Poemas de Cruz e Sousa
Não resista mais se entrega para mim, deixe-me sentir sobre o mais profundo suspiro enquanto o completo em meus braços e te faço.
Não foi um sapato de cristal foi um chinelo, não foi uma carruagem foi um carro, não foi uma cinderela foi realidade sincera.
Nessa noite tão ímpar pra dizer o quão você me fez feliz escolhi a minha cor preferida que se viu em você estava meio perdida.
Quando escuto a sua voz ela soa como a mais perfeita de todas as melodias, foram partituras e tablaturas anos a fio tentando acha-las para formar as gotas que estavam nas notas.
Deixando sair o sentimento e carrego comigo a verdade do fluir, é o meu processo de criação o que para muitos é uma queda para eu é a colheita satisfeita.
Aos meus colegas escritores antepassados que sentiriam vergonha, rato de laboratório, dos risos ao fundo e eu rindo também tentando entender a ignorância que se instaurava ali mesmo que aqui.
Os exímios estudiosos que nesse momento me estudam, continuaram a não entender que nem todo o conhecimento adianta se não se mergulha nos seus nós fazemos.
A multidão enfurecida do terceiro milênio alguns gênios que usem sua inteligência sem mal e ganharemos sem igual.
Defensores da ordem e da paz o que dizer se não agradecer. O caju que caiu na minha cabeça que floresça.
Mundo e um muinho de areia se estreita e se abre a tudo e a todos mas nada e com tudo será algo proprio por si pois somente com Deus qualquer mundo vale a pena.
Leve em consideração as coisas boas que acontece em sua vida, você é parte fundamental para que tais coisas possam acontecer.
Para extrair do objeto ou serviço dado como produto o máximo equilíbrio se faz do processo um contato atraído pelo seio do trabalho recomposto alinhando os prós com suas resistências retidas
Posso umh tanto qual tal tão - Voce transforma um dia de sol em chuva com seu suor,um dia de chuva frio fresco tomando um bom chá e um dia de ventania parado se ver uma brisa quebrar seus musculos esbravejado no cansaço seu pó em polén ein tostar a areia em arein parecendo os erros um drink gozado e inscrito com misturas de logicas aplicada no relaxo solidado por uma cultura solidaria do capitalismo estalado escalão de uma gaveta em bloco do bom festejar de uma tampa enlonada de desgaste-estatica enlatado de boracha com cilindro hidrico feito uma gaveta qual deste impulsivo nivelamento ao balanço do quadro empilhado na piramede intuitiva do instinto lapidado no labirinto filtrado no suor descançado ao chão esfregado o passo pesado levado pelo vibrar disparado de um corpo jogado lançado a sorte do sol ao mol dos signos hirarquizados pelas moralidade sensorizada pela atração da força estendida a regra ao estar dentro da medida a ser comprovada pela cadeira sentada e o conhecimento assentado no pulsar continuo retilinio do batalhão convocado a tato das marchas da politica se ve a risca laterizar tudo na ciencia dita como pergunta de sua resposta regularizada pela prova q fama seus inscritos escrevidos ao vivo do dito estabelecido
Se o amor pode tudo porque tudo não se pode então já erra ou eraste a era q lhe tera-teraste a terra fui-se ranque as calças e arrume alguem digno q possa unir se as suas calças
Pude eu saber uh quanto eu tem meu ser a expressar o lar q escarra minha cara de raiva q esbrava minha baba de babá ao imposto q troca as fraldas retentoras de meus pneus emboscados nas bordas da balança ossada de etica pelo grito informal da patria q obrusca o biscoito do ultimo saquinho suado de frio e morno de vazio banhado pelo sol enradiado no motor q tregua minha regua
