Poemas de Cruz e Sousa
A prudência não é apenas um atributo do julgador, mas o alicerce que transforma decisões jurídicas em instrumentos do bem comum.
A experiência e o hábito fazem do homem a própria medida da justiça, garantindo que o direito se aplique com equilíbrio e moralidade.
O verdadeiro justo não reside na mera aplicação da lei, mas na capacidade do phrónimos de harmonizar valores, proporção e equidade no caso concreto.
O direito, desprovido da moral compartilhada pela educação, torna-se um mecanismo vazio, incapaz de sustentar uma sociedade verdadeiramente justa.
A justiça distributiva exige que méritos e honrarias sejam concedidos com base na virtude e na relevância para a cidade, fortalecendo o senso coletivo.
O sentimento de justiça nasce da educação moral, fazendo com que a lei seja respeitada não pela imposição, mas pelo reconhecimento de seu papel na ordem social.
A decisão judicial não deve se limitar à técnica jurídica, mas ser guiada pela prudência, garantindo que cada julgamento reflita a busca pelo justo.
A cidade é o berço da educação e da virtude; nela o direito se realiza como um instrumento da felicidade comum, e não como mera regra normativa.
A justiça aplicada sem prudência se torna um mero formalismo, enquanto a decisão virtuosa deve ser um reflexo da moral compartilhada pela pólis.
O governante deve ser exemplo de prudência, pois somente aquele educado para o bem coletivo pode distribuir justiça com equidade e discernimento.
"Não se preocupe com básico, com isto tudo mundo se preocupa, se preocupa com os detalhes, nele está o problema ou a solução"
Poderia te mandar ir para o inferno, mas não vou perdeu meu precioso tempo, pois vc já está nele...
A sorte pode até nos presentear com oportunidades, mas é a ação do indivíduo que molda o próprio destino.
A vida exige momentos de ruptura e reinvenção, onde você precisa "se desfazer do velho" para renascer mais forte.
A nossa imagem deixada nas memórias das pessoas é o que prevalece a respeito do que nós somos de verdade.
"A salvação é de graça e pela graça revelada. Isso custou a Deus, não como preço, mas como expressão do amor que não desiste do pecador."
A MARAVILHOSA E ABENÇOADA, MADRE TERESA DE CALCUTÁ ESCREVEU: "Você não daria banho num leproso, nem por 1 milhão de dólares, nem eu, só por amor se dá banho num leproso" A madre, nas noites escuras ia aos becos das favelas, de Calcutá , na Índia, dar banho e fazer curativos nos leprosos e inválidos e dizia que seguia às ordens de DEUS. Fazemos tão pouco comparando ao trabalho da Madre (considerada santa e recebeu o prêmio Nobel).
“As circunstâncias não são soberanas. Deus é. Nada foge do decreto eterno. Se for anonimato ou reconhecimento, dor ou alegria, escassez ou abundância… tudo é ferramenta nas mãos dEle pra te fazer semelhante a Cristo.”
