Poemas de Deuses do Amor
“Não esperamos um futuro adequado e nem perfeito, muitas vezes, esperamos apenas um futuro que seja bom para as duas pessoas e que a relação seja duradoura. Amor, não é ter uma relação perfeita ou ‘dos deuses’, é na verdade ser cúmplice um do outro”.
Eu só consigo pensar e sentir a sensação boa que é (re) Começar... Não deixarei que o passado me aprisione ou me amedronte. Fiz um pacto com a felicidade e o amor próprio, e agora, só me restar aproveitar. Enjoy, pois!
O corpo (precisou)se levantou ,saiu de pé por inteiro,
mas a alma ficou lá, ainda chorando de joelhos.
"...E saber que a pessoa que vai te amar a vida inteira (do jeito que você é) também está por aí esperando para te encontrar."
E quando a vida te der motivos para desistir, desista!
Diferente da vida, a morte não dá nada, tira.
não adore a homens adore a DEUS aquele que está vivo e sabe quantos fios de cabelos vc tem e de cada passo que vc dá e te ama incondicionalmente
na vida temos que aprender a fazer as melhores escolhas e para isso precisamos dobra nossos joelhos e pergunta a DEUS qual a melhor decisão
Deu tudo errado, não é? Ah, com umas risadas chorosas, dou um sorriso torto, e digo sempre que nós demos muito errado. Tão errado que por um momento pareceu ser o mais correto a se acontecer. Somos aquelas forças opostas, não é? Nos repelimos (mesmo que a vontade seja ficar perto).
É que sempre fui eu, do outro lado da ponte, chorando, encolhida, abraçada no travesseiro, controlando meu próprio choro para não acordar ninguém. É estranho ter malas nas mãos, quando o costume era tê-las sobre os olhos. É estranho eu confortar, dizer que vai ficar tudo bem. Ok. Sei que essas palavras são mais para mim que para qualquer um, mas isso não atenua a estranha sensação que essas palavras trazem a boca, quando ditas.
Ela está sempre à beira de dizer o nome dele. Mas recua no último segundo, como um animal selvagem, com medo. É quase como um medo mutuo. Eu sempre, em qualquer palavra, assunto, circunstância, estou à beira de dizer sobre ele. Sinto em minha língua o gosto aterrorizante do nome dele, brincando, perversamente, dentro da minha boca, sentindo-se dono. Em conversas, eu posso sentir que ele está presente, quase entrando no recinto e flutuando junto das palavras despejadas pela boca. É como se ele, escutando a conversa como um intruso, estivesse atrás da porta. Uma presença estranhamente perto, perpetua. E lateja aonde quer que eu esteja.
É como se cada frase, implorasse para que o nome dele fosse implantado, fundido ao sentindo, mesmo ficando sem sentido.
Ele sempre esta a beira da minha boca. Minha língua quase o forma. Minhas palavras quase o têm entre.
Porque simplesmente não dou uma risada sem graça e digo que daqui pra frente sem ele vai ser estranho?
E mesmo com esse NADA grande, torrencial e em negrito, prejudicando toda a nossa melosa história inexistente, houve algo. Pode ter existido apenas em mim, como seria bem provável. Mas nada no mundo consegue abafar os gritinhos fracos de alguma parte da minha cabeça que diz que você também viveu algo por mim, em mim – sobre mim. Não que eu esteja dizendo que fomos (ou somos) aquelas historinhas bonitinha que lagrimejam os olhos. Mas também não estou negando que a gente foi uma história. É complicado explicar algo intangível. Algo que nunca foi pros olhos ver. Mas que existiu de forma absurda.
Ou talvez aquele dia, em que nós nos chocamos? Explosões daquela magnitude não são normais. São fenômenos. E fenômenos acontecem por algo. Algo.
