Poemas de Cruz e Sousa
Os povos indígenas, por terem um olhar apresentado pelo colonizador, acabaram e ainda acabam sendo posicionados como os “outros”, “os diferentes”, e esse posicionamento decorre das relações de poder que são “outorgadas” pela cultura ocidental, pelos colonizadores.
Esses povos encontram-se inscritos com as marcas culturais, sociais e epistêmicas em decorrência de como foram impostas e são ordenadas na chamada cultura ocidental.
Como diz o provérbio africano, “[...] até que os leões inventem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça”.
Em outras palavras, as narrativas desses povos foram subalternizadas pelas narrativas hegemônicas impostas pela colonialidade, situação em que seus saberes não são considerados “acadêmicos” e suas lógicas como conhecimentos limitados, mágicos, de segunda categoria.
Quando eu louvo
O medo se afasta
Tua voz me acalma
Eu não vou mais temer
Quando eu louvo
Eu sinto o Teu soprar
Trazendo vida em mim
Cadeias vão quebrar
Filho meu, não pare de adorar
Filho meu, Eu vou te enviar
As nações vão ouvir Minha voz
Através do fluir do Meu louvor em ti
“A vida é como uma fruta na árvore”
Todo s os dias você vai conferir se está pronta para ser colhida, porém o dia que você se esquece de ir a encontra caída ou pendente, para sua surpresa constata que ainda pode ser consumida e as sementes estão prontas.
"Incondicional é o jeito de amar não o amor, o amor é pidão você lhe dá a mão e ele quer seu coração".
"Pássaro Destruidor: quem não divide não voa !". ( Do livro infantil Baby Vale, Chuli Dog e o Pássaro Destruidor, editado pelo autor da frase ).
A forma da vida, conhecida pelos humanos, expande-se pela tecnologia digital. Quizás, temporalmente, o biológico tornar-se-a ferramenta do lógico.
Que em sua estrada tenham sempre muitas árvores e flores, mas não se esqueça de plantar tudo isso antes
