Poemas de Amor que Chega Arrepia
"Alguns se acham diamantes nos corações das pessoas, ás vezes se quebram a cara, quando as verdades os abordoam, são simples cacos de vidros, daqueles tão bem à toa"...
(Zildo De Oliveira Barros)
Moça!
Hoje a tristeza e dores lhe fazem tal companhia, à vida às vezes é estranha, e marcam os nossos dias, sonhos que sem validades, ficaram em outras vias, olhares que já sem brilho perderam suas valias. Alguns quilinhos a mais o corpo sentiu um dia, ai tudo desandou, a tristeza foi seu guia! Agora moça tão bela, venho fazer-te de companhia, sou eu homem tão simples, mas te dou as garantias, começou bem sua vida, lutou e não foi covardia, ao nascer venceste tu, em vitoria bem merecida, venceu ali outros mil querendo ter suas vidas, lutou tanto por amor e em buscas dos sustentos, no agora esta já triste pelas lágrimas perdidas, aqui te venho no hoje e te chamo de querida, não a quero por amante, apenas quero a amiga! Mas ouça um conselho meu e mudes bem tua vida, erga a cabeça mocinha, esqueças tuas feridas, segue sorrindo e amando o tempo é um bom guia, alguma coisa se cai, à lei assim determina, foi mãe, esposa e amiga, e aos filhos tu destes a vida! Novamente aqui te peço, erga a cabeça querida, te segue o teu caminho, não se compare as mocinhas, hoje tem o conteúdo e a experiência domina, um sorriso vale mais que um corpinho sem estrias, todo homem que se preza não buscas só por um dia, o conteúdo hoje vale, erga a cabeça mocinha...
(Zildo de Oliveira Barros) 07/05/14 11h11min
Podem discordar, dizer que sou repetitivo, mas sempre estarei a homenagear a aquelas que chamam de maduras.
Linda mulher madura...
O branco que se azula em seus cabelos escorridos
Mostra que o tempo lhe foi! Talvez bem mais que um amigo
Sua beleza se espelha no olhar que trás contigo
Mostra-me que tempo voa! Ao chão me deixa estendido...
Todos somos mesmo belos! Foi Deus que nos quis assim
A idade nos remete a um passado sem fim
Comparar-te a uma moça. Verdade não quis pra mim
Quis mostrar que a beleza! Existe sempre assim...
Para alguns que nada entendem! Confundem-se as belezas
Quer comparar em idades. Verdades em realezas
Uma moça de dezoito que trás ao rosto a certeza
Com uma de seus quarenta, das belezas verdadeiras...
Todos somos mesmos belos nas idades passageiras
No ontem eu tinha vinte! Hoje passei dos quarenta
Só mudou que envelheci, mas por dentro não anseia
Trago eu minha beleza, que minha idade falseia...
Uma mulher de quarenta! Verdades lhe trás na tez
Experiências e vivencia que vale por mais de três
De dezoito ou vinte anos experiência se fez
Conhece da vida a vida! No amor sofreu por seis...
Deixo a ti mulher madura uma homenagem sincera
Se te chamo de madura, é em sentido ainda mais belo
Da vida conheces tudo! Nem sempre foi só um martelo
Às vezes tu foste o prego, na mão de um besta singelo...
(ZILDO DE OLIVEIRA BARROS 08/02/13)
O vinho e a nossa idade...
A idade só tem grande importância se você é um vinho, ou um queijo, do contrário, seja você mesmo, aquele você, que ama, que chora e que sorri, que não vê a idade biológica, mas a idade de suas fantasias, de sua fé, de seu amor, considerando sempre a idade que te faça feliz e realizado...
(Zildo de Oliveira Barros)
MULHER!
Sonhos lindos tu sonhastes nesta vida, em busca de amores seus, acordou de um pesadelo, em uma noite de breu! Nem estrelas e nem a lua, apenas um poema meu, que dizia simplesmente, a vida não lhe acolheu, dos amores passageiros, nem um rei e nem um plebeu! Apenas os tristes ais que o poeta escreveu...
(Zildo De Oliveira Barros) 25/06/13 12h39
A saudade e o poeta.,,
A Saudade abaixou a cabeça, sentou-se a uma mesa, olhar triste no infinito, soltou um grito tão triste, que ninguém chegou a ouvir, dos lábios da tal saudade, um copo beijou a mesa, a bebida, o dissabor! Nem cerveja e nem uísque, o álcool já é tão triste, porque dele se enganar, pediu ao garçom uma pena, um papel branco e uma renda e começou a rabiscar, quem naquele bar entrava olhava a mesa quadrada, num cantinho, ali parada e ela, a tal saudade, cabeça baixa a escrevinhar, horas passou num repente a saudade virou gente, alguém de poeta a chamar, assim nasceu à poesia, foi à saudade que vinha, em forma de um poeta, ali se firmar! E da pena e da poesia, nem todas são só alegrias, magoas também fazem bom rimar, e dores que se espalham, amores que já não valem, sempre um fica a se machucar, e ai nasce o poema, o poeta e sua pena, sem pena a rabiscar, nem percebe que magoa, nem sabe se a dor é a toa, ou se de verdade a é! Então saudade e poeta são partes de uma moeda, sem valor comercial, a tinta pouco se vale somente o papel manchado com saudades a se molhar! Ai tem até valor, o poeta e sua dor, faz parte do teu penar...
(Zildo de oliveira Barros)08/09/14 15h35min
Bom dia!
Já convivi com pessoas, que para mim, eternas elas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas feridas...
(Zildo de Oliveira Barros)
Meu pensamento deste dia.
O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados...
(Zildo de Oliveira Barros)
Bom dia!
“Tu dizes que sou criança, criança bem eu sei que sou! Porém lembrarás com saudades da criança que tanto te amou”...
(Zildo de Oliveira Barros) 28/06/13 16h00min
Boa tarde!
Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação...
(Zildo de Oliveira Barros)
Boa noite!
A vida é maior mestre que se pode ter! pena que quando aprendemos as grandes lições e boa sabedoria, já estamos próximo ao fim...
(Zildo de Oliveira Barros)
Quando te encontrei não acreditei na sorte que tive...
ao te perder não acreditei que essa imensa sorte que eu tive tinha acabado...
Ademir oliveira
Sim um abraço faz falta.
Um beijo então nem se fala.
Que dirá um sorriso que deixa tudo mas bonito.
Aquele olhar que penetra fundo adentrando a alma..sim faz muita falta...
Mas só sua presença me traz tudo isso então é sua presença que me faz realmente falta...
Eu andei léguas ansioso eu superei novamente meu medo eu consegui mover meus pés...
Nossa como estou orgulhoso de mim, eu coloquei de novo para fora eu consegui sabe, eu amei intensamente eu quis dar-te todo o prazer na cama beijei como deve-se beijar, abracei como deve-se abraçar, o Amor a ti bela flor perdi o pudor, perco tudo seja lá quantas vezes preciso for...
Mas me sinto impossibilitado pelo descaso isso me leva ao fracasso?...
Ademir Oliveira
Silêncio...tudo ficou tão silencioso, nunca mas tive tão ansioso nunca mas me senti assim febril, meu corpo queimando por dentro, ardendo como fogo...
Mas nesse momento o silêncio é quebrado pelo bailar do vento,sinto um frio que não sentira antes um frio aqui dentro e aqui dentro mais silêncio...
Hoje acordei com aquela sensação de que tudo pode acontecer, o coração com espaço de sobra para uma paixão já tenho alguém em mente, espero brevemente esse momento acho que estou só esperando a chuva cessar para te procurar...
Meu amor aguarde um momento já estou indo levando nas mãos anos de espera de tortura e solidão que vai desaparecer quando você me abraçar me beijando com extrema paixão...
Nesse momento não há mais nada entre nós o futuro não é interessante o importante é o presente o aqui e agora, te espero na cama vem logo meu amor não demora...
ZUMBIS
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Enquanto um menino sonha ser craque
De futebol outro usa pedras de crack
Para se imaginar alguém feliz
E assim surgem times nos campos
E nos guetos das cidades entretanto
Surgem legiões de zumbis.
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São seres cujos corpos caminham
Enquanto suas mentes definham
Os transformando em armas vivas
Que para satisfazerem o vício
Fazem uso de qualquer artifício
Chegando até mesmo a tirar vidas.
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A polícia com rigor os persegue
Usando bombas e cassetetes
E às vezes até os mata
Tal estratégia parece eficaz
Quando este procedimento se faz
Não contra gente, mas contra baratas.
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Estes zumbis que nos assustam
Nos tornam reclusos e nos furtam
Além do dinheiro a liberdade
Têm que ser retirados do convívio social
Criminosos na cadeia, viciados no hospital
Para que as ruas voltem a ser da sociedade.
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Quero viver sem medo do perigo
E ao encontrar jovens reunidos
Sob o escaldante Sol
Sentar-me tranquilo na calçada
Apenas para ver a criançada
Jogar mais uma partida de futebol.
BATALHA DAS IDEIAS
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Eu também quero me manifestar
Contra o que está a me incomodar
Neste País e também no Planeta
Uns marcham com gritos de guerra
Outros brigam como se fossem feras
E eu me manifesto com a caneta.
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Criticamos os desvios do erário
Nas construções dos estádios
De futebol para a Copa
Mas só tem direito de criticar
Aquele que se põe a gritar
Estando do lado de fora.
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Todo aquele que vai às arenas
É conivente com a triste cena
Do roubo do dinheiro do povo
Quem grita das arquibancadas
Não tem direito a mais nada
Além de considerar-se um bobo.
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Eu quero um País sem corrupção
No qual a pacífica população
Possa ter acesso às riquezas
Traduzidas na saúde, educação
Segurança, transporte, recreação
E ao bom alimento na mesa.
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Mas rechaço o oportunismo
De podres partidos políticos
Que promovem a baderna
Transformando as manifestações
Cheias de boas intenções
Em verdadeiros cenários de guerra.
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Todo ato violento deve ser reprovado
Seja ele do povo ou do Estado
Para que a vitória se eternize
Porque as lutas inteligentes
Fazem surgir nas mentes
As mais profundas raízes.
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Grite nas ruas e sussurre aos ouvidos
Ideias que criem conceitos definitivos
Mas que a nossa luta seja harmônica
E se lembre que a arma mais eficiente
Para mudar o que nos faz descontentes
É a poderosa urna eletrônica.
MACHADO DE ASSIS
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Joaquim Maria Machado de Assis
Mulato carente em cuja cerviz
Pesava o opróbrio do preconceito
Filho de pais pobres
Mas dono de talentos nobres
E de originais conceitos.
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Criado pela madrasta
Suplantou a dor da desgraça
Da perda da mãe querida
Frequentou a escola pública
Mas sua sabedoria única
Adquiriu na escola da vida.
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Aprendeu francês e latim
Exerceu atividades sem fim
No universo da cultura
Mas o seu maior legado
Para sempre ficou gravado
Nas páginas da literatura.
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Foi jornalista, contista
Cronista, romancista
Poeta e teatrólogo
E na fundação da ABL
Foi distinto cerne
E mentor do seu prólogo.
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Chamava-se Carolina
A musa que inspirava as rimas
Dos seus versos de amor
Ela foi a sua obra mais perfeita
Mas que cometeu a desfeita
De morrer antes de seu autor.
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A saudade abreviou os seus dias
E os textos que ele escrevia
Não o acompanharam ao cemitério
Ficaram espalhados como a fumaça
Que subia das fogueirinhas da casa
18 da Rua Cosme Velho.
CRENÇAS ALHEIAS
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Quando discriminamos as crenças alheias
Deixamos claro que a crença que temos nas veias
Não nos reveste com o princípio do respeito
Isso torna a nossa crença algo questionável
Porque o mínimo que se espera do fiel sábio
É que saiba respeitar os alheios preceitos.
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As pessoas são maiores do que as suas crenças
E são as atitudes que as tornam propensas
A conquistar a nossa admiração
Como os pássaros que nos fascinam
E que com os seus cantos nos contagiam
Mesmo não tendo nenhuma religião.
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O religioso que nos cantos do presbitério
Usa a crença como o mais importante critério
Para a avaliação do caráter de um indivíduo
Torna-se o mais vil dos filhos de Deus
Pois foi Deus quem a todos concedeu
O direito de exercer o livre-arbítrio.
