Poemas de Cruz e Sousa
"A verdadeira sabedoria reside na capacidade de reconhecer os erros como oportunidades de crescimento, e na busca constante por se superar, com a determinação de alcançar sempre o posto de número 1."
O mundo do lado de fora é assustador e escuro, não tenho medo do escuro tenho medo do que tenha nele
Sim, escondo meus sentimentos por puro medo das pessoas me julgarem ou até mesmo não sentir o mesmo que eu e isso gera algo inexplicável que me destrói por dentro. É como se fosse uma tristeza sem fim ou um vazio que não pode ser preenchido por algo material ou até mesmo pelo sentimento das pessoas.
Queria eu, que não fosse amor o que sinto por você.
Dizem que a dor do amor é uma das piores dores para se sentir. Por causa dessa dor, paramos com tudo, deixamos tudo, mudamos nossa rotina, corremos atrás e também sabemos deixar em paz. Por amor sofremos, mas também nos arrependemos, mesmo que esse arrependimento pareça não surgir efeito, porém não desistimos, lutamos mesmo sofrendo, chorando dia após dia, acreditamos e é por isso que amamos.
Mundo e um muinho de areia se estreita e se abre a tudo e a todos mas nada e com tudo será algo proprio por si pois somente com Deus qualquer mundo vale a pena.
Leve em consideração as coisas boas que acontece em sua vida, você é parte fundamental para que tais coisas possam acontecer.
Para extrair do objeto ou serviço dado como produto o máximo equilíbrio se faz do processo um contato atraído pelo seio do trabalho recomposto alinhando os prós com suas resistências retidas
Posso umh tanto qual tal tão - Voce transforma um dia de sol em chuva com seu suor,um dia de chuva frio fresco tomando um bom chá e um dia de ventania parado se ver uma brisa quebrar seus musculos esbravejado no cansaço seu pó em polén ein tostar a areia em arein parecendo os erros um drink gozado e inscrito com misturas de logicas aplicada no relaxo solidado por uma cultura solidaria do capitalismo estalado escalão de uma gaveta em bloco do bom festejar de uma tampa enlonada de desgaste-estatica enlatado de boracha com cilindro hidrico feito uma gaveta qual deste impulsivo nivelamento ao balanço do quadro empilhado na piramede intuitiva do instinto lapidado no labirinto filtrado no suor descançado ao chão esfregado o passo pesado levado pelo vibrar disparado de um corpo jogado lançado a sorte do sol ao mol dos signos hirarquizados pelas moralidade sensorizada pela atração da força estendida a regra ao estar dentro da medida a ser comprovada pela cadeira sentada e o conhecimento assentado no pulsar continuo retilinio do batalhão convocado a tato das marchas da politica se ve a risca laterizar tudo na ciencia dita como pergunta de sua resposta regularizada pela prova q fama seus inscritos escrevidos ao vivo do dito estabelecido
Se o amor pode tudo porque tudo não se pode então já erra ou eraste a era q lhe tera-teraste a terra fui-se ranque as calças e arrume alguem digno q possa unir se as suas calças
Pude eu saber uh quanto eu tem meu ser a expressar o lar q escarra minha cara de raiva q esbrava minha baba de babá ao imposto q troca as fraldas retentoras de meus pneus emboscados nas bordas da balança ossada de etica pelo grito informal da patria q obrusca o biscoito do ultimo saquinho suado de frio e morno de vazio banhado pelo sol enradiado no motor q tregua minha regua
Na-não ou na-le- daria então uma moeda pelo q escrevo mas uma moela valia tudo ou nada por algo q varia
Se tudo diz ou nada diz ainda existe um giz q escreve meu pulsar em chuvas e sol a fé até o passo de ser ao ser criança a amadurecer o amanhecer em suor
