Poemas de Deuses do Amor
o Beijo que você me roubou
Não foi da boca foi do que eu guardava desde então carrego teu gosto na parte de mim que nunca mais voltou
Ei, já parou pra pensar que a vida e a morte não são inimigas, mas parceiras de dança? A gente vive correndo atrás de eternidade – academia, dieta, apps de meditação –, como se pudéssemos enganar o relógio. Mas olha só: sem a sombra da morte, a vida perde o brilho. É ela que dá urgência aos nossos amores, faz a gente rir alto num pôr do sol no Arpoador, ou escrever aquela poesia que queima no peito. A morte não é o fim cruel; é o que torna cada respiração preciosa. Argumento assim: se fôssemos imortais, procrastinaríamos pra sempre, desperdiçando o agora. Epicuro já dizia que a morte não nos diz respeito, porque enquanto existimos, ela não está aqui. Então, por que temer? Viva intensamente, abrace o efêmero. A vida ganha sentido justamente porque acaba.
Todas as decisões envolvem riscos, mas se é preciso decidir, faça-o. O que não pode não tentar.
Outra decisão mais sábia é entregar tudo nas mãos de Deus e pedir a Ele por orientação.
Desistir não é a resposta; o que se deve fazer é persistir na busca de soluções para os seus problemas!
Pois mais nobre é o homem sábio e pobre que o rico e TOLO, o inglório mais que o glorioso e o enfermo mais que o saudável. Pois quem quer que esteja com a sabedoria é completamente NOBRE, independente e IMPERIOSO. Mas quem quer que esteja com a TOLICE é um ESCRAVO e débil.
Entre concordar ou discordar; crer ou não crer, mais salutar o argumento. Sobretudo porque, sem um justo argumento, também não encontraremos qualquer razão para
crer ou não crer, concordar ou discordar!
O poder do silêncio não está na ausência de palavras, mas na presença de consciência. Em um mundo onde todos querem falar ao mesmo tempo, silenciar se torna um ato de força. O silêncio organiza pensamentos, acalma emoções e evita respostas impulsivas que muitas vezes machucam mais do que resolvem. Quem entende o valor do silêncio aprende a observar antes de reagir e percebe que nem toda provocação merece resposta, que nem toda discussão precisa ser vencida. Às vezes, calar é proteger a própria paz, é escolher maturidade em vez de conflito. O silêncio também comunica, ele pode expressar decepção, reflexão, respeito ou até despedida, porque há sentimentos que as palavras não alcançam, mas o silêncio traduz com profundidade. Além disso, é no silêncio que encontramos a nós mesmos, escutamos nossos medos, organizamos sonhos e fortalecemos decisões. Enquanto o barulho externo distrai, o silêncio revela. O verdadeiro poder do silêncio está nisso: ele não grita, mas transforma, não impõe, mas ensina, e muitas vezes a resposta mais forte que alguém pode dar é simplesmente não dizer nada.
“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
Saber esperar é o melhor remédio para a sua alma, então espere, pense e reflita se isso que você quer será bom para ti!
Não se humilhe por ninguém, seja liberto(a) das pessoas tóxicas e permita que Jesus seja seu melhor amigo!
A dor é um processo pelo qual todos nós passamos, e é por meio dele que somos aperfeiçoados nas mãos de Deus!
Todos nós enfrentamos provas nas mãos de Deus e conseguimos superá-los.
Quem afirmou que você não vai triunfar?
Não se iluda por qualquer coisa que te chama, meu bem, pois todo cuidado é pouco para não se iludir de novo!
A dor que persiste muitas vezes é aquela que, por algum motivo, não tentamos resolver no passado, mas não é o motivo de não se perdoar pelo aquilo que poderia ter feito.
