Poemas de Cruz e Sousa
Pratiquemos
O bem
Mesmo que a ingratidão
Impere
Pois
Com persistência
Amor e carinho
Libertamos
Almas aprisionadas
Pelo mal.
Eu, sou...
Uma vida
Que renasce a cada
Dia.
Diante
Da luz que beija à alma
O espirito e sobretudo
O coração.
Sinto
Piedade do coração
Que é ingrato
Perverso e esnobe
Num mundo
De gente
Oca de bondade
Amor e vida harmoniosa
Entre irmãos.
Amo a poesia
Das
Flores pois elas
Me ensinam...
Que mesmo
Com espinhos sabem
Amar
Encantar
E perfumar
À todos
Que elas tocarem.
Serenei...
Na madrugada
Orvalhando a ceifa da
Vida
Na benevolência
Dos frutos
Que breve
Darão sabor
Em nossos lábios
Apaixonados.
Precioso
É o tempo
E sábio é o coração
Que
Acolhe as suas sementes
Na germinação
Do seu
Pomar de sabedoria!
Luto Vivo
Entrei em luto,
em luto por você,
em luto por te amar.
Luto pelas mensagens que não chegam,
pelas promessas que morreram no tempo.
Luto pelo som da tua voz
que ainda ecoa quando tudo silencia.
Você ainda respira,
mas não é mais a mesma.
Morreu pra mim em silêncio —
sem despedida,
sem flores,
sem adeus.
A pessoa que eu amava
ficou presa no tempo,
e eu continuo aqui,
de luto por alguém
que ainda está viva.
Dedicatória:
Escrevi pra alguém que ainda vive, mas que já não é a mesma.
Pra quem partiu em silêncio, deixando a ausência respirar no meu peito.
Disse o poeta, certa vez, que a borboleta era mais importante que a flor. O bêbado, com a lucidez que só o excesso permite, respondeu de que valeria a borboleta se a flor não fosse essencial à sua existência?
Eraldo Silva.
Moça do cabelo cacheado
Não me magoe na incerteza
A mais bela das rosas és
indomável como a natureza
E sua natureza dominou meu coração
Sim, ela é bela como as estrelas
Mas se ela for o sol, cuidado pra não se queimar.
Aprendemos a não brincar com fogo, mas foi as regras do teu jogo, que descongelou meu coração
Teu coração também é de gelo, diz que o amor é passageiro e tem medo da ilusão.
Ah moça, se tu soubesses, que eu te amo a ponto, de amar os seus defeitos e aceitar os teus apelos, eu morava em teu coração, eu ia bem ligeiro. Me aceites agora ou nunca,
me olhes como olho a lua, eu só quero teu coração.
Te quero moça indomável, então não mate o querer que te quer bem.
Vem agora pro meus abraço
E me abraça também.
Pequena flor, sereia do meu cais
Tenho a paz de ser só seu
Estou indo agora
Dói muito essa saudade
E agora?
Sou todo amor do mundo
É difícil de de entender
O que é matemática?
Quando a gente ouve a palavra matemática, muita gente logo pensa em conta difícil, número grande, fórmula complicada… e aí já dá vontade de fechar o caderno. Mas a verdade é que a matemática é bem mais próxima da nossa vida do que parece. A matemática nasce quando a gente conta, compara, mede e toma decisões. Ela aparece quando alguém divide um pão para todo mundo comer igual. Quando calcula quanto vai gastar no mercado.
Quando olha o relógio para não perder a hora do trabalho.
Quando planeja o mês para o dinheiro dar até o final.
Mesmo quem diz “não sei matemática” já usa matemática todos os dias — só não chama ela por esse nome.
A matemática também é uma forma de organizar o pensamento.
Ela ensina a gente a raciocinar com calma, a resolver problemas passo a passo, a não desistir logo no primeiro erro. E errar, aqui, faz parte do caminho — ninguém aprende a andar sem tropeçar.
Não é só sobre números.
É sobre pensar, entender, procurar soluções.
É como um treino para o cérebro, do mesmo jeito que exercício é treino para o corpo.
A matemática não exige pressa, exige persistência.
Ela não escolhe idade, nem passado escolar.
Ela não pergunta se você parou de estudar antes — ela só pede uma coisa: disposição para tentar de novo.
E talvez o mais bonito seja isso:
cada vez que você entende um cálculo, resolve um problema ou percebe que “não era tão impossível assim”, você prova para si mesmo que é capaz.
E isso vai muito além da matemática.
No fundo, aprender matemática é aprender a confiar mais em si, a enfrentar desafios e a perceber que o conhecimento não tem prazo de validade.
A matemática não é um bicho-papão.
Ela é uma companheira silenciosa que sempre esteve com você — agora é só aprender a enxergá-la com outros olhos.
MULHERES E MATEMÁTICA
A matemática, muitas vezes, parece um lugar cheio de regras, números e contas difíceis. Mas quando olhamos com mais calma, percebemos que ela também tem muito de sensibilidade, de curiosidade e de persistência — coisas que muitas mulheres carregam naturalmente no seu jeito de aprender e de ver o mundo.
A matemática também tem criatividade. Às vezes, resolver uma questão é quase como montar um quebra-cabeça, encontrar um caminho que antes ninguém tinha percebido. E quando alguém finalmente entende um cálculo complicado, surge aquela pequena alegria silenciosa de pensar: “Agora eu consegui”.
As mulheres na matemática mostram justamente isso: que pensar, raciocinar e descobrir não dependem de gênero. Dependem de curiosidade, esforço e oportunidade.
No fundo, a matemática não é só sobre números. É sobre aprender a pensar, a questionar e a procurar soluções. E quando mais mulheres ocupam esse espaço, a matemática fica mais rica, mais diversa e mais humana.
Bom dia
Que a paz de Cristo Jesus reine em nossos dias
E traga-nos serenidade, ternuras, e muito amor
Para aquecer à nossa vida e sobretudo aos que amamos
Dentro de nossos corações.
Tentar não gostar de você
é como prender a respiração.
A gente segura, sustenta o quanto pode,
mas quando não aguenta mais,
a vontade de respirar volta.
E volta muito mais forte do que antes.
Assim é quando tento não te querer.
Tal como não dá para viver sem ar,
não consigo negar o que sinto por você.
O que nos resta é respirar com calma,
aprendendo a viver com esse sentimento.
Mano Souza ∆°
