Poemas de Amor que Chega Arrepia

Cerca de 273491 frases e pensamentos: Poemas de Amor que Chega Arrepia

BOA NOITE.
Minha humilde prece de agora!
Assim me chega à noite na paz de nosso senhor, na humildade de filho, aqui te faço um louvor! Trago a ti os meus pedidos, como se fosse uma flor, em todas as suas pétalas, um pedido, no caule somente o amor! Nas mãos que postas bem juntas, quero que sintas o calor, de minha humilde prece que faço a ti senhor.
Pai amado e bendito, pai dos que se encontra, pelos caminhos perdidos, pai de luz e de amor, pai dos filhos do horror, das noites e madrugadas, perdidas pelas calçadas em buscas de um pobre pão! Uma família bendita, dormindo em palafitas, ali pelo maranhão.
Sem lenço e sem documentos, o mendigo ao relento chorando te estende às mãos, no hospital grande e frio, no corredor em desalinho, seu filho morre ao chão! O branco que ali destoas, mostras que muitas pessoas, do ouro fazem serão! Não pela vida que escoa, mas pela parte que é boa, do dinheiro em suas mãos.
Nas enchentes morre gente, mas nunca morre o patrão! Nas estradas desta vida, a vida foi desviada, e da morte se fez leilão! O desvio de dinheiro por políticos brasileiros matam filhos e irmãos.
Aqui te eu peço, bendito pai de todos os aflitos, nos livre das situações, sou seu filho, meu pai querido, e meu amigo Jesus Cristo, aqui te peço perdão...
(Zildo de Oliveira Barros) 11/09/13 começo da noite.

Um pai com 2 filhos, ambos fazem cartas no natal pedindo o seu presente preferido... Chega o grande dia, eles ganham cada um o seu presente especial, sendo que um ao ver o presente do outro, percebe que o do outro é muito melhor e tenta tomar a todo custo.
O pai ao ver aquela cena, se ira e põe o filho invejoso de castigo, o corrige, pois deve se contentar com o que pediu.
Assim é Deus...

O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.

Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.

— Douglas Duarte de Almeida

O tempo de florescimento não se anuncia com calendários nem com relógios. Ele chega em gestos sutis: um suspiro que demora a se acomodar, um arrepio que insiste em não passar despercebido, uma palavra dita com a boca trêmula e os olhos firmes. Diante do espelho, aprendi a não correr. A gentileza que me devo não é um prêmio, é o mínimo que posso oferecer ao meu próprio reflexo. Observar-se sem pressa é um ato de coragem: enxergar a delicadeza nos ossos, a força nas veias, a poesia escondida nos gestos cotidianos.

Florescer é não se obrigar a ser mais rápido que a própria vida. É permitir que a paciência me encontre, que o respeito por mim se assente como terra fértil, que minhas raízes cresçam sem alarde. Cada dia é um capítulo, cada cicatriz, uma letra, cada sonho guardado no peito, uma semente.

Quem se respeita floresce com dignidade, quem se pressiona murcha antes do tempo. E talvez o maior ato de coragem seja sorrir para si mesmo, no espelho, sabendo que cada fissura também é parte do desenho que só você consegue completar.

No fim, florescer não é competir com ninguém. É ser inteiro em si, com toda a intensidade de uma tempestade e a suavidade de uma brisa que atravessa folhas sem derrubá-las. É aprender que a própria vida, se observada com cuidado, já é poema suficiente.

(Douglas Duarte de Almeida)

A hora de mudar não chega fazendo alarde. Ela não quebra nada, não grita, não cria caos. Ela chega em silêncio, com educação, quase pedindo licença. A hora de mudar começa quando o lugar onde você está ainda funciona, ainda entrega, ainda é reconhecido — mas já não conversa com quem você se tornou. Não é só quando tudo dói.

Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. É quando o conforto começa a anestesiar, quando a repetição passa a parecer competência, mas por dentro já virou desistência. É perceber que, muitas vezes, seguimos fiéis a versões antigas por lealdade, não por verdade.

Mudar não é fugir, é alinhar. Não é romper por impulso, é sustentar uma coerência interna que já cresceu demais para o cenário atual. Quem muda não abandona tudo; abandona apenas o que deixa de honrar o próprio nome.

Toda mudança legítima carrega um luto discreto, mas também uma excitação limpa — aquela que não vem do risco pelo risco, mas da sensação íntima de estar, finalmente, no próprio eixo.

A hora de mudar é reconhecer que permanecer exige que você se diminua. E eu aprendi cedo, e desejo que isto também ecoe em ti: não nascemos para nos fazer caber.

O caos nunca chega batendo à porta; ele entra pelos cantos, desalinha os quadros, derrama café sobre os planos e troca o nome das coisas dentro da gente. No começo, parece apenas ruína: gavetas abertas na alma, relógios mastigando pressa, pensamentos correndo descalços por corredores sem fim. Mas há uma inteligência secreta nesse desarranjo. Como a terra revolvida antes da semente, o caos fere a superfície para que algo mais vivo encontre passagem.
É nele que antigas versões de nós desmoronam feito casas cansadas, abrindo espaço para janelas que ainda nem sabíamos desejar. O coração, quando perde o mapa, aprende a ouvir estrelas invisíveis. E a dor, essa costureira impaciente, rasga primeiro para depois unir com linhas mais fundas.
Talvez criar seja isso: suportar a desordem sem fugir, permitir que o incompleto respire, aceitar que nem toda beleza nasce limpa. Há flores que só entendem o próprio perfume depois da tempestade. Há pessoas também. O caos não é o oposto da criação; é seu ventre escuro, quente e profundamente humano, onde tudo se quebra para finalmente começar de novo, em silêncio.

O Soneto da Noite


A noite chega,
A luz se nega,
O medo vem,
Não há ninguém.
O vento frio,
No som do rio,
Traz o temor,
De um velho horror.
A sombra invade,
Pela cidade,
Todo o clarão.
Só a memória,
Conta a história,
Na escuridão.

⁠Tem gente que chega como quem abre janela.
Não pergunta muito.
Não tenta resolver tudo.
Apenas fica.

Fica com o olhar que entende,
com o silêncio que conforta
e com a calma de quem sabe acolher até o que a gente não sabe dizer.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Nem todo dia é leve.
Nem toda manhã chega com o sol.
Há caminhos que pedem silêncio,
outros que exigem força além do que se tem.

Mas, ainda assim… eu sigo.
Com o coração cansado, às vezes.
Com os olhos marejados, muitas vezes.
Mas sigo.

Porque dentro de mim mora uma certeza que não desiste:
o tempo pode ser difícil,
mas existe uma esperança em mim
que não conhece o fim.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Nem tudo o que chega é bonito.
Nem tudo o que parte é perda.
Deus, com Seu tempo e sabedoria,
vai encaixando os propósitos nos lugares
que a gente ainda não entende.

Às vezes, é só depois da dor
que a gente enxerga o sentido.
Às vezes, é no fim de um ciclo
que começa o que realmente era pra ser.

Confia.
Tem cuidado onde você só vê caos.
Tem resposta onde hoje só existe silêncio.

Deus não desperdiça caminhos.
Cada passo tem razão de ser.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Tem dias em que eu só fecho os olhos
e agradeço.
Não sei explicar como,
mas Deus sempre chega —
no detalhe que ninguém vê,
na força que me levanta por dentro,
no silêncio que me acalma
quando tudo parece desabar.

A mão d’Ele me sustenta.
Seu amor me cobre de cuidado.
E a graça…
ah, a graça me dá coragem
pra continuar sendo flor
mesmo em meio a tantas podas.

Obrigada, Deus.
Pelo que já fez,
pelo que está fazendo,
e por tudo que, no tempo certo,
há de florescer.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠A vida não atrasa.
Ela só espera o coração estar pronto.

Tem bênção que só chega
quando a gente aprende a confiar
no tempo de Deus —
e não no nosso relógio.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Tem cuidado de Deus
na brisa que acalma,
no silêncio que embala,
no abraço que chega quando o peito aperta.

Tem cuidado d’Ele
no que fica e no que parte,
no que floresce devagar
e no que a gente ainda não entende.

Tem cuidado de Deus
até no que a gente chama de acaso —
e que, no fundo, é só Ele ajeitando tudo
com amor manso.

— Edna de Andrade

A maturidade chega quando a gente entende que paz não é ter tudo resolvido.


Paz é descansar no que somos, mesmo enquanto ainda estamos nos reconstruindo.


É seguir sem a obrigação de acertar sempre.
É reconhecer o próprio valor sem depender da aprovação de ninguém.
É confiar que Deus continua fazendo florescer, em silêncio, aquilo que plantou em nós.




— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Nem toda resposta chega
no mesmo instante da oração.

Às vezes, Deus responde
no silêncio,
enquanto fortalece o coração
e prepara, com cuidado,
aquilo que ainda não conseguimos ver.

Porque toda entrega feita com fé
é acolhida com amor.

E nada do que é colocado
nas mãos de Deus
fica sem cuidado.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Tem manhãs em que Deus chega devagarinho…

arrumando por dentro aquilo que ninguém vê.

E, sem fazer alarde,
Ele devolve calma ao coração,
renova forças cansadas
e reacende esperanças que quase se apagaram.

Hoje, não carregue o peso do ontem além do necessário.

Receba este dia como quem abre a janela depois da chuva:
com fé,
com gratidão
e com a coragem tranquila de quem sabe
que o cuidado de Deus já está preparando o caminho.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Tem presença que chega bonita,
com perfume de flor
e palavras suaves.

Mas nem tudo que encanta acolhe.

Há afetos que machucam devagar,
silêncios que apertam
e cuidados que escondem espinhos entre as mãos.

Por isso, a alma precisa aprender a sentir além da aparência.

Porque paz de verdade nunca fere para permanecer.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Quando a alma chega cansada ao fim do dia,
é em Deus que o coração encontra abrigo.

Há um descanso que não vem apenas do silêncio da noite,
mas da certeza de que existe um cuidado maior
sustentando tudo aquilo que a gente ainda não consegue entender.

Por isso, adormeça em paz.

Nem todas as respostas precisam chegar agora.
Algumas vêm devagar,
como quem toca a porta da alma sem fazer barulho.

E, no tempo certo,
o amor de Deus sempre encontra um jeito bonito de explicar o que hoje ainda dói, confunde ou espera.

Edna de Andrade

@coisasqueeusei.edna

Tem cuidado de Deus nas pequenas delicadezas que acontecem sem aviso.

Na calma que chega depois do choro,
na palavra certa em um dia difícil,
no abraço que acolhe quando o coração já estava cansado de ser forte.

Tem cuidado d’Ele no que permanece,
no que vai embora
e até nas coisas que ainda não fazem sentido pra gente.

Porque, muitas vezes,
o que chamamos de acaso
é só Deus ajeitando a vida devagarinho…
com amor.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Para o Ano que Chega

Escolha o que vale a pena
E o ano será diferente
Cheio de encontros sinceros
e instantes singulares pela frente.
Não se deixe cegar pela antítese da alegria,
Pois antes de cada passo e em cada oração,
existe a semente de um querer bem
e a centelha da própria criação.⁠