Poemas de Cruz e Sousa
A Cruz não é apenas um evento para ser admirado ou um benefício jurídico para ser recebido; ela é um padrão de vida para ser seguido.
É impossível abraçar a cruz enquanto as mãos insistem em segurar o que Deus nunca nos pediu para carregar.
A cruz de Cristo não é um emblema da religião, mas o altar onde o mundo deve morrer para nós, para que vivamos inteiramente para Deus.
O Evangelho nos revela que a maior maravilha da cruz não é apenas o perdão, mas a adoção: por meio de Jesus, o Juiz do Universo se torna o nosso Pai.
A cruz revela o ápice da loucura humana: diante da oportunidade de amar o criador, o homem escolheu assassinar o Autor da sua própria vida.
A cruz revela o amor infindável de Deus por mim e o custo extremo de Sua graça para resgatar o meu valor corrompido pelo pecado.
A pior hora do ladrão na cruz extraiu dele o melhor: ele reconheceu seus pecados, creu na misericórdia e viu Deus em Cristo. Esse é o escândalo da graça: o dia da execução tornou-se o dia da salvação. A justificação não depende de ritos, mas da absoluta e soberana bondade de Deus.
A teologia da prosperidade ensina a buscar o ter, a teologia da cruz nos esvazia para nos preencher.
Na cruz, o amor e a justiça de Deus se encontram em perfeita harmonia. Ali, Cristo tomou sobre Si o pecado da humanidade, satisfazendo a santidade divina e abrindo o caminho da reconciliação. Todo aquele que crê encontra na Cruz perdão, vida e a esperança eterna da
A cruz não é apenas o lugar onde Deus resolveu o problema do pecado; é o lugar onde Deus revelou, de forma definitiva, quem Ele sempre foi: amor que se entrega sem deixar de ser justiça. Em Jesus, Deus entrou na nossa dor, assumiu a nossa condição e carregou sobre Si tudo aquilo que nos afastava da vida. Na cruz, o perdão deixou de ser um discurso e tornou-se um acontecimento; a reconciliação deixou de ser uma esperança distante e passou a ser um convite presente. Quem crê em Cristo descobre que a cruz não anuncia condenação, mas graça; não celebra a culpa, mas a libertação; e aponta para a ressurreição como a vitória da vida sobre toda forma de morte.
Na Cruz, Deus revelou Seu amor sem reservas. Em Jesus, o pecado foi vencido, a culpa perdeu seu poder e o caminho de volta ao Pai foi aberto. Quem crê encontra perdão, reconciliação, esperança e a vida que nem a morte pode interromper.
O falso evangelho ensina: "Faça de si mesmo o seu próprio deus." A cruz de Cristo sussurra o contrário: "Renda-se e deixe que Eu seja o seu Senhor".
Se a hipocrisia e o fracasso dos homens fizeram você abandonar a sua cruz, isso prova que a sua fé não estava ancorada em Cristo, mas apenas alimentando as conveniências da carne. Pois aquele que verdadeiramente caminha com o Deus vivo persevera diante dos fariseus, mesmo que toda a igreja decida apostatar.
O teólogo progressista é um falso mestre que dilui as Escrituras, removendo a ofensa da cruz. Seu evangelho de porta larga agrada ao mundo e acaricia o pecado, pois ele substituiu o poder transformador do arrependimento por uma mensagem que busca a aprovação dos homens, e não a glória de Deus.
✝️ O cristão é salvo pela fé na obra redentora, isto é, na cruz e na ressurreição de Cristo, e reproduz, na vida prática, as boas obras de Cristo, fazendo o bem a todos, sendo capacitado pelo Espírito Santo, para a glória de Deus.
📖 Filipenses 2:13
✝️ Na cruz, se Jesus fosse apenas um homem sem pecado, salvaria somente a si mesmo; se fosse um anjo, talvez salvasse alguns. Mas Jesus salva ontem, hoje e eternamente, porque é o Deus-homem. ✨📖
