Poemas de Casa

Cerca de 8496 poemas de Casa

Retome o seu dia, buscando olvidar as ocorrências infelizes da véspera.


A casa protegida, habitualmente , promove faxina pela manhã.

Os casais que têm o suficiente para serem felizes, mas não são.
Têm casa, um carro simples, trabalho, filhos e uma vida construída.
Ainda assim, permitem que coisas pequenas os decapitem:
o orgulho que não cede,
a vaidade que fere,
a ambição que afasta,
as aparências que mentem.
Esses males corroem silenciosamente o amor,
cegam os olhos, endurecem o coração
e fazem pessoas viverem perdidas,
resmungando dentro do próprio casamento.
A vida oferece caminhos verdadeiros
a quem realmente deseja viver a felicidade.
Ela se revela no agora, no simples, no essencial.
Aproveite o momento.
Valorize o que é real.
Você é importante para Deus.

A igreja Evangélica é fraca em muitos aspectos, mas vejo um povo sem intimidade com Deus em sua casa.
O Culto começa na sua casa.
A mensagem pregada deve ser pregada para sua família primeiro.

Davi foi rejeitado, esquecido até pela própria casa, ignorado por quem achava saber quem ele era. Mas Deus viu o que ninguém viu. Enquanto o mundo escolhe pela aparência, Deus escolhe pelo coração.
Nem sempre quem pensa saber o seu lugar, realmente entende o propósito. Às vezes, nem você sabe quem é, até Deus chegar e revelar.
A rejeição não era o fim de Davi, era o caminho. O que parecia atraso era preparo. Quando Deus decide, ninguém impede: Ele tira do anonimato, honra o esquecido e coloca no lugar que sempre foi seu por direito.

FAZENDA DA VIDA
Autor: Góis Del Valle

Deixei pra trás a estrada de barro, a casa simples da minha mãe. Deixei pra trás os meus irmãos. No rosto, a tristeza de meu pai. É… há esperança pra quem sonha: um dia voltar pra casa!

Eu cresci na fazenda, plantando meus sonhos,
em busca do amor, da sorte e sucesso. Foi em terras floridas que eu dei os meus passos; na asa da sorte, agarrei meu destino. Enfrentei muita luta, nesse mundo cruel, de gente temida, que pisou no meu ser.

Na fazenda da vida, plantei esperança,
e hoje eu colho amor, sorte e sucesso.
Cresci entre sonhos, agora reais, com
força na alma e sorrisos no rosto.

Eu me tornei um cantor.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

Olho pro relógio e o tempo não passa
A casa tá vazia, tudo perdeu a graça
O seu perfume ainda tá no meu lençol
Tô vivendo no escuro, esperando o seu sol
A geladeira tá cheia de solidão
E o rádio tocando a nossa canção.


Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar,
Volta de novo pros meus braços e o meu coração
Essa procura é por amor e não de ilusão
Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar!
Deixa de orgulho esse orgulho é pra me matar
Volta de novo pros meus braços e meu coração, essa procura é por amor e não de ilusão.


Se o mundo lá fora tentar te convencer
Que existe outro alguém melhor que eu pra você
Não acredita, é tudo conversa fiada
Ninguém te conhece nessa longa estrada
Só eu sei o ponto que te faz arrepiar
Vem logo pros meus braços, vem me completar!


Volta para casa esquenta a cama e o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo pros meus braços e meu coração
Essa procura é por amor e não de ilusão. (Letras)

Amo abrir as janelas da minha casa.
Porque a cada janela que vou abrindo, vem aquela claridade abraçando, um sol generoso adentrando cada espaço. Não ha nada melhor para a alma do que sentir essa renovação, porque tudo vai ficando cheio de vida, de força interior.Sensação de alma limpa, de coração transformado.E é tão simples arejar os sentimentos.É tão simples deixar-se leve, sentir-se bem. É tão bom abrir espaço e receber luz pra vida e pro coração da gente.
•⊰✿

Tem dias que a vida pesa
E a gente mal sabe andar
Mas teu abraço é casa
Que me ensina a respirar - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo

O POVO LÁ DE CASA


O pessoal lá de casa era louco,
queimava pipoca e roia o coco;
Amava com gritos e chorava rindo,
Quando alguém caía: eu acho é pouco.


Era uma família grande, tinha burro e gênio.
Quando um vencia, o outro roubava o Prêmio.
Lá em casa não era democracia: era ditadura.
Meu pai era o mais calmo, minha mãe a mais dura.
Havia sabedoria, mas também muita loucura.
Era impossível imaginar
Que pudesse haver no meio dessa baderna, ternura?


E sim, havia amor, frustração, paixão, cura.
É claro que também se via amargura.
Não dá para negar que existe
Rebentos fortes, mas também tristes.
Mas eu sei que a matriz é feliz.
E quem de fora fala, não sabe o que diz.
Dos 13 ramos, um já se foi, outros criaram asas.
Eu, embora, longe, sinto orgulho de ter nascido lá em casa.

Não se decora a casa com futuro
Nem se pendura o ontem na parede
O abrigo surge do olhar maduro
Que aceita o limite e não excede


William Contraponto

Ás vezes me pego pensando no que é um lar, por mais que pensemos que é uma casa, acredito que não. Acho que um lar é um lugar onde nos sentimos seguros, amados, acolhidos. As vezes esse sentimento pode vir ao estar com outra pessoa. Ou quando estamos sozinhos.


É muito ruim quando não temos um lar. Sentir não importa onde esteja, você não se encaixa. Que não importa o quanto você se esforce, ali não é seu lugar. Que ali, você não se sente completo.


Mas é tão bom quando você finalmente encontra o seu lugar. Melhor ainda quando você o conquista. Quando você encontra as demais peças do seu quebra-cabeça. E você se sente mais leve, mas feliz, mais aceito.

Olho pro relógio e o tempo não passa
A casa tá vazia, tudo perdeu a graça
O seu perfume ainda tá no meu lençol
Tô vivendo no escuro, esperando o seu sol
A geladeira tá cheia de solidão
E o rádio tocando a nossa canção.


Eu já tentei sair, tentei me distrair
Mas em cada rosto é você que eu vi
Pra que fingir que a gente não se quer mais?
Se longe de você eu não encontro paz
Para de drama e vem me ver
Meu corpo tá gritando por você!


Não dá mais pra esconder, tá na cara o desejo
Tô com sede do seu corpo e fome do seu beijo...


Volta para casa, esquenta a cama, aí é o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo para os meus braços e o meu coração
É procura de amor e não é de ilusão
Volta para casa, esquenta a cama e o meu lugar!


Se o mundo lá fora tentar te convencer
Que existe outro alguém melhor que eu pra você
Não acredita, é tudo conversa fiada
Ninguém te conhece nessa longa estrada
Só eu sei o ponto que te faz arrepiar
Vem logo pros meus braços, vem me completar!


Volta para casa, esquenta a cama, aí é o meu lugar
Deixa de orgulho, esse orgulho é pra me matar
Volta de novo para os meus braços e o meu coração
É procura de amor e não é de ilusão
Volta para casa, esquenta a cama e o meu lugar! (Letras)

Sem saber você fez casa em meus pensamentos provocando meus desejos mais intensos.
Você me encontrou sem que eu pudesse apoiar-me na sua segurança.
E cada hora que passa sem você envelheço 10 anos.

Havia uma casa.
Nela um porão empoeirado.
Duas lamparinas apagadas, um resto de vaso, uma cortina rasgada, quadros sobrepostos e um cheiro de madeira adocicada.
Guiei-te pela mão. Não que estivesse suficientemente escuro, mas te guiar é como dizer – vem que sou tua.

Amamo-nos naquele chão, que ardia os pulmões – não sei se, pela necessidade dos corpos, ou se por todo aquele pó.
Pó nenhum mais incomodava, ao final.
Só havia o sorriso então, invadindo aquele espaço todo. Luzes tremeluziam do olhar e já não estavam apagadas as lamparinas. Ardiam e queimavam como meu ósculo,
molhado em suas costas.

Mãe é casa que abriga e nutre, mesmo antes da gente existir.
É a casa que sustenta a vida.
É morada que divide o antes e o depois.

Mãe te concebe e recebe na chegada,
acompanha sua jornada
e se quebra na despedida.

Mãe é amor, é pressão, exageros, saudades, proteção.
É amor e ambiguidade.

Pode estar distante, mas pra ficar ausente... só doente.
É força e fragilidade ao mesmo tempo.

Mãe é raiz.
Mesmo quando o galho se parte,
ela permanece sustentando a história.
Porque ser mãe é existir no outro
mesmo quando não é mais vista ou compreendida.

Psicóloga Claudia Marília 🌻

Para sobreviver
À tua ausência
Moro numa casa
Onde mágicas paredes brancas
Soletram melodias de amor
Nas letras vivas que te escrevo.

"O Reino do Silêncio Povoado
Dizem que o silêncio é o som da solidão, mas na minha casa, ele é apenas o palco onde a vida acontece sem pedir licença. Viver sozinho não é um retiro; é uma curadoria. Aqui, o relógio não dita ordens, e a geografia da sala é um mapa de afetos que não exigem explicações.
Pela manhã, a primeira saudação não vem em palavras, mas no peso morno de um gato que decidiu que meu peito é o melhor lugar do mundo. Logo, o som das patas dos cães no assoalho cria uma percussão alegre, um ritmo que me lembra que, embora eu seja o único humano, nunca estou desacompanhado. Eles não julgam meus pijamas, nem questionam o fato de eu tomar café olhando para a luz que atravessa o vitral que pendurei na janela.
As paredes não são apenas concreto; são janelas para outros mundos. Há uma pinacoteca particular crescendo nos cantos, uma tela a óleo comprada em um sebo, uma fotografia de rua, um esboço que eu mesmo ousei riscar num domingo de chuva. Entre elas, as estantes transbordam. Meus livros são amigos que não interrompem; ficam ali, pacientes, oferecendo o lombo colorido para que eu escolha qual voz quero ouvir naquela noite.
À noite, o ritual se completa com o brilho azulado da tela. Ver um filme sozinho é um ato de entrega total. Posso chorar sem pudor, pausar para analisar a fotografia de uma cena ou simplesmente deixar que a trilha sonora preencha os espaços vazios entre as prateleiras.
Viver assim não é falta de gente, é excesso de si. É descobrir que a liberdade tem o cheiro de papel antigo e o calor de um focinho gelado encostado no tornozelo. No meu pequeno reino, a arte me explica, os bichos me amparam e a solidão, essa velha incompreendida, é apenas o nome que os outros dão para a minha paz."
(Mário Luíz)

💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado


Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).


Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).


Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.


Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.


🧭 **Moral da Parábola**


Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).


- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.


Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.


*Todos direitos reservados a CH².

Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências

O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença

Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma

Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida

Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda