saber escolher o tempero perfeito para tirar o melhor de um ensopado sem perder o sabor original. Não podemos fugir da essência de um ensopado. Assim como nunca podemos escapar de nós mesmos.
Nossa vida é um filme onde somos ao mesmo tempo produtores e atores. Se aventura, ação, suspense, comédia ou ficção, só depende nós.
Tudo bem que ele e eu não falamos a mesma língua, mas, na hora da música, nós temos tanta sintonia que um termina as frases musicais do outro.
Enquanto cada religião se apresenta como o melhor caminho para chegar a Deus, esquecem que o Cristo não tinha nenhuma religião.
Não penso em conquistar status ou me distinguir e vivo a vida como um filósofo forasteiro sem qualquer ligação com a competição mundana. (...)
Quando tentamos ser nós mesmos, a competição inevitavelmente atrapalha...
Se errei? Com certeza errei muito e muitas vezes, e temo que poderei errar outras tantas vezes. É minha condição humana. Porém, nunca errei por perder a Fé.
Não importe se alguma mulher já fez "hora" com você, o importante é fazer com que no futuro, ela se arrependa de ter imitado o "relógio"...
O limite é uma fronteira que se cria e faz a mente fraca acreditar que existe ápice para a vitória. Porque uma vitória só será finita se você quiser.
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